Fernández-Aráoz participa do fórum HSM Gestão e Liderança 2013

Claudio Fernández-Aráoz, um dos maiores especialistas globais em decisões de contratação e promoção de pessoas, está entre os palestrantes do Fórum HSM Gestão e Liderança 2013, que ocorre nos dias 2 e 3 de abril, em São Paulo. O evento reúne especialistas no assunto que irão discutir e apresentar novas ideias sobre os desafios que gestores e líderes atuais encontram nas empresas.

Autor de Grande decisões sobre pessoas (DVS Editora), Fernández-Aráoz abordará questões levantadas em seu livro como:

• Por que escolher as melhores pessoas é tão ou mais importante que a estratégia
• Como a escolha de um líder “vencedor” influi no rendimento individual e no desempenho da organização e por que é tão difícil encontrar um líder assim
• A fórmula do sucesso: quais são as características de um “vencedor” e como detectá-las
• Como superar as armadilhas emocionais e psicológicas que afetam a tomada de decisão
• Como prever a necessidade de trocar de líder e como decidir trocar as pessoas
• Por que grandes decisões sobre pessoas são o fator controlável mais importante para o sucesso de uma empresa
• Como saber quando alguém está realmente pronto para assumir um cargo
• Por que a boa questão dos talentos de maior potencial talvez seja a maior prioridade estratégica no Brasil

– Adquira o livro Grandes decisões sobre pessoas

Fernández-Aráoz foi repetidas vezes escolhido pela revista BusinessWeek como um dos consultores em executive search mais influentes do mundo. Sua obra alcançou presença mundial instantânea, foi traduzido para vários idiomas e recebeu elogios de Jack Welch, Jim Colins e Daniel Goleman, entre outros.

Também participam do fórum George Kohlrieser (autoridade em resolução de conflitos), David Ulrich (especialista em gestão de recursos humanos), Jim Collins (do best-seller mundial “Vencedoras por opção”), Peter Hirshberg (entusiasta do universo online), Jeffrey Pfeffer (professor de Comportamento Organizacional da Stanford Graduate School of Business) e Hélio Rotenberg (empresários brasileiro eleito por seis anos consecutivos “Executivo de Valor” pelo jornal Valor Econômico).

Saiba mais sobre o evento e veja como participar.

Como tomar decisões sobre pessoas

Claudio Fernández-Aráoz é, sobretudo, especialista em gente. Com MBA pela Stanford e sócio da Egon ZehnderInternational – empresa global líder na busca de executivos, ele é dono de um currículo invejável, que só foi capaz de conquistar por saber tomar decisões sobre pessoas.

Por que a habilidade desenvolvida e partilhada por Fernández-Aráoz é tão importante? Basta pensarmos que por trás de toda grande organização o que encontramos são pessoas, e a capacidade de lidar com elas é decisiva para o sucesso da companhia.

No livro “Grandes decisões sobre pessoas” (DVS Editora), Claudio Fernández-Aráoz esmiuça o assunto e ainda dá insights tanto para líderes que precisam preencher cargos importantes em uma empresa, quanto profissionais que desejam se desenvolver em uma determinada direção.

No vídeo abaixo, o autor dá pincela o assunto e introduz você ao tema tão fundamental no mundo corporativo:

Fórum HSM traz Cláudio Fernández-Aráoz

Claudio Fernandez-Araoz

Cláudio Fernández-Aráoz, um dos maiores especialistas globais em decisões sobre contratação e promoção, e autor da obra Grandes Decisões sobre Pessoas (DVS Editora), é um dos palestrantes convidados para o Fórum HSM Gestão e Liderança. O evento ocorrerá em São Paulo (SP), entre os dias 5 e 6 de abril.

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Grandes decisões sobre as pessoas: qual é o impacto disto em sua carreira?

Claudio Fernandez ArozConfira os pensamentos de Claudio Fernández-Aráoz, especialista em decisões de contratação e promoção, sobre os quatro fatores que influenciam uma carreira de sucesso.

por Portal HSM

Certamente, você já deve ter parado para refletir porque algumas pessoas simplesmente parecem nascer para o sucesso profissional, enquanto outras não. Este tema também foi objeto de estudo de Claudio Fernández-Aráoz, especialista mundial em decisões de contratação e promoção.

De acordo com o acadêmico, o fluxo natural das pessoas seria o de estudar para se tornar um profissional, evoluir para gestores – atividade que permite que os resultados dependam não somente se si, como também dos recursos por você gerido. O caminho leva as pessoas a se tornarem executivos seniores e com o tempo assumem o desafio de ser CEO, membro de conselho de administração etc. O fato é que as pessoas cada vez mais são impactadas socialmente e economicamente a medida que crescem profissionalmente. E neste caminho existem aqueles de “decolam” e os que “fracassam”. Continue lendo

Brasil terá “guerra” por talentos nas empresas

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A afirmação foi feita pelo autor do livro Grandes Decisões sobre Pessoas, Cláudio Fernández-Aráoz, ao jornal Folha de S. Paulo.

Confira o trecho da entrevista.

“Líder deve formar equipe”

O Brasil está vivendo um momento único e deverá atrair mais investimentos do que o restante do mundo desenvolvido. Por isso, começará uma “guerra” por talentos nas empresas, pois as pessoas são fundamentais para o crescimento que o país poderá ter.

Um bom líder precisa ter capacidade analítica para antecipar-se ao futuro, gerar mobilização nos liderados e formar as melhores equipes. É justamente nesse ponto que há mais sensibilidade.

Será necessário, para ser um bom líder, assegurar que as pessoas-chave ocuparão as posições estratégicas.

Para isso, o líder deverá dar mais poder ao RH, educar os gerentes de linha para que saibam escolher suas equipes e criar incentivos para os supervisores e os gerentes que escolham bem seus subordinados.

Os brasileiros saem na frente, pois apresentam quatro vantagens: otimismo (que gera uma atitude positiva), resiliência (estão habituados a crises e planos econômicos), adaptabilidade (o Brasil mudou muito nas últimas décadas) e empreendedorismo.

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Pessoas passaram a ser prioridade para um bom resultado do negócio

Dicas Contratação Pessoas

Mais do que administrar uma empresa apenas com técnicas, um administrador tem que saber que, nos tempos de hoje, é preciso saber administrar pessoas. O tema foi destaca nessa semana pelo portal G1, em matéria da jornalista Caroline Hasselmann.

“Para ser um administrador tem que entender da parte financeira, mix de produtos, noções de oferta. Tornar o negócio lucrativo. Mas é preciso manter o clima organizacional, de motivação e respeito às pessoas. Eu, como administrador, não dou resultado. Quem dá resultado são as pessoas que trabalham comigo”, afirmou o diretor de loja da rede de home center Leroy Merlin, Erimar Bergamo, entrevistado pela jornalista.

Segundo ele, é preciso manter o equilíbrio financeiro e a boa gestão de pessoas. “No passado, primeiro se olhava resultado e depois as questões do clima organizacional da equipe. Com a evolução dos negócios e a globalização, houve essa inversão, as pessoas passam a ser prioridade dentro das companhias”, afirma.

A opinião é compartilhada pelo consultor e especialista em RH, e autor do livro Grandes Decisões sobre Pessoas (DVS Editora), Cláudio Fernández-Aráoz. “Depois de 20 anos de experiência, pesquisa e reflexão, estou piamente convencido de que a capacidade de tomar grandes decisões sobre pessoas é o fator mais preponderante para o nosso sucesso profissional. Observe ainda que, quanto mais caminhamos na carreira e quanto mais escalamos a hierarquia organizacional, mais importante esse tipo de decisão tende a se tornar —, tanto em termos absolutos, quanto em relação a todos os outros fatores”, comenta.

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Jim Collins fala sobre o segredo do sucesso ou da falência

Jim Collins

Fonte: portal administradores e HSM.

Jim Collins é o mais respeitado pensador do mundo de management da atualidade e considera do sucessor de Peter Drucker. Ele é o autor do best-seller Built to last – mais de 3,5 milhões de cópias vendidas em 29 idiomas.

Sua palestra no HSM Expomanagement teve como foco a Gestão de Resultados, modelos de administração e cases de grandes empresas duradouras que conseguiram um desempenho superior ao longo do tempo.

Alguns pontos chamaram a atenção na fala do guru. Collins listou alguns fatores que considera como responsáveis pelo declínio de empresas hoje em dia. Para ele, as empresas são as próprias culpadas pelo seu insucesso. “Algumas empresas caem ou sobem e isso não é questão das circunstâncias, é questão da escolha consciente e disciplina”, afirma.

Collins alerta para algumas práticas que podem ser recorrentes dentro de empresas como: o excesso de confiança proveniente do sucesso; Abusca indisciplinada por mais (escala, crescimento, “aplausos”…); a negação dos riscos e perigos; a luta desesperada pela salvação; a entrega à irrelevância ou à morte.

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OIT: Brasil tem de criar 1,5 milhão de empregos por ano até 2020

A Agência Estado publicou dados divulgados pela Organização Mundial do Trabalho mostrando que o Brasil precisará criar por ano 1,5 milhão de empregos extras até 2020. A afirmação tem como base a expectativa de mão de obra que se tornará população economicamente ativa do país durante esse período.
O estudo, no entanto, faz menção à economia mundial. A organização afirma que o maior número de empregos terá de surgir na Índia: quase dez milhões anuais.
Os dados da OIT voltam a endossar a discussão que há pouco foi colocada pelos ganhadores do Nobel de Economia, os professores americanos  Peter Diamond e Dale T. Mortensen e o britânico-cipriota Christopher Pissarides. Segundo eles, boa parte do desemprego se dá menos pela escassez de vagas, mas sim pela falta de mão de obra competente suficiente para preenchê-las, habilidade que falta também às empresas que contratam.
Resumindo, gerar vagas apenas não basta, caso não haja mão de obra para preenchê-las.
O estudo da OIT foi enviado aos líderes do G20 – grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo. A organização afirma que os países do G20 terão de criar 21 milhões de postos de trabalho por ano para frear o desemprego em suas economias até 2020. Se todas as 192 economias forem consideradas, o mundo terá de criar 440 milhões de empregos em dez anos.

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A Agência Estado publicou dados divulgados pela Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostrando que o Brasil precisará criar por ano 1,5 milhão de empregos extras até 2020. A afirmação tem como base a expectativa de mão de obra que se tornará população economicamente ativa no país durante esse período.

O estudo, no entanto, faz menção à economia mundial. A organização afirma que o maior número de empregos terá de surgir na Índia: quase dez milhões anuais.

“Gerar vagas apenas não basta, caso não haja mão de obra competente para preenchê-las”

Os dados da OIT voltam a endossar a discussão que há pouco foi colocada pelos ganhadores do Nobel de Economia, os professores americanos  Peter Diamond e Dale T. Mortensen e o britânico-cipriota Christopher Pissarides. Segundo eles, boa parte do desemprego se dá menos pela escassez de vagas, mas sim pela falta de mão de obra competente suficiente para preenchê-las, habilidade que falta também às empresas que contratam.

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Debate: O Nobel de Economia de economia e o caso brasileiro

A complexidade envolvendo as altas taxas de demprego, mesmo havendo sobra de vagas no mercado de trabalho a serem preenchidas, foi o tema do estudo que garantiu o Nobel de Economia aos professores americanos Peter Diamond e Dale T. Mortensen e ao britânico-cipriota Christopher Pissarides.

Lembremos que a questão é super atual e que foi ainda mais agravada pela recente crise econômica pela qual o mundo passou (ou passa), e que afetou com força maior as economias dos EUA e Grã-Bretanha, aos quais pertencem os estudiosos.

As pesquisas dos três focam os chamados “search markets” (mercados de busca, como por exemplo, o mercado de trabalho), “nos quais é necessário empregar tempo e recursos econômicos para que se encontrem oferta e demanda”.

Segundo o estudo, isso “cria atritos na busca, que se traduzem em trabalhadores parados, insatisfeitos e sem renda, o que também afeta negativamente as empresas”.

A ponte com relação a tal problema pode ser facilmente feita para o mercado de trabalho brasileiro onde parte da taxa de desemprego se deve a não capacidade, por parte de trabalhadores de um lado e das empresas de outro, em preencher as vagas disponíveis.

De um lado, têm-se uma massa de trabalhadores ociosos para os quais faltam competências, ou o desenvolvimento delas, como pré-requisito para conseguir um emprego. De outro, têm-se os empregadores, aos quais falta a habilidade de tomar as decisões corretas sobre pessoas, de modo a escolher o quadro certo para a função certa.

Opine!

Pesando no caso brasileiro, apenas o desenvolvimento econômico é capaz de dar solução para tal problema? É necessária a existência de políticas público-privadas para capacitação dos trabalhadores e mesmo empregadores?

Que outras medidas podem ser tomadas?

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O que estou lendo

Por Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Bradesco

Depoimento dado ao jornal Folha de S. Paulo, publicado na edição impressa de 29 de agosto.

“Estou acabando de ler “Grandes Decisões sobre Pessoas” (ed. DVS, 340 págs.), de Claudio Aráoz”, diz Luiz Carlos Trabuco Cappi, do Bradesco. “É sobre o ato de decidir, colocar na prática aquilo que, às vezes, são apenas intenções, tendo como princípio o fato de que as empresas dependem totalmente de pessoas, independentemente do grau de informatização, descentralização, até de terceirização.”

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grandes_decisoesGrandes Decisões Sobre Pessoas

O livro é uma abrangente fonte de referência concebida para os gestores que desejam aprimorar sua competência pessoal em contratação e promoção de pessoas e a todos aqueles que tenham algum interesse por essa área.

Já com uma bagagem de duas décadas de experiência na área de contratação e desenvolvimento de pessoas competentes, Claudio Fernández-Aráoz apresenta neste livro diretrizes simples, mas iluminadas, que abrangem toda a gama de problemas inerentes à contratação, promoção e delegação de importantes responsabilidades aos grandes empreendedores.

Claudio Fernández-Aráoz é sócio e membro do comitê executivo da Egon Zehnder International, firma global líder na busca de executivos, onde atua há mais de vinte anos realizando projetos para importantes organizações do mundo inteiro. Com MBA pela Stanford e experiência prévia na McKinsey & Company, Fernández-Aráoz já publicou vários artigos de sucesso em algumas das melhores publicações de negócios, como a Harvard Business Review e MIT Sloan Management Review.

Grandes decisões sobre pessoas: um recurso a Seu favor

Grandes Decisões sobre Pessoas, DVS Editora, Blog Editor, CarreiraDepois de 20 anos de experiência, pesquisa e reflexão, estou piamente convencido de que a capacidade de tomar grandes decisões sobre pessoas é o fator mais preponderante para o nosso sucesso profissional. Observe ainda que, quanto mais caminhamos na carreira e quanto mais escalamos a hierarquia organizacional, mais importante esse tipo de decisão tende a se tornar —, tanto em termos absolutos, quanto em relação a todos os outros fatores.

Por Cláudio Fernández-Aráoz.

Já estávamos em meados de 1986. Em breve participaria de uma reunião em Zurique. Nos quatro dias precedentes, passei por Londres, Paris, Copenhague e Bruxelas. Em cada uma dessas cidades, fui entrevistado por consultores da Egon Zehnder International (EZI), empresa internacional de recrutamento e seleção de executivos. Até então, já havia participado de trinta encontros, incluindo as reuniões com diversos sócios da empresa e também com todo o comitê executivo.

Em Zurique, porém, estava programado para me encontrar com o próprio Egon Zehnder — fundador da empresa e, naquela época, presidente. Eu estava, no mínimo, tenso. (Ainda hoje consigo me lembrar do nervosismo que senti naquele dia.) Estava bem ciente do prestígio e da envergadura do homem à minha frente, o qual — tendo se formado na Escola de Negócios de Harvard no ano em que nasci — criou em 1959 a profissão de recrutamento de executivos na Europa e, em 1964, fundou sua própria empresa de recrutamento, que de imediato começou a se expandir internacionalmente. Em poucas palavras, Egon Zehnder era uma lenda.

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Claudio Fernández-Aráoz em entrevista para o Bloomberg Businessweek

Claudio Fernández-Aráoz, autor de Grandes Decisões sobre Pessoas, fala sobre políticas, valores, práticas e diretrizes que envolvem a contratação e a tomada de decisões envolvendo pessoas dentro de uma empresa.

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