Xô olho gordo: espante a inveja no trabalho

Inveja no trabalhoO acadêmico Cláudio Queiroz lista algumas recomendações para as empresas, gestores e colaboradores evitarem o impacto da inveja no trabalho. Confira!

Artigo originalmente publicado em Portal HSM

É comum escutarmos nas organizações expressões envolvendo a preocupação dos funcionários com qualidade de vida e sentido do trabalho. Ao mesmo tempo, nos deparamos com ambientes ainda cheios de contradições e desequilíbrio emocional.

Sim, temos nestes locais um elevado número de pessoas com depressão, ansiedade, frustração, insegurança, tristeza, desanimo e inveja. Portanto, a inveja é uma das “doenças” presentes na sociedade que também habita o mundo organizacional.

Em meio a tudo isto, surge alguém OK, comprometido, competente, com vontade de fazer diferença no dia-a-dia, disposto a fazer esforços além do comum, focado e disciplinado.  Alguém que se planejou para “ser feliz”, decidido a assumir a responsabilidade por sua existência, e que optou não ser “vítima”, encontrando meios para superar as adversidades.

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Sete etapas para planejar a carreira

Ficar de olho nas tendências do mercado é fundamental, afirmam especialistas.

Por Rômulo Martins

* Matéria originalmente publicada no site empregos.com

O início do próximo ano se aproxima e com ele novos desafios batem à porta dos profissionais. É preciso se preparar para encarar as demandas do mercado e evoluir na carreira. Chega a hora de planejar a vida profissional. Consultores ouvidos pelo Empregos.com.br ensinam a elaborar um planejamento eficaz.

1. Faça uma autoanálise

Reflita se você faz o que gosta e se realiza plenamente as suas tarefas. Quais seus pontos fortes e fracos? Como eles impactam em sua carreira e no seu emprego? Como você se encaixa no plano de sua empresa?

2. Fique de olho nas tendências

Com as mudanças econômicas e sociais muitas atividades se renovaram ou não atendem mais à demanda atual. “Estude e busque informação sobre as novas necessidades do mercado. Amplie as suas opções; saia do obvio”, recomenda Karla Baratto, consultora de liderança da Hewitt Associates.

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Sua empresa é formada por feudos ou aliados?

Foto Livro_Competencias

Entenda como o RH pode dar suporte aos objetivos estratégicos, assim como o Marketing pode alcançar seus objetivos por meio das pessoas que o RH desenvolve.

Por Portal HSM

integração do Marketing com a área de Recursos Humanos é apontada como sendo grande responsável pela valorização da marca da empresa e por trazer benefício aos colaboradores. Contudo, diante de um ambiente profissional competitivo é natural ver as empresas organizadas em formato de “feudos”, nas quais as áreas atuam de forma isolada a fim de atingir um propósito específico

Para Cláudio Queiroz (foto), acadêmico dos cursos de pós-graduação da Fundação Getúlio Vargas e FAAP, é possível promover a aliança entre as duas áreas a partir do momento em que ambas se enxerguem como sendo complementares

Mas, para isso, é preciso evoluir a perspectiva do papel de Recursos Humanos. “Os gestores de RH precisam vibrar com os resultados estratégicos da empresa, acompanhar os números da organização, conhecer as dificuldades que a empresa tem para o alcançar os objetivos e saber como auxiliar a empresa a alcançar seus objetivos. Além disso, admiro gestores que criam soluções que potencializem as competências necessárias para a empresa chegar lá”, exemplifica.

Confira a entrevista completa:

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PodCast FIA – Conversa Executiva, com Claudio Queiroz

Cláudio Queiroz fala sobre os motivos que o fizeram escrever o livro As Competências das Pessoas e da necessidade do mercado identificar quais as competências um gestor precisa observar na seleção dos seus empregados e colaboradores.

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Mudança de carreira exige planejamento

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Networking é essencial para quem deseja modificar o rumo da vida profissional.

Por Rômulo Martins.

(Matéria originalmente publicada na sessão carreiras do site empregos.com)

As razões podem ser várias, mas a insatisfação no trabalho é o principal indício de que é hora de mudar. Alguns profissionais cumprem fielmente o seu plano de carreira chegando ao topo da pirâmide organizacional. De repente, a atividade realizada não os agrada mais. Em outros casos, percebem que desempenham tarefas desalinhadas ao seu perfil. Há ainda quem decide mudar diante de novas oportunidades oferecidas pelo mercado.

Maria Eduarda Lomanto, gerente de recursos humanos da DM9DDB, afirma que quando não há um movimento constante de aprendizado e crescimento é preciso repensar a vida profissional. Contudo, a especialista em gestão de carreira e sucessão adverte que, antes de mudar, o profissional deve estar consciente de sua escolha. “É importante descobrir a causa da infelicidade no trabalho. Isso pode ser feito por meio de coaching (com o gestor direto) ou mentoring (com um profissional da área).”

Seja qual for a situação alterar a direção da carreira requer planejamento. Por onde começar? “Inicialmente buscando os conhecimentos necessários, por meio de cursos, treinamentos, da universidade”, indica o consultor Cláudio Queiroz, autor de “As competências das pessoas” (DVS Editora).

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OIT: Brasil tem de criar 1,5 milhão de empregos por ano até 2020

A Agência Estado publicou dados divulgados pela Organização Mundial do Trabalho mostrando que o Brasil precisará criar por ano 1,5 milhão de empregos extras até 2020. A afirmação tem como base a expectativa de mão de obra que se tornará população economicamente ativa do país durante esse período.
O estudo, no entanto, faz menção à economia mundial. A organização afirma que o maior número de empregos terá de surgir na Índia: quase dez milhões anuais.
Os dados da OIT voltam a endossar a discussão que há pouco foi colocada pelos ganhadores do Nobel de Economia, os professores americanos  Peter Diamond e Dale T. Mortensen e o britânico-cipriota Christopher Pissarides. Segundo eles, boa parte do desemprego se dá menos pela escassez de vagas, mas sim pela falta de mão de obra competente suficiente para preenchê-las, habilidade que falta também às empresas que contratam.
Resumindo, gerar vagas apenas não basta, caso não haja mão de obra para preenchê-las.
O estudo da OIT foi enviado aos líderes do G20 – grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo. A organização afirma que os países do G20 terão de criar 21 milhões de postos de trabalho por ano para frear o desemprego em suas economias até 2020. Se todas as 192 economias forem consideradas, o mundo terá de criar 440 milhões de empregos em dez anos.

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A Agência Estado publicou dados divulgados pela Organização Mundial do Trabalho (OIT) mostrando que o Brasil precisará criar por ano 1,5 milhão de empregos extras até 2020. A afirmação tem como base a expectativa de mão de obra que se tornará população economicamente ativa no país durante esse período.

O estudo, no entanto, faz menção à economia mundial. A organização afirma que o maior número de empregos terá de surgir na Índia: quase dez milhões anuais.

“Gerar vagas apenas não basta, caso não haja mão de obra competente para preenchê-las”

Os dados da OIT voltam a endossar a discussão que há pouco foi colocada pelos ganhadores do Nobel de Economia, os professores americanos  Peter Diamond e Dale T. Mortensen e o britânico-cipriota Christopher Pissarides. Segundo eles, boa parte do desemprego se dá menos pela escassez de vagas, mas sim pela falta de mão de obra competente suficiente para preenchê-las, habilidade que falta também às empresas que contratam.

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Dicas para ajudar na escolha da profissão

Dicas Escolha Carreira

Matéria originalmente publicada no Jornal de Judiaí, por Ellen Fernandes.


A definição do futuro profissional exige muita reflexão e é um momento de dúvidas e incertezas. Para auxiliar nesta fase da vida, a psicóloga Regina Silva, diretora do Gyraser, Centro de Treinamentos focado no desenvolvimento de potencialidade humana, afirma que o ideal seria que a pessoa tivesse a oportunidade de realizar um teste vocacional para definição do seu perfil profissional e psicológico, além de entender o que significa as áreas que foram indicadas para o seu perfil. “Assim, teria a possibilidade de se relacionar com a área escolhida de uma forma mais objetiva e não com fantasias que não se realizaram”, avalia.


Caso a pessoa não tenha condições de passar por uma avaliação vocacional, a dica de Regina é: “avalie as áreas de interesse e verifique o que cada uma possui de positivo e negativo na sua opinião e em seguida verifique com a qual se identifica mais”. Na hora de escolher a profissão, a psicóloga diz que é preciso identificar se a área trará alegria e orgulho a pessoa, se ela se sente feliz a imaginar-se atuando nela, se você sente orgulho de contar para as pessoas sobre o que você faz. “Defina o que esta área irá agregar para você e, principalmente, invista seu tempo, seus conhecimentos e motivação”, aconselha.

“Uma coisa é certa: é preciso levar em conta as demandas do mercado e as aptidões pessoais nessa escolha.”

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Público jovem avalia o processo de trainee como essencial o futuro profissional

Dicas para Trainees

Uma pesquisa realizada pela agência Namosca, especializada em marketing jovem, apontou que 46% desse público avalia como fundamental a experiência de ser trainee. Os dados do estudo foram publicados em uma matéria do site InfoMoney

“Para os jovens, trabalhar em uma grande empresa é sinônimo de status e essa faixa etária dá muito valor à imagem”, conta o sócio da agência, Marcos Calliari. Segundo ele, um jovem chega a participar em média de sete processos seletivos de trainee em um ano.

A matéria do site aponta que, com o final do ano batendo à porta, o público jovem já se prepara para alcançar novas oportunidades. Nesse período, por exemplo, mais de 120 empresas abrem vagas para estudantes universitários. Conforme o estudo, 65% deles, com idades entre 18 e 25 anos, querem atuar em uma empresa sólida com uma marca conceituada no mercado.

“65% deles, com idades entre 18 e 25 anos, querem atuar em uma empresa sólida com uma marca conceituada no mercado”

Destinados aos jovens recém-graduados, os programas de trainee têm entre um e três anos de duração. Ao longo desse período, o profissional recebe treinamentos, participa de cursos voltados à gestão de carreira, conhecimento de processos de uma ou mais áreas da empresa e gerência de pessoas, fora a remuneração que pode chegar a até R$ 4 mil.

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Debate: O Nobel de Economia de economia e o caso brasileiro

A complexidade envolvendo as altas taxas de demprego, mesmo havendo sobra de vagas no mercado de trabalho a serem preenchidas, foi o tema do estudo que garantiu o Nobel de Economia aos professores americanos Peter Diamond e Dale T. Mortensen e ao britânico-cipriota Christopher Pissarides.

Lembremos que a questão é super atual e que foi ainda mais agravada pela recente crise econômica pela qual o mundo passou (ou passa), e que afetou com força maior as economias dos EUA e Grã-Bretanha, aos quais pertencem os estudiosos.

As pesquisas dos três focam os chamados “search markets” (mercados de busca, como por exemplo, o mercado de trabalho), “nos quais é necessário empregar tempo e recursos econômicos para que se encontrem oferta e demanda”.

Segundo o estudo, isso “cria atritos na busca, que se traduzem em trabalhadores parados, insatisfeitos e sem renda, o que também afeta negativamente as empresas”.

A ponte com relação a tal problema pode ser facilmente feita para o mercado de trabalho brasileiro onde parte da taxa de desemprego se deve a não capacidade, por parte de trabalhadores de um lado e das empresas de outro, em preencher as vagas disponíveis.

De um lado, têm-se uma massa de trabalhadores ociosos para os quais faltam competências, ou o desenvolvimento delas, como pré-requisito para conseguir um emprego. De outro, têm-se os empregadores, aos quais falta a habilidade de tomar as decisões corretas sobre pessoas, de modo a escolher o quadro certo para a função certa.

Opine!

Pesando no caso brasileiro, apenas o desenvolvimento econômico é capaz de dar solução para tal problema? É necessária a existência de políticas público-privadas para capacitação dos trabalhadores e mesmo empregadores?

Que outras medidas podem ser tomadas?

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Marketing Estratégio é destaque no jornal Empresas & Negócios

Livro da DVS Editora consta na coluna “Livros em Revista” do jornal Empresas&Negócios. Para ler o conteúdo clique em Full.
“Edilberto Camalionte – DVS – Marketing com visão global da empresa e do mercado, é o que demonstra, com dados e fatos o organizador que liderou estrelado e refi nado grupo de professores de administração e  pós-graduação da FAAP. Uma verdadeira rede operacional, de fi nanças à logística, para liderar mercado, ser reconhecido como tal e fi delizá-lo. Voltado para administradores, homens de vendas e marketing.”

Cláudio Queiroz – Crenças e ditados populares no mundo corporativo

Mundo Corporativo, CompetênciasVários fatores afetam nosso comportamento e modelam nossas ações no dia a dia, em nossa vida particular e no ambiente corporativo, dentre elas: valores, crenças, perfil (personalidade), talentos, competências, medos etc. Este artigo é sobre as crenças negativas ou limitantes dos indivíduos reforçadas pelos ditados populares no mundo corporativo.

Por Cláudio Queiroz.

Crenças são “Generalizações que fazemos a nosso respeito, acerca de outras pessoas e do mundo ao nosso redor. Elas são os princípios que orientam nossas ações. Geralmente, pensamos nas crenças como ‘tudo ou nada’ e achamos que as coisas nas quais acreditamos são sempre verdadeiras” (Seymour & O’connor).

As crenças são, em grande medida, processos inconscientes e geralmente difíceis de identificar; modelam nosso olhar para a realidade, permitindo ou impedindo que nossas capacidades sejam desenvolvidas, ou seja, determinam nossas potencialidades ou limitações.

Crenças são lentes que afetam nossa visão para a realidade. Elas definem as verdades como absolutas, não possibilitando seu questionamento. Crença é a verdade para alguém que acredita nisto ou naquilo.

O problema consiste em o indivíduo achar que existe somente uma verdade ou um caminho. Os autores Gustavo e Magdalena Boog, brilhantemente, afirmam: “Diferente é só diferente, não errado”.


“As crenças limitantes potencializam os preconceitos, a discriminação e a exclusão”

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Cláudio Queiroz – desenvolvimento de talentos e competências

As Competências das Pessoas, Cláudio QueirozNa entrevista dessa edição do Carreira & Sucesso, conversamos com Cláudio Queiroz, administrador de empresas com pós-graduação em Recursos Humanos pela PUC-RJ, Marketing pela ESPM e mestrado em administração pela Faculdade Mackenzie.

Por Caio Lauer, para o jornal Carreira & Sucesso (Catho).

Consultor, palestrante e professor, Cláudio é autor do livro “A Competência das Pessoas” , uma obra que apresenta 16 competências que as pessoas devem identificar e potencializar para desenvolver seus talentos. As empresas se preocupam cada vez mais com o impacto que a falta de capital humano pode causar na sustentação de vantagem competitiva, e o livro, que já está em sua 3ª edição, apresenta as principais competências para o autodesenvolvimento de qualquer profissional. Cláudio Queiroz fala aqui sobre este assunto e sua carreira.

Ótima Leitura!

Cláudio, nos conte um pouco do início da sua carreira.

Com 20 anos de idade, comecei a trabalhar na Caixa Econômica Federal, como bancário, em Fortaleza. A área de Recursos Humanos da CEF requeria que o profissional já tivesse uma certa capacitação, então saí da capital cearense, pedi transferência de agencia bancária para uma no Rio de Janeiro. Fui fazer o curso de pós-graduação no Rio para ir atrás do meu grande sonho que era trabalhar com Recursos Humanos. Após a conclusão do curso, retornei à Fortaleza e comecei a trabalhar como instrutor de RH na CEF.

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