Perguntas estimulantes para qualquer empreendedor

Nas grandes e pequenas empresas, as perguntas devem circular por todos os níveis hierárquicos, começando do alto escalão e de reuniões formais na empresa a bate-papos no corredor e fóruns on-line. A franqueza das respostas dos executivos estabelece um tom para a organização como um todo. Formular as perguntas certas ao conversar com clientes, fornecedores e sócios ajuda a identificar necessidades e a trazer à tona possíveis problemas. Os ambientes de inovação amistosos ensejam perguntas desafiadoras e, ao mesmo tempo, desencorajam a combatividade e atitudes defensivas que podem bloquear ideias promissoras antes mesmo de elas terem oportunidade de provar seu valor. “É preciso ter uma cultura em que as ideias estapafúrdias sejam explicitamente toleradas, apreciadas e, em seguida, retomadas”, diz Eric Schmidt, da Google.

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Quando o risco vale a pena


A disposição da alta direção a estar aberta e tolerar o insucesso estimula as pessoas a assumir riscos, a se antecipar aos problemas e a maximizar a aprendizagem com base na experiência.

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A vida em torno de uma boa ideia

Hoje se fala muito em inovação, mas o tom na maioria dos discursos prega a espontaneidade como fator relacionado ao tema, ou seja, como a se a inovação fosse fruto de lapso criativo e não de um trabalho duro, acumulativo, fruto de tempo e da perseverança com base em um Know How.

Nada vem de graça! Veja o vídeo abaixo, The Life Cycle of a Good Idea, ele ilustra um pouco essa questão, que por sinal é o ponto principal do livro Estreitando a Lacuna da Inovação, de Judy Estrin.

Interessou? Então confira mais aqui.

 

 

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Poyekhali!!!

 

Hoje resolvemos usar o pretexto de uma data para prestar uma homenagem à inovação e às pessoas que contribuíram para o seu avanço na história da humanidade. No caso, o cosmonauta Yuri Gagarin, e o aniversário de 50 anos de sua missão ao espaço.

Gagarin e as pessoas que estiveram envolvidas na realização do projeto que o levou ao espaço são os responsáveis por movimentar a roda da história. Eles merecem o nosso reconhecimento e resolvemos prestá-lo aqui no blog de maneira simples e bela.

Segue aqui um vídeo que relata a experiência de um pai e filho que resolveram mandar uma câmera HD para o espaço! Verdade! Foram acoplados num balão de helium a câmera e um IPhone com GPS, para que eles pudessem localizar depois da queda.

O material foi até a estratosfera e voltou. As imagens são lindas. Algo parecido com o que Gagarin deve ter visto em sua missão, há 50 anos.

Poyekhali! [Vamos nessa! – disse Gagarin no momento da decolagem]

Apple perde mercado e vê concorrência à espreita

Apple perde mercado A Apple começa a ter motivos para pelo menos mirar o seu retrovisor. As vendas do seu mais novo tablet, o Ipad, ainda vão bem (chegaram a 7,3 milhões no último trimestre de 2010, crescendo 75% em relação anterior). No entanto, uma pesquisa da empresa Strategy Analytics, divulgada recentemente, aponta que a Apple perdeu uma fatia de mercado de tablets, enquanto o Google ampliou as suas vendas. Segundo o estudo, a participação de mercado do Ipad caiu de 95% para 75%, enquanto o Android (representado principalmente pelo aparelho Samsung Galaxy Tab), do Google, chegou a 22%.

Dando espaço para uma breve análise de contexto, lembremos: primeiro – a inovação é atualmente o fator que diferencia as empresas e garante maior permanência de um produto no mercado, principalmente quando se trata de tecnologia da informação; segundo – essa inovação precisa ser constante, já que o ciclo de vida de mercado de um produto é cada vez menor; terceiro – sempre é preciso levar a sério os concorrentes.

A Apple, pelo jeito, conhece muito bem os dois primeiros pontos e corre atrás. O site Engadget informa que a empresa deve lançar, já no meio deste ano, novas versões de seus produtos, com destaque para o Iphone 5, agora corrigindo as graves falhas de design que resultaram em problemas de sinal e conexão do modelo anterior.

Porém, falta à marca o terceiro ponto, que diz respeito a mais seriedade de seus diretores em relação aos concorrentes. Seu célebre e renomado CEO, Steve Jobs, continua fora de combate, sob licença médica. Enquanto isso, o chefe de operações em exercício, Tim Cook, declarou que “não se preocupa” com os tablets da concorrência, e tachou os aparelhos com o sistema operacional Android de “bizarros”, fato que gera uma consequência: os acionistas da empresa aguardam o retorno de Steve Jobs ansiosamente.

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Análise BusinessWeek: Caso Nestlé. Como sustentar a inovação?

A Nestlé não pode descansar sobre os louros como líder em inovação. É preciso pensar sobre o que os consumidores vão querer daqui a três anos, por exemplo. Como você mantém vivo o espírito de inovação, quando você é uma empresa que tem sido um líder, mas não exatamente um guru sobre o assunto?

Por Patricia O’Connell, editora de conteúdo da BusinessWeek.com

Essa é a situação em que a Nestlé Waters North America e seu presidente, Kim Jeffery, encontraram-se. Mais conhecida por sua marca de água Poland Spring, a Nestlé Waters North America estava sentindo pressionada para revelar ao seu público seus esforços para reduzir sua pegada de carbono, responsável pela notável redução do peso da garrafa Poland Spring de modo a torná-la a mais leve do mercado, e para encontrar caminhos para além dos esforços utlizados no processo de engarrafamento. O último desafio foi particularmente agudo, já que o próprio Jeffery admitiu que, eventualmente, a empresa irá atingir o seu limite com a redução do peso das garrafas. “Depois de um ponto, não podemos deixar isso mais claro do que está”, diz ele.

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Debate: Fifa versus Winning Eleven * Inovar é preciso!

parte 2

Hoje a inovação define o tempo de vida de um produto no mercado. Faz tempo que essa afirmação tem sua razão, mas só agora as discussões em torno deste fator estão sendo amplamente difundidas como elemento necessário à sobrevivência de empresas, marcas, serviços e produtos.

Veja o caso deste vídeo de um programa do canal ESPN. Trata-se de um debate bem humorado entre os defensores dos jogos de futebol Fifa e Winning Eleven. Os dois jogos travam uma batalha, desde o meio da década de 1990, pelo título de melhor jogo de futebol para videogame. As duas marcas se pautam pela regra: todo ano há um novo lançamento, uma nova atualização, uma nova inovação, de modo a manter-se no mercado e superar o concorrente.

Qual jogo você prefere? Difícil dizer, né?

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Inovação: as tecnologias do passado!

Veja o vídeo acima. Ele mostra a estranheza que envolve o ato de crianças serem apresentadas a tecnologias do passado. Por um lado, podemos pensar como tais tecnologias se tornaram rapidamente obsoletas, mas, por outro, dá espaço para refletir também sobre a inovação como um motor de mudanças que impulsionam o desenvolvimento tecnológico tão forte em nosso tempo.

Agora reflita sobre essa frase de Judy Estrin e pense em como ela se aplica muito bem à época em que essas tecnologias, com as quais estas crianças brincam no vídeo, foram concebidas:

Judy Estrin, DVS Editora, Blog Editor, Carreira“As pessoas devem pensar além dos resultados financeiros imediatos e calcular que impacto a globalização e um ritmo acelerado de mudança terão sobre o crescimento econômico futuro”.

Viu? Não se torna quase que uma previsão se aplicada a um contexto passado?

Pois é, a inovação é motor de tudo isso!

“A inovação sustentável não ocorre no vazio. Não é apenas um lampejo de genialidade de um único cientista isolado”, afirma Estrin.

E, mais ainda, inovação é igual à educação.

“Mais do que tudo, precisamos de professores de primeira qualidade para inspirar e informar a próxima geração, orientando nossos filhos a reconhecer dotes naturais e exclusivos e, ao mesmo tempo, a aprender as habilidades essenciais para se sobressaírem”, acrescenta a autora.

Gravité – Tradução em imagens para o termo “inovação”

A inovação é um golpe de sorte ou resultado de um trabalho árduo? É um lampejo de inspiração ou fruto de uma meticulosa administração? Os inovadores já nascem prontos ou são treinados?
Quando você vê o vídeo acima, é possível que pense “por que eu não pensei nisso antes?!”
Pois é, aquilo que parece uma “sacada” não nasce do nada. A inovação não nasce do nada. Ela surge da interação entre os propulsores da mudança no processo criativo – pesquisa, desenvolvimento e aplicação.
Pense sobre isso!

A inovação é um golpe de sorte ou resultado de um trabalho árduo? É um lampejo de inspiração ou fruto de uma meticulosa administração? Os inovadores já nascem prontos ou são treinados?

Ao assistir o vídeo acima, é possível que você pense “por que eu não pensei nisso antes?!”

Pois é… aquilo que parece uma “sacada” não nasce do nada. A inovação não nasce do nada. Ela surge da interação entre os propulsores da mudança no processo criativo – pesquisa, desenvolvimento e aplicação.

Pense sobre isso!

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O processo de Inovação

shutterstock_61356388Não há nenhum caminho previsível para uma inovação promissora

Por Judy Estrin

“Metade das grandes inovações no mundo foi resultado de grandes lampejos (insights), a outra metade ocorreu por acidente, mas nenhuma delas de forma programada”, afirma Roger McNamee, um investidor já de longa data do setor tecnológico. Porém, existe um processo por trás do caos: identificar uma necessidade e um conjunto de questões investigativas; experimentar e testar novas ideias; e avaliar se é possível prosseguir ou se é necessário retroceder para gerar mais ideias e perguntas ou identificar necessidades.

O processo de inovação é impulsionado pela necessidade de compreender como algo funciona ou por que não funciona; de gerar receitas, reduzir custos ou aumentar a produtividade; de solucionar um problema de um cliente; ou de manter o bem-estar da população e salvar vidas. “Se bem executado, esse processo de identificação e caracterização de necessidades torna-se o DNA da invenção”, diz Paul Yock, professor de bioengenharia na Stanford. No mundo dos negócios, o truque é identificar as necessidades de seus clientes em potencial antes deles. “No momento em que seus clientes lhe dizem que desejam algo, já é tarde demais”, esclarece Carol Bartz, presidente executiva e ex-diretora executiva da Autodesk.

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Estreitando a Lacuna da Inovação é destaque no jornal Empresas & Negócios

Lastreada em experiências
vividas em suas empresas e noutras em que participou,
a empresária norte-americana enseja, com
muita propriedade, que a não renovação signifi ca
paralisação. Não meramente mudar por mudar e sim uma
inovação consciente, “pé no chão”. Em resumo, ela explica sua
metodologia de sucesso, sem cansar-nos e descaracterizando
qualquer processo de auto-ajuda. Útil.
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Livro Estreitando a Lacuna da Inovação, de Judy Estrin, é destaque na  coluna Livros em Revista, de Ralph Peter, no jornal Empresas & Negócios.

“Lastreada em experiências vividas em suas empresas e noutras em que participou, a empresária norte-americana enseja, com muita propriedade, que a não renovação significa paralisação. Não meramente mudar por mudar e sim uma inovação consciente, “pé no chão”. Em resumo, ela explica sua metodologia de sucesso, sem cansar-nos e descaracterizando
qualquer processo de auto-ajuda.”

Clique em Full para acessar o conteúdo.

Como fazer sua empresa mais criativa e inovadora

Judy Estrin, DVS Editora, Blog Editor, CarreiraJudy Estrin, conselheira administrativa da Disney e uma das 50 mulheres mais poderosas da área empresarial segundo a revista Fortune, fala com exclusividade ao Administradores sobre reinventar práticas para aumentar a produtividade.

Por Fábio Bandeira de Mello, www.administradores.com.br

O que é preciso para impulsionar a inovação e a criatividade dentro do ambiente empresarial? Elas surgem por lampejos de inspiração ou são frutos de uma meticulosa administração?

Quando falamos sobre novas fórmulas ou projetos para que empresas obtenham visibilidade com o público e sucesso financeiro, dúvidas como essas são comuns em muitas organizações que procuram o “insight” certo para posicionar sua empresa na frente de seus concorrentes.

Para retirar algumas dessas dúvidas sobre os princípios fundamentais para estimular a inovação e a criatividade dentro das empresas, o Portal Administradores realizou uma entrevista exclusiva com a executiva americana Judy Estrin.

Judy é integrante do conselho de administração da Walt Disney Corporation e da FedEx Corporation. Ela já integrou também por três vezes a lista da revista Fortune das 50 mulheres mais poderosas da área empresarial norte-americana.

Além disso, faz parte do conselho consultivo da Escola de Engenharia da Universidade de Stanford e do comitê consultivo de Ciência e Inovação da presidência da Universidade da Califórnia.

De acordo com Judy Estrin, que lançou recentemente o livro Estreitando a Lacuna da Inovação, o primeiro passo para todo esse processo de novas ideias é entender que “a inovação não se resume a uma frase de efeito”.

A executiva explica que a inovação é estimulada por um conjunto de princípios fundamentais que interagem equilibradamente: questionamento, disposição ao risco, abertura, paciência e confiança. Esses valores agrupados é que determinam a capacidade para mudar de um indivíduo, organização ou nação. Confira a entrevista completa:

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