Livro revela como os números dominam sua vida!

Obra de Kaiser Fung traz uma leitura sobre a influência velada da probabilidade; Métodos do especialista são amplamente aplicados à publicidade e à área de comportamento do consumidor.

Você já parou para pensar sobre como quase tudo o que você faz envolve números? Da comida que escolhe ao lugar em que trabalha, dos candidatos que escolhe às diversões que frequenta, os números literalmente governam tudo em sua vida, e o que o estatístico e blogueiro, Kaiser Fung, pretende lhe mostrar é que os números não mentem e que você pode usá-los para superar as probabilidades — no trabalho, no lazer e na vida. Continue lendo

Construção de vias expressas não resolve trânsito, garante estatístico

A sina das pessoas que viajam diariamente para trabalhar não se deve a um tempo longo de demora, mas sim à variabilidade do tempo de percurso. Quem afirma é Kaiser Fung, autor do livro Os Números Governam a Sua Vida (DVS Editora). O estatístico pega o exemplo americano e afirma: pontos de estrangulamentos nas vias respondem por apenas 40% dos atrasos provocados por congestionamentos. Os outros 40% devem-se a acidentes e mau tempo. Os estrangulamentos causam atrasos médios previsíveis, enquanto os acidentes de trânsito e incidentes provocam uma variabilidade.

Construir mais estradas não é saída para o congestionamento! E por quê? Segundo o autor, os usuários que viajam diariamente para o trabalho mudarão seu comportamento de três formas distintas:

1) Aqueles que anteriormente utilizavam as vias locais decidem voltar para as vias expressas; 2) Aqueles que anteriormente haviam alterado os tempos de percurso decidem voltar atrás; 3) Aqueles que anteriormente haviam decidido utilizar o transporte público voltam a usar o carro.

Um novo raciocínio é essencial: trânsito proposital e planejado!

O departamento de Transportes de Minnesota (EUA) foi o patrocinador de uma técnica denominada “controle de acesso” que são faróis de trânsito instalados nas entradas das vias expressas de modo a escoar mais rápido ou lentamente o fluxo de carros. Seattle experimentou um aumento no volume de tráfego de 74% mesmo nas horas de pico.

A medida aumentou a confiabilidade dos tempos de percurso e diminui os índices de acidentes – diminuindo também a variabilidade!

“Os projetos de expansão tomam tempo e dinheiro. Com frequência, dependem de vontade política e sacrificam os usuários atuais em prol de um bem comum no futuro. Aumentar a capacidade é uma necessidade, mas, de acordo com os estatísticos, uma sólida política de transporte deve enfatizar a melhor utilização possível da capacidade disponível. O custo é significativamente menor do que a construção de novas vias expressas e geração retornos mais rápidos”, afirma o autor.

Sobre o autor

O estatístico profissional, Kaiser Fung, estudou nas universidades de Cambridge, Harvard e Princeton. Atualmente, trabalha como estatístico na Sirius XM Radio, onde aplica seus métodos à publicidade e à área de comportamento do consumidor. Seu aclamado blog, Junk Charts (junkcharts.typepad.com), abriu caminho para a avaliação de dados e gráficos nos meios de comunicação de massa.

 

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Os Números Governam a Sua Vida

Autor: Kaiser FungEditora: DVS Editora
Páginas: 186
Preço: R$ 42

 

 

 

A consequente insatisfação de ser nivelado pela média


Acesso rápido às atrações/acesso lento às vias expressas

No início de 2008, James Fallows, há longa data correspondente da revista The Atlantic, publicou um artigo impressionante sobre o desenfreado déficit comercial dos EUA com a China. Fallows explicou que os chineses estavam sustentando o padrão de vida dos norte-americanos. Essa revista intelectual raramente havia criado tamanho alvoroço na Internet, mas esse artigo superou todas as expectativas, graças aos internautas que se desfizeram do título original utilizado por Fallow [The US$ 1.4 Trillion Question (A Questão dos 1,4 Trilhão de Dólares), atribuindo um novo título ao artigo: Average American Owes Average Chinese US$ 4,000 (O Americano Médio Deve 4.000 Dólares ao Chinês Médio). Em três meses, os leitores da Internet recompensaram o artigo com mais de 1,6 mil diggs ou respostas positivas, uma maneira tecnologicamente moderna de elogiar. Evidentemente, o novo título começou a arder. Nosso cérebro não consegue processar bem números astronômicos como 1,4 trilhão de dólares, mas conseguimos processar com facilidade US$ 4.000 por pessoa. Em resumo, preferimos calcular a média dos números grandes.

A média estatística é a maior invenção que a aprovação popular já deixou escapar. Para tudo se tem uma média. Alguém, em algum lugar, já a calculou. Falamos sobre média em relação a pessoas (“fulano médio”) e a animais (“um urso médio”). E isso ocorre também com coisas inanimadas — por exemplo, depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, um comunicado de segurança demonstrou de que forma se poderia “utilizar um refrigerador de água médio como arma”. Isso ocorre também nos procedimentos econômicos, como quando um analista de mercado, no início de 2008, anunciou uma “nova esperança: uma recessão média”, prevendo, supostamente, que se tratava de uma recessão superficial que logo passaria. Até mesmo as atitudes não conseguem escapar disso: quando o advogado de Barack Obama interpôs-se em uma teleconferência de Clinton durante as acaloradas eleições democráticas primárias de 2008, a mídia se referiu ao evento dizendo que não se tratava de “uma teleconferência comum [mediana]”.

É possível falar em média em relação ao que é raro? Pode apostar que sim. A revista Forbes assim informou: “O bilionário médio [em 2007] tem 62 anos de idade.” Certamente — você deve estar pensando —, ninguém atribui média ao que não se pode contar. Espere, não tire conclusões precipitadas. A Agência do Censo dos EUA criou uma metodologia para calcular a média de tempo: em um “dia médio”, em 2006, os habitantes dos EUA dormiram 8,6 horas, trabalharam 3,8 horas e gastaram 5,1 horas em atividades de lazer e esporte. É quase impossível encontrar alguma coisa para a qual não se tenha calculado a média. Essa ideia está tão difundida que a consideramos inerente, e não um conceito que foi assimilado, que precisou ser inventado.

Agora, imagine um mundo em que não existam médias. Imagine que a criança média, o urso médio e que tal e tal coisa média fossem eliminadas do nosso vocabulário. Saber que esse mundo um dia já existiu, antes de um estatístico belga, Adolphe Quételet, ter inventado o “homem médio” (l’homme moyen) em 1831, deixa qualquer um estupefato. Quem poderia imaginar: essa ideia trivial é mais nova do que a Constituição norte-americana!

Antes de Quételet, ninguém havia ponderado sobre a importância do raciocínio estatístico para as ciências sociais. Até essa época, a estatística e a probabilidade fascinavam apenas os astrônomos que tentavam decifrar os fenômenos celestes e os matemáticos que analisavam os jogos de azar. O próprio Quételet era um astrônomo eminente a princípio, diretor-fundador do Observatório de Bruxelas. Foi na meia-idade que ele decidiu perseguir seu ambicioso projeto de adotar técnicas científicas para examinar o meio social. Ele colocou o homem médio no centro da matéria que ele chamou de “física social”. Embora os verdadeiros métodos de análise utilizados por Quételet possam parecer pouco admiráveis aos olhos modernos, os historiadores, afinal, reconheceram seu impacto sobre os instrumentos de pesquisa da ciência social como algo nada menos que revolucionário. Particularmente sua investigação a respeito do que havia levado um exército competente a se alistar ganhou a admiração de Florence Nightingale (poucos sabem que essa célebre enfermeira foi uma estatística excelente que acabou se tornando membro honorífico da Associação Americana de Estatística em 1874). Nesse conjunto de obras também se encontra a origem do índice de massa corporal (IMC), às vezes chamado de índice de Quételet, ainda hoje utilizado pelos médicos para diagnosticar os distúrbios de excesso de peso e de peso inferior ao normal.

Visto que o conceito de homem médio enraizou-se com tamanha firmeza em nossa consciência, algumas vezes deixamos de reconhecer o quanto Quételet foi de fato revolucionário. O homem médio foi, com todas as letras, uma invenção, pois nenhuma coisa média jamais existiu nem existe fisicamente. Podemos descrever o homem médio, mas não podemos situá-lo. Sabemos da sua existência, mas nunca o conhecemos. Onde se encontra o “fulano médio”? Que conferência telefônica é uma conferência “média”? Que dia é um dia “médio”?

Contudo, essa invenção monumental sempre nos deixa tentados a confundir o imaginário com o real. Portanto, quando Fallows calculou uma dívida média de US$ 4.000 por norte-americano para com a China, ele implicitamente colocou todos os norte-americanos em pé de igualdade, substituindo cerca de 300 milhões de indivíduos por 300 milhões de clones do fulano médio imaginário. (Por acaso, os internautas criaram por engano apenas 300 milhões de clones chineses, exterminando retoricamente três quartos da população de 1,3 bilhão de habitantes da China. A matemática correta teria encontrado um empréstimo de US$ 1.000 por chinês médio aos EUA.) O cálculo da média elimina a diversidade, reduzindo tudo a seus termos mais simples. Ao fazê-lo, corremos o risco de supersimplificar, de esquecermos as variações que ocorrem ao redor da média.

Chamar a atenção para essas variações, e não para a média, é um evidente sinal de maturidade no raciocínio estatístico. É possível, em verdade, definir a estatística como o estudo da natureza da variabilidade. O quanto as coisas mudam? Qual é a magnitude dessas variações? O que as provoca? Quételet foi um dos primeiros a perseguir essas questões. O homem médio de Quételet não era um indivíduo, mas muitos; sua meta era contrastar diferentes tipos de indivíduo. Para ele, calcular a média era um meio de mensurar a diversidade; nunca se pretendeu que o cálculo da média fosse um fim em si mesmo. O IMC (índice de Quételet), só para completar, serve para identificar indivíduos que não são a média. Por esse motivo, é necessário primeiro determinar o que é a média.

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Até os dias de hoje, os estatísticos seguiram a direção de Quételet. Neste capítulo, examinaremos de que forma alguns deles utilizam o raciocínio estatístico para combater duas grandes inconveniências próprias do estilo de vida moderno: os trajetos de uma hora para ir e voltar do trabalho e o tempo de espera de uma hora para curtir uma atração em um parque temático. Uma pessoa sensata, quando presa em um congestionamento ou inerte em uma fila comprida, admitirá que o responsável pelo planejamento só pode ter dormido no ponto. Para examinar o porquê dessa reação de pôr a culpa no lugar errado, precisamos conhecer um pouco a estatística das médias. Em seu trabalho com engenheiros e psicólogos, os estatísticos aplicam esse conhecimento para nos poupar dos tempos de espera.

 

A influência da estatística no comportamento do consumidor

– Obra de Kaiser Fung traz uma leitura sobre a influência velada da probabilidade;

– Métodos do especialista tratam de aplicações práticas da estatística em sua vida cotidiana.

Você já parou para pensar sobre como quase tudo o que você faz envolve números? Da comida que escolhe ao lugar em que trabalha, dos candidatos que escolhe às diversões que frequenta, os números literalmente governam tudo em sua vida, e o que o estatístico e blogueiro, Kaiser Fung, pretende lhe mostrar como os números não mentem e que você pode usá-los para superar as probabilidades — no trabalho, no lazer e na vida.

A obra Os Números Governam Sua Vida (DVS Editora) trata de aplicações práticas da estatística em sua vida cotidiana — nos gráficos das bolsas de valores, nas pontuações de teste, nos parques temáticos e nos engarrafamentos de trânsito.

“Temos infindáveis exemplos do que pode dar errado quando os números são mal utilizados. Escolha seletiva, supersimplificação e ofuscamento — já vimos tudo isso. No entanto, este livro toma uma direção diferente, uma postura otimista, pois estou interessado no que ocorre quando as coisas dão certo”, confessa o autor.

De maneira extrovertida, Kaiser Fung mostra como a Disney calcula o tempo de espera de suas atrações e por que os engenheiros rodoviários constroem vias de acesso lentas, controladas por semáforos. Você conhecerá os truques práticos utilizados por empresas que sabem cuidar de seu dinheiro, os riscos calculados dos executivos bem-sucedidos e as estratégias empregadas pelos grandes ganhadores lotéricos que nos dão ampla margem de vencer.

“É um livro que nos envolve com histórias sobre as quais um jornalista escreveria, aquelas histórias extremamente interessantes por trás das histórias que são elucidadas pelos números e pelas dinâmicas que eles revelam”

– John Sall, vice-presidente executivo, SAS Institute

“Para as pessoas que querem muito saber de que maneira a análise de dados das organizações está influenciando sua vida, Kaiser Fung escancara as cortinas, revelando o que é bom e ruim nas análises preditivas”

– Ian Ayres, professor da Universidade de Yale e autor Super Crunchers: Por Que Pensar com Números é a Nova Maneira de Ser Inteligente

 

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Sobre o autor

O estatístico profissional, Kaiser Fung, estudou nas universidades de Cambridge, Harvard e Princeton. Atualmente, trabalha como estatístico na Sirius XM Radio, onde aplica seus métodos à publicidade e à área de comportamento do consumidor. Seu aclamado blog, Junk Charts (junkcharts.typepad.com), abriu caminho para a avaliação de dados e gráficos nos meios de comunicação de massa.

Livro revela como os números dominam sua vida!

 

Obra de Kaiser Fung traz uma leitura sobre a influência velada da probabilidade; Métodos do especialista são amplamente aplicados à publicidade e à área de comportamento do consumidor

Você já parou para pensar sobre como quase tudo o que você faz envolve números? Da comida que escolhe ao lugar em que trabalha, dos candidatos que escolhe às diversões que frequenta, os números literalmente governam tudo em sua vida, e o que o estatístico e blogueiro, Kaiser Fung, pretende lhe mostrar é que os números não mentem e que você pode usá-los para superar as probabilidades — no trabalho, no lazer e na vida.

Os Números Governam Sua Vida (DVS Editora) não é mais um livro sobre “mentiras cabeludas”. Trata-se da verdade revelada através de aplicações práticas da estatística em sua vida cotidiana — nos gráficos das bolsas de valores, nas pontuações de teste, nos parques temáticos e nos engarrafamentos de trânsito.

“Temos infindáveis exemplos do que pode dar errado quando os números são mal utilizados. Escolha seletiva, supersimplificação e ofuscamento — já vimos tudo isso. No entanto, este livro toma uma direção diferente, uma postura otimista, pois estou interessado no que ocorre quando as coisas dão certo”, confessa o autor.

De maneira extrovertida, Kaiser Fung mostra como a Disney calcula o tempo de espera de suas atrações e por que a os engenheiros rodoviários constroem vias de acesso lentas, controladas por semáforos. Você conhecerá os truques práticos utilizados por empresas que sabem cuidar de seu dinheiro, os riscos calculados dos executivos bem-sucedidos e as estratégias empregadas pelos grandes ganhadores lotéricos que nos dão ampla margem de vencer.

Esteja atento! Todos os dias, detetives de saúde, corretores, educadores, técnicos de laboratórios, homens e mulheres fazem dos números uma forma de ganhar vida de maneira brilhante e inimaginável!

Sobre o autor

O estatístico profissional, Kaiser Fung, estudou nas universidades de Cambridge, Harvard e Princeton. Atualmente, trabalha como estatístico na Sirius XM Radio, onde aplica seus métodos à publicidade e à área de comportamento do consumidor. Seu aclamado blog, Junk Charts (junkcharts.typepad.com), abriu caminho para a avaliação de dados e gráficos nos meios de comunicação de massa.

 

Promoção Escolha a Sua Capa

Queremos que você nos ajude a escolher da capa do nosso próximo lançamento – o livro Os Números Governam Sua Vida, de Kaiser Fung. Você, leitor da DVS Editora, irá nos ajudar a escolher qual será a capa do livro.

Como participar:

Acesse a página da promoção no Blog do Editor. Lá você escolherá uma das 3 (três) sugestões de capa, coloque seu nome, email e pronto! Você já estará participando do sorteio de um livro Os Números Governam Sua Vida.

Serão sorteados 5 (cinco) livros.

A promoção vai até o dia 04 de maio de 2011.

Após essa data, a DVS Editora divulgará os nomes das pessoas sorteadas em um post no Blog do Editor.

Boa Sorte!!!