Oito leis para construir uma marca pessoal de sucesso

Se trabalhar a sua marca pessoal convenientemente pode obter um diferencial considerável em relação aos outros. Uma boa marca pessoal pode determinar o alcance de objetivos, a conquista de um trabalho ou cargo, o sucesso numa negociação, entre outras coisas.

Para isso, você deve cuidar de aspetos tão amplos como a apresentação pessoal, a capacidade de comunicação e relacionamento interpessoal, a atitude, a postura e os comportamentos, a capacidade de liderar e motivar-se a si próprio e aos outros.

Na verdade, isso significa que a construção de uma marca pessoal leva tempo e exige ações contínuas. Em contrapartida, uma palavra mal dita ou um ato menos correto podem colocar tudo a perder.

Para facilitar este processo, Peter Montoya, guru do marketing pessoal e autor do livro A marca chamada você (DVS Editora), identificou oito leis que podem fazer a diferença na criação de uma marca pessoal de sucesso:

1. Lei da Especialização
Consiste em posicionar a marca pessoal como especialista numa dada área de ação.

2.Lei da Liderança
Passa por agir de forma a ser considerado o melhor ou um dos melhores na sua área.

3. Lei da Personalidade
Pretende construir a marca pessoal a partir da verdadeira personalidade, de forma autêntica e positiva.

4. Lei da Distinção
Procura expressar a marca de forma única para se distinguir de outras.

5. Lei da Visibilidade
Visa divulgar continuamente a marca pessoal, para que seja recordada e referenciada pelos outros.

6. Lei da Coerência
Consiste em adotar a mesma atitude em público e em privado.

7. Lei da Persistência
Dá tempo à marca pessoal para se desenvolver, até porque os resultados só são alcançados com muita determinação.

8. Lei da Boa Vontade
Torna a marca bem intencionada, gerando confiança e respeito pela mesma.

A partir daqui cabe a cada um definir a melhor forma de colocar essas leis em prática, respeitando sempre a essência do seu “Eu”… Para saber mais, adquira o livro “A marca chamada você”, de Peter Montoya. [Via]

Trazendo pessoas para o seu site!

 

Você pode construir, mas isso não significa que eles virão. De acordo com a pesquisa da empresa Netcraft, em fevereiro de 2007 existiam mais ou menos 29,7 bilhões de páginas individuais na Internet, e mais que 70 milhões de sites. É muita concorrência. Felizmente, você não está competindo com o mundo. Você está competindo com outros advogados, contadores, designers ou fornecedores na região do seu mercado-alvo. mas você ainda precisa conduzir o tráfego ao seu site. Aqui estão algumas das melhores maneiras de fazer isso.

Por Peter Montoya

A maneira mais simples é colocar sua URL em cada peça de publicidade que você usa: folders, cartões, anúncios, placas, qualquer coisa. Quando der uma entrevista no rádio, mencione seu site pelo menos três vezes. Lembre-se, as pessoas procuram uma maneira sem pressões de saber mais sobre você. Elas querem encontrar o seu site.

Isso cobre as maneiras de baixa tecnologia. Existem quatro maneiras mais técnicas de criar tráfego, mas felizmente nenhuma delas é muito complicada:

1. Otimização dos mecanismos de busca (SEO, ou Search Engine Optimization) – Isso significa escrever seu conteúdo e maximizar os links vindos de fora para que seu site seja facilmente indexado pelo Google e outros mecanismos de busca. O Google é fundamental. Ele representa dois terços de todas as buscas, portanto se você deseja aumentar seu tráfego, deverá satisfazer os deuses do Google. SEO não é para amadores, então converse com seu desenvolvedor Web sobre o assunto.

2. Google Adwords – O Google é realmente o gigante do pedaço, então toda discussão sobre tráfego começa por ele. Comprar Adwords significa que você concorda em pagar uma certa quantia por busca, com o objetivo de que seu nome apareça nos resultados pagos no canto direito da tela quando você faz uma busca. Quando alguém na sua cidade procura por “Moises São Paulo ortopedista “, você quer que seu nome seja o primeiro a ser visto. O serviço Adwords é uma grande maneira de atingir esse objetivo. Visite adwords.google.com para saber mais.

3. Banners – Sim, os banners estão bem e vivos. Eles são anúncios gráficos que você coloca em sites de interesse do seu mercado-alvo. Seu Web designer pode criá-los, mas você deve decidir em que sites eles aparecerão. Procure sites em que seus clientes ideais têm mais possibilidades de navegar. Se você tem os torcedores de um time local como alvo, a página da equipe e outros sites de torcedores seriam ideais para seus anúncios. Entre em contato com eles para saber os preços.

4. Google Maps – Sim, é o Google novamente. Você precisa incluir seu negócio no Google Maps para que as pessoas possam encontrá-lo. As buscas locais são uma das áreas que mais crescem na Internet, à medida que as pessoas as usam para encontrar as coisas que precisam em suas cidades. É assim que se faz:

• Entre no Google, clique em Mapas, e digite o nome do seu negócio.
• Se sua empresa aparece na lista, clique em Mais Informações. Verifique seus dados: telefone, site, endereço.
• Se algo estiver incorreto ou incompleto, role a página até encontrar “Adicionar ou editar a sua empresa”. Você precisa corrigir suas informações. É especialmente importante que seu site esteja listado. O Google classifica seu site de acordo com o número de links de outros sites que levam a ele, e nesse caso o link vem do Google, uma enorme fonte de links. Por isso é necessário que o endereço do seu site seja incluído.
• Se você tiver uma conta do Google, faça o login. Se não tiver, não se preocupe; é grátis. Siga as instruções e o Google enviará uma senha para o número de telefone do seu escritório ou para seu endereço para verificar que você está autorizado a fazer modificações.
• Se não estiver na lista, acesse sua conta do Google, selecione a opção Mapas, e clique em “Adicionar ou editar a sua empresa”. O site irá guiá-lo por todas as etapas.

 

Sobre A Marca Chamada Você e Peter Montoya – Adquira já o seu!

Esta fala pode parecer ousada, mas é assim mesmo – de forma agressiva e até irônica – que o autor faz o convite para a leitura de A Marca Chamada Você. A obra desconstrói duas ilusões muito comuns entre aqueles que iniciam um negócio. A primeira, a de que o público se importa com o seu negócio, quando, na verdade, ele nem sabe que existe. A segunda, a de que você oferece algo diferente e superior à concorrência, quando, de fato, oferta basicamente os mesmos produtos ou serviços. Peter Montoya mostra como o pensamento convencional é “surpreendentemente imbecil e segui-lo é a melhor maneira de “ser jogado para escanteio”.

 

 

 

 

Como funciona a criação de Marcas Pessoais (MPs)

Uma marca pessoal é uma expectativa positiva, uma promessa ao seu mercado. Ela é a posição preferencial na mente do seu cliente. Uma marca pessoal é dona da participação patrimonial, o mindshare (espaço na mente do cliente) no qual ninguém mais pode competir.

– Joe Heller, presidente, Heller International

Você frequentou a faculdade. Você pode ter um diploma de graduação, ou até de doutorado. Parabéns. Você tem orgulho de possuir um forte intelecto, de ser regido pela razão e pela análise, de ser um pesquisador e uma pessoa que toma decisões a partir de dados. Você não é propenso a ter pensamentos nebulosos ou a dar respostas melodramáticas. Então você vai comprar um carro novo, e o que faz quando chega ao salão de exposições?

Por Peter Montoya

Senta-se no banco do motorista e inala o ar. Acomoda-se nos bancos de couro e conta o número de suportes de copo. Presta atenção ao barulho da batida da porta. Um som firme? Deve ser um bom carro. Mas espere, onde estão as suas anotações sobre consumo de combustível, segurança, estatísticas de capotamento, confiabilidade e valor de revenda? Ih, você deve ter esquecido todas elas na sua mesa.

Bryan Eisenberg, um dos fundadores da firma de consultoria de marketing Future Now e autor de Call to Action, elucida a questão quando escreve: “As pessoas racionalizam suas compras com base nos fatos, mas elas tomam a decisão de comprar com base nas emoções.” Isso é verdade, até mesmo para as pessoas mais educadas, metódicas e racionais dentro da sociedade, mesmo que não queiramos admitir tal fato. Somos regidos pelas nossas emoções para comprar as coisas que satisfazem nossa necessidade visceral de ter algo bonito, de possuir poder, de ter um design legal em nossas mãos ou de nos sentirmos atraentes. A isso eu dou o nome de fator “eu quero”. Nós deixamos o “eu quero” nos guiar até a compra, e então permitimos que o fator “eu devo” entre em operação. Este é o nosso lado que utiliza fatos e números para justificar decisões de compra que já foram tomadas com base na intuição.

Então quando você caminha por uma concessionária, você pode se convencer que está procurando pelo melhor equilíbrio entre dirigibilidade, consumo de combustível, confiabilidade, acessórios e espaço no porta-malas. Mas, na realidade, você provavelmente está procurando um carro que lhe pareça bacana e mais divertido de dirigir. O Cadillac Escalade, um monstro de um utilitário esportivo que ressuscitou a moribunda marca Cadillac quando chegou ao mercado em 1999, é um exemplo perfeito desse fenômeno. Em 2006, as vendas norte-americanas do Escalade foram aos céus apesar da média do preço da gasolina ter aumentado em até 34%. Então por que as pessoas compravam esse carro enorme e ineficiente quando o combustível estava tão caro? Porque o carro era bacana. Cantores de rap o dirigiam. Shaquille O’neal tinha um. Ele era luxuoso, masculino e vinha com um sistema de som de causar hemorragias cerebrais. O desejo de comprar um “Slade”, como o carro era chamado, não tinha nada a ver com a lógica ou com a economia. Tinha tudo a ver com o “eu quero”.

 

COISAS QUE VOCÊ PODE FAZER HOJE

 

  1. Elaborar um questionário para enviar aos seus clientes ou pacientes, perguntando por que eles gostam de trabalhar com você e o que você poderia fazer para melhorar.
  2. Entrar em contato com a companhia Constant Contact (www.constantcontact.com) para criar uma newsletter.
  3. Observar os procedimentos de venda que você utiliza quando tem clientes no seu escritório, identificando os seus pontos altos e baixos.
  4. Entrar em contato com os veículos de publicidade locais (jornais, revistas, outdoors, canais de TV a cabo) e pedir um kit de mídia com os preços de anúncios.
  5. Anotar os seus objetivos de estilo de vida para os próximos um, três e cinco anos.
  6. Designar um dos seus funcionários como gerente de relacionamento com o cliente.

 

“Valsa das Máquinas”, uma aula de branding!

Vira e mexe tratamos aqui de como as empresas podem empresas podem construir ou consolidar suas marcas através das mídias sociais. Pois bem, muitas vezes isso é realmente difícil de visualizar, não é sempre que vemos um exemplo bom e ao mesmo tempo belo de como podemos fazer isso.

Eis que há pouco tempo tomamos contato com essa peça de nome “Valsa das Máquinas”, produzida pela Paramount Têxteis e veiculada no vimeo.

Confiram porque muitas vezes uma imagem vale mais que mil palavras.

Produção: Grafikonstruct

Música: Lucas Lima

 

Sobre A Marca Chamada Você e Peter Montoya

Esta fala pode parecer ousada, mas é assim mesmo – de forma agressiva e até irônica – que o autor faz o convite para a leitura de A Marca Chamada Você.A obra desconstrói duas ilusões muito comuns entre aqueles que iniciam um negócio. A primeira, a de que o público se importa com o seu negócio, quando, na verdade, ele nem sabe que existe. A segunda, a de que você oferece algo diferente e superior à concorrência, quando, de fato, oferta basicamente os mesmos produtos ou serviços. Peter Montoya mostra como o pensamento convencional é “surpreendentemente imbecil e segui-lo é a melhor maneira de “ser jogado para escanteio”.

 

 

 

 

Obama lança sua campanha para 2012 no YouTube

A hora está chegando novamente para o presidente Barack Obama que iniciou hoje a sua campanha à reeleição com a divulgação de um vídeo pelo youtube.

O mandatário estadunidense teve a internet e as mídias sociais como ponto crucial para ganhar as eleições à presidência dos EUA, em 2008. Agora Obama tentará usar das mesmas ferramentas para trabalhar sua marca pessoal junto aos eleitores e reverter a sua baixa popularidade.

O que está por vir em termos de disputa eleitoral é imprevisível. A única afirmação que merece maior crédito é a de que o poder da internet para ganhar votos e alavancar fundos é quase insuperável e mesmo assim ainda bem inexplorado.

Obama deu o primeiro passo em sua estratégia eleitoral. Observemos o que vem por aí e o que há para ser apreendido em termos de marketing pessoal e as novas tecnologias que hoje temos para esse fim.

 

 

 

 

Sobre Marca Pessoal

 

MARCA CHAMADA VOCE

Esta fala pode parecer ousada, mas é assim mesmo – de forma agressiva e até irônica – que o autor faz o convite para a leitura de A Marca Chamada Você.

A obra desconstrói duas ilusões muito comuns entre aqueles que iniciam um negócio. A primeira, a de que o público se importa com o seu negócio, quando, na verdade, ele nem sabe que existe. A segunda, a de que você oferece algo diferente e superior à concorrência, quando, de fato, oferta basicamente os mesmos produtos ou serviços.Peter Montoya mostra como o pensamento convencional é “surpreendentemente imbecil e segui-lo é a melhor maneira de “ser jogado para escanteio”. A primeira “dica” do autor em seu livro, deixa isso bem claro!

 

Menos clientes, melhores clientes

Menos clientes, mais clientesUma grande marca pessoal (MP) é a sua passagem para fugir da monotonia de vender, gastar dinheiro com ferramentas de marketing que não funcionam, e de perseguir constantemente cada cliente em potencial que se aproxima.

Por Peter Montoya

Voltando à política por um momento, é sabido que uma das chaves das estratégias de campanha é “defina-se antes que o seu oponente possa defini-lo”. Se você não comunica a sua mensagem de maneira rápida e firme, o seu oponente pode chamá-lo de “vira-casaca”, e você acabará jogando na defesa quando deveria estar atacando.

Ao defini-lo nas mentes dos seus clientes em potencial ao invés de deixar que eles o definam, sua marca traz novos negócios à sua porta, fazendo com que você gaste menos tempo divulgando o seu negócio e mais tempo atendendo os clientes. Mas uma grande marca faz outra coisa que é vital: ela melhora a qualidade dos seus clientes. Digamos que você é um contador que se especializa na declaração de imposto de renda para outros profissionais – médicos, advogados etc.

Continue lendo

Tudo é desenvolvimento de marca!

A Marca Chamada Você

A partir do momento que você cria uma marca pessoal, não há como voltar atrás.

Por Peter Montoya

Soa assustador, não é? Bem, os negócios podem mesmo ser assutadores. O fato é que, a partir do momento em que você estabelece e lança a sua marca, você está compromissado. Tudo o que você faz na sua vida profissional – e mesmo algumas das coisas que você faz publicamente na sua vida pessoal – afeta a sua MP. Toda marca é um pouco como um navio com as velas estendidas, constantemente em equilíbrio com a força do vento que o move e que ao mesmo tempo deseja arrancar-lhe os mastros e afundá-lo. Tome uma decisão equivocada no leme ou interprete mal o tempo, e você logo estará enviando um SOS (sinal enviado em situações de emergência) e abrindo os botes salva-vidas.

Continue lendo

Apenas 16% dos internautas brasileiros produzem conteúdo em redes sociais

Estudo Redes SociaisUma pesquisa divulgada pela eCMetrics, nesta quinta-feira (17), mostra o perfil dos internautas brasileiros.

Alguns dados chamam atenção.

De acordo com o estudo, apenas 16% dos internautas do Brasil produzem conteúdo em redes sociais.

Ou seja: poucos (você e a sua marca, por exemplo) podem influenciar muitos.

Outro dado interessante: os internautas estão muito interessados em produtos, marcas e serviços.

As mulheres são as que mais produzem conteúdo para mídias sociais e também as que mais criticam. Já os homens são os que mais consomem.

Veja a pesquisa inteira.

Segundo Perter Montoya, autor do livro A Marca Chamada Você, os dados devem ser vistos com ressalva já que o fenômeno das mídias sociais é novo no Brasil e no mundo. Segundo ele, a tendência é que mais e mais pessoas se apropriem dessas ferramentas como forma de divulgar suas ideias e sua marca pessoal, de modo a diferenciar-se de seus concorrentes.

Continue lendo

FHC critica atuação exagerada de marqueteiros em campanhas eleitorais

FHC-734760

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso criticou a atuação de marqueteiros nas campanhas eleitorais, a qual qualificou de exagerada. A declaração foi dada em entrevista para o jornal Folha de S. Paulo. Segundo FHC, a lógica do marketing eleitoral de agora deforma a imagem do candidato para adaptá-la à desejada pela população.

“Nós entramos num marquetismo perigoso, que despolitiza. Hoje a campanha faz pesquisas e vê o que a população quer naquele momento. A população sempre quer educação, saúde e segurança, e então você organiza tudo em termos de educação, saúde e segurança, e isso tudo sem perceber que a verdadeira questão é como você transforma em problema uma coisa que a população não percebeu ainda como problema… A pesquisa [de opinião] é útil não para você repetir o que ela disse, mas para você tentar influenciar no comportamento, a partir de seus valores. Suponha uma pesquisa sobre privatização em que a maioria é contra. A posição do líder político é tentar convencer a população [do contrário]. O que nós temos na campanha é a reafirmação dos clichês colhidos nas pesquisas. Onde é que está a liderança política, que é justamente você propor valor novo. O líder muda, não segue.”

“Nós entramos num marquetismo perigoso, que despolitiza”

Já segundo o especialista em marcas pessoais, Peter Montoya, o marketing eleitoral e o moldamento de uma “marca” em torno do candidato é importante sim, mas desde que isso seja condizente com as verdadeiras práticas e ideias defendidas pelo mesmo. Ou seja, de acordo com o especialista, o importante é agregar à imagem do candidato valores associados à liderança, competência e honestidade, mas sem transformá-lo naquilo que ele não é.

Continue lendo

Redes sociais passam a integrar currículo de candidato

Dicas Redes Sociais em empresas e curriculos

Agora é pra valer: as empresas realmente estão usando as redes sociais como um dos fatores de avaliação dos candidatos. Segundo o portal Administradores, já é recomendado inclusive que o endereço de redes como Orkut, Facebook, Twitter e Linkedin já venham citadas no currículo, pois são essas têm se destacado como as ferramentas para contato ou para estratégia de carreira, pelos internautas no País.

Na avaliação do presidente da Curriculum (empresa de armazenamento e administração de currículos na web), Marcelo Abrileri, plataformas como as redes sociais, blogs e microblogs se tornaram um complemento no processo de seleção.

“Mas vale ressaltar que é apenas um complemento da seleção. As redes sociais não substituem as ferramentas desenvolvidas especificamente para buscar candidatos”, afirma o executivo.

Continue lendo

Bom marketeiro, Sebastian Piñera ganha aprovação com resgate dos mineiros

Realmente, Sebastian Piñera conseguiu transformar um iminente desastre numa plataforma de aprovação popular de sua imagem mediante o povo chileno. O presindente mostrou que, conscientemente ou não, é um excelente marketeiro, e soube usar muito bem o aparato governamental e midiático para fazer com que os 69 dias em que os 33 mineiros chilenos estiveram soterrados fossem suficientes para que sua popularidade disparasse.

Segundo levantamento da consultoria Adimark, desde a divulgação da notícia de que os mineiros estavam vivos, a aprovação de Piñera cresceu 11 pontos percentuais, atingindo 56% dos entrevistados na sondagem. É o maior índice já alcançado pelo seu governo, cujo percentual de aprovação era de 52% na época da sua posse, em janeiro deste ano.

A explicação para tudo isso se deve ao plano de resgate bem planejado, organizado e executado. Piñera acompanhou in loco todo o trabalho de resgate e fez com que sua imagem (assim como a do ministro da Mineração, hoje também chamado de “presidente” pelos mineiros e seus familiares) estivesse presente durantes todas as fases do processo salvamento.

Segundo o especialista em branding e análise de imagem e autor do livro A Marca Chamada Você (DVS Editora), Peter Montoya, o presidente mostrou que domina alguns conceitos básicos para o desenvolvimento de marcas pessoais.

“A criação de uma marca lhe dá uma maneira de difundir quem você é para o seu público-alvo de forma rápida e eficiente. Isso se faz com muito trabalho e dedicação. Agora, um dos quesitos mais importantes é que isso seja visto. Seja responsável por grandes feitos, mas certifique-se de que as pessoas certas fiquem sabendo disso. Visibilidade cria credibilidade. Autopromoção sem qualidade é arrogância, a autopromoção com qualidade é um negócio inteligente”, afirma Montoya.

Ainda segundo a consultoria Adimark, o nacionalismo chileno também ascendeu com o resgate, sendo fundamental para a recuperação de parte de autoestima abalada após o terremoto que atingiu o país em fevereiro, deixando mais de 800 mortos.

Continue lendo

Cinco lições sobre Marca e Marketing, com Lady Gaga

O guru do branding, Peter Montoya, autor do livro A Marca Chamada Você , costuma dizer “Trabalhe seu nome, ele deve ser a sua marca e deve diferenciar você dos seus concorrentes; deve fazer de você algo único e mostrar a originalidade daquilo que oferece. Você precisa se interligar, relacionar-se com pessoas e inserir seu nome (Marca) no cotidiano delas. Você deve ser responsável por grandes feitos, mas é necessário certificar-se de que as pessoas certas fiquem sabendo disso. Nunca se esqueça de que visibilidade cria credibilidade; e que autopromoção sem qualidade é arrogância, mas que autopromoção com qualidade é um negócio inteligente”.

Parece que Lady Gaga captou certinho a mensagem! O seu Nome virou uma Marca, e à sua Marca está associado não só a sua música, mas um estilo de viver, uma maneira de se vestir, entre outras muitas questões.

Continue lendo