Por que fazer o bem é bom para os negócios?

fevereiro 5, 2010 em Dov Seidman, Posts

dov_seidman.topA popularização da tecnologia da informação tem feito do bom comportamento um fator de extrema importância para as empresas, já que se torna cada vez mais difícil esconder o mau comportamento. Ou seja, cada vez mais importa o como se faz em vez do o quê se faz.

(Revista Fortune) – O desemprego bateu os 10% no ano passado, nos EUA. Diante de tal quadro, a gigante farmacêutica Pfizer decidiu fazer uma boa ação. Para os clientes que haviam perdido seus empregos em 2009 e que não tinham cobertura médica, a Pfizer forneceu uma lista de 70 medicamentos da marca, de Lipitor a Viagra, para serem adquiridos gratuitamente, por até um ano.

Para uma empresa cuja reputação tem sofrido algumas manchas, incluindo os US$ 2,3 bilhões pagos em multas no ano passado pela comercialização não autorizada de drogas para os médicos, o programa de prescrição livre representa uma reviravolta.

“Fizemos isso porque achamos que era a coisa certa a fazer”, diz CEO da Pfizer, Jeffrey Kindler. Isso foi motivo de orgulho para nossos funcionários e causou uma resposta positiva por parte dos clientes. A longo prazo, isso vai ajudar o nosso negócio.”

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Dov Seidman em entrevista para o canal CNN Money

fevereiro 4, 2010 em Multimídia, Posts

Autor do livro “COMO” fala sobre ética e política bancária nos EUA.

O que há por trás dos bilhões de dólares ganhos pelos bancos norte-americanos? Isso é fruto de uma política que serve à população ou que é apenas voltada para seus próprios interesses?

O executivo discute como os bancos podem explicar melhor o que os seus banqueiros realmente fazem para ganhar tanto dinheiro.

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Em busca da igualdade entre os sexos

fevereiro 3, 2010 em Posts

igualdade entre os sexosMasculino e feminino: apesar das diferenças ainda existentes, é de se esperar que no novo cenário social que está surgindo, no século XXI, não haverá vencedores e nem vencidos entre homens e mulheres, mas sim a colaboração e a harmonia no trabalho conjunto prevalecendo a inteligência e a competência das pessoas, única e exclusivamente.

Por Victor Mirshawka

A tese de que as mulheres não gostam da política organizacional das empresas, o que leva as empresas a se inclinarem mais a favor do gênero masculino é bastante contestado no livro de Peninah Thomson e Jacey Graham com o título O Lugar da Mulher é na Direção.

Elas contam a seguinte anedota no seu livro: trinta executivos de nível médio, homens e mulheres se reuniram para falar sobre o novo programa de diversidade de sua empresa.

O moderador iniciou o debate pedindo para que cada um expusesse sua visão sobre como era trabalhar para a empresa do ponto de vista masculino e feminino.

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Cláudio Queiroz – FEEDBACK: Como conduzi-lo no mundo corporativo?

fevereiro 1, 2010 em Cláudio Queiroz, Gestão de Pessoas, Posts

feedbackTemos um histórico que fortalece a crença de que feedback é sinônimo de crítica, dor, algo desagradável, e especialmente de tristeza e desconforto, quando na verdade deveria ser o contrário. As organizações deveriam não somente usá-lo bem, mas inclusive estimulá-lo entre todos os colaboradores, em especial entre gestores e empre­gados.

Por Cláudio Queiroz

Feedback, na tradução literal, significa realimentação. É uma etapa do processo de comunicação, retorno, nivelamento de percepção. Em síntese, é informar ao outro a percepção sobre alguma ação ou comporta­mento. Erroneamente entendido como conselho, crítica e desabafo.

Considerando-se que esta etapa auxilia no autoconheci­mento, pode-se afirmar que é instrumento poderosíssimo para qualquer pessoa em seu processo de autodesen­volvimento.

Assim sendo, as organizações deveriam não somente usá-lo bem, mas inclusive estimulá-lo entre todos os colaboradores, em especial entre gestores e empre­gados. Entretanto, esta prática não se traduz de forma recorrente no mundo empresarial.

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GRANDES DECISÕES SOBRE PESSOAS

novembro 11, 2009 em Gestão de Pessoas, Posts

Bons resultados só serão possíveis quando os melhores profissionais ocuparem as posições adequadas. Na verdade, nada é mais importante do que isso. Para quase todos os executivos, o sucesso profissional deriva diretamente de sua capacidade de escolher a pessoa certa para a sua equipe.

Claudio Fernández-Aráoz é sócio e membro do comitê executivo da Egon Zehnder International, uma firma global líder na busca de executivos, onde atua há mais de vinte anos realizando projetos para importantes organizações do mundo inteiro. Ele é o autor de Grandes Decisões sobre Pessoas, no qual mostra claramente que não importa qual seja o seu negócio, produto, serviço ou estratégia, tudo é feito por pessoas.

Portanto, bons resultados só serão possíveis quando os melhores profissionais ocuparem as posições adequadas. Na verdade, nada é mais importante do que isso. Para quase todos os executivos, o sucesso profissional deriva diretamente de sua capacidade de escolher a pessoa certa para a sua equipe. É bem difícil saber fazer, de maneira eficaz, nomeações importantes, pois pouquíssimas pessoas recebem treinamento formal para exercer com eficiência essa importantíssima atividade, e não existe nenhum instrumento abrangente para suprir essa falta de treinamento. Então, quem ler com atenção Grandes Decisões sobre Pessoas irá fechar bem esse gap (lacuna) no seu desempenho como gestor.

Inúmeros são os motivos que fazem os executivos perderem o sono; entretanto, o que mais preocupa diretores e gestores são as pessoas, pois eles não sabem qual é a resposta certa para a pergunta: como descobrir e colocar a pessoa competente à função correta? As pessoas são, ao mesmo tempo, problema e solução.

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O QUE POSSIBILITA A LONGEVIDADE CORPORATIVA?

novembro 9, 2009 em Posts

Quem dá uma excelente resposta para essa pergunta é Arie de Geus, que foi executivo do Grupo Royal Dutch Shell por 38 anos em 3 continentes, até no Brasil, chegando a assumir a presidência em algumas dessas regiões. Atualmente é professor convidado da London Business School e membro do Conselho do Centro de Aprendizado Organizacional do Massachusetts Institute of Technology (MIT). É também autor do livro A Empresa Viva: Como as Organizações podem Aprender a Prosperar e se Perpetuar, que recebeu aceitação no mundo todo, levando inclusive Peter Senge a considerá-lo como o verdadeiro criador do conceito de learning organization (aprendizado organizacional).

Arie de Geus acha que o que permitiu a longevidade coorporativa das empresas com as quais trabalhou (ou observou) foram quatro fatores principais, a saber:

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