8 conceitos básicos indispensáveis à melhoria contínua em equipes

Praticamente todas as empresas entoam um discurso de mudança. Há mais ou menos um censo comum de que o mercado está sempre em transformação e que é preciso estar atento para acompanhá-lo. No entanto, são poucas as companhias que de fato possuem um política que permita a evolução constante. O que geralmente acontece é que gestores e empresários reagem tardiamente e são obrigados a iniciar uma corrida atrás do prejuízo.

Isso faz com que o processo seja esvaziado, já que, mudar por mudar, nem sempre é efetivo. É preciso MELHORAR! Para uma evolução constante, empresas e equipes precisam ter a melhoria como um preceito básico em sua cultura. A mudança não é algo que ocorre de uma hora para outra, é preciso um processo sólido e regular.

Para isso, os professores Victor Mirshawka e Victor Mirshawka Jr. desenvolveram a Roda da Melhoria. Trata-se de um ciclo formado por 8 etapas (que eles chamam de 8is) que devem ser dominadas pelos gestores que desejam instaurar um processo de melhoria contínua. Veja abaixo uma descrição breve de cada um dos conceitos:

01. Iniciativa:
Sem ela não dá para começar nenhuma mudança significativa.

02. Informações:
São essenciais para se situar dentro de um certo contexto.

03. Ideias:
Vitais para se chegar às coisas novas.

04. Inovação:
Tanto em um produto ou um serviço, é resultado do que idealizamos no nosso cérebro.

05. Insistência:
Imprescindível para que os principais atores concordem com a introdução da inovação.

06. Integração:
Fundamental, em particular numa empresa na qual todos devem aceitar a mudança.

07. Implementação:
É a parte difícil, fazer com que a mudança seja de fato implantada.

08. Introspecção:
É a atitude racional de analisar se não deve haver uma nova mudança e recomeçar tudo de novo.

Como “gira” a Roda da Melhora:

Quando alguém toma uma iniciativa para a mudança, precisará buscar novas informações que permitam ter ideias – e elas conduzem à inovação. A insistência faz com que a inovação seja aceita para, então, integrar a novidade entre todos os envolvidos e ter apoio para a implementação. Assim que concretizada, o agente da melhoria deverá se preparar para uma introspecção. Nessa última etapa, conclui-se, muitas vezes, que é necessário promover uma nova mudança. O que leva, então, de volta ao começo da roda!

Livro esmiúça o assunto:

Victor Mirshawka Jr. e Victor Mirshawka (imagem abaixo) detalham cada uma das etapas, bem como outros conceitos envolvidos no processo no livro “A Roda da Melhoria” (DVS Editora).  Para adquirir a obra e se aprofundar no assunto, clique aqui!

Autores da DVS Editora participam do CBTD 2013 – maior Congresso de Treinamento da América Latina

De 26 a 29 de novembro ocorre, na cidade de Santos (SP), o CBTD 2013 – Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento – maior do gênero na América Latina. Nesta edição, o evento contará com mais de 2 mil especialistas em Gestão de Pessoas que abordarão o tema em mais de 80 atividades ao longo dos 4 dias de congresso.

Cinco autores da DVS Editora palestrarão no evento, são eles: Marcia Luz, Branca Barão, Claudio Queiroz, James McSill e Victor Mirshawka Jr.

PRESENÇAS ILUSTRES
Luiz Felipe Scolari, técnico da Seleção Brasileira de futebol, fará a abertura do evento. Em palestra magna, ele trará suas histórias de como o relacionamento da equipe é fundamental para alcançar os objetivos.

Outra participante de peso, a apresentadora do GloboNews, Mônica Waldvogel, compartilhará com os participantes suas histórias sobre a importância de alinhar sucesso e felicidade.

O encerramento ficará por conta do humorista Fabio Porchat, que ganhou notoriedade pelos vídeos publicados no YouTube pelo canal “Porta dos Fundos”. Com um show de comédia, o CBTD 2013 deixará a mensagem final de que aprender deve ser divertido.

AUTORES CONVIDADOS
A DVS Editora marca presença com 5 autores convidados a palestrar, são eles: Marcia Luz, autora do livro “Agora é pra valer!“; Branca Barão, autora de “8 ou 80“; Claudio Queiroz, autor das obras “O Elo da Gestão de Carreira” e “As Competências das Pessoas“; James McSill, autor de “5 Lições de Storytelling” e coautor da coleção “Book in a Box“, e Victor Mirshawka Jr, que recentemente publicou o “Pequeno livro da alegria“, além de já ter participado, como coautor, da produção de inúmeras obras.

Além da palestra regular (veja abaixo), Branca Barão apresentará também a atividade final do CBTD 2013. Antes do encerramento, a autora falará sobre a importância de se colocar em prática – e compartilhar – os novos conhecimentos adquiridos no evento.

Saiba mais sobre as palestras de cada um deles:

Marcia Luz - Palestrante

MARCIA LUZ
Muito Além do Combinado – Supere Expectativas

Líderes de sucesso vão além do que lhes é solicitado. Eles fazer o que precisa ser feito para os resultados serem alcançados. Descubra como superar expectativas do cliente, de seu time, dos acionistas e dormir com a certeza de que fez a diferença na vida das pessoas.

Branca Barão - PalestranteBRANCA BARÃO
Protagonize-se – É Tudo o que Você Precisa!

Com músicas compostas especialmente para a ocasião, vou compartilhar com os participantes o significado de protagonismo como um comportamento determinante para a criatividade, autoliderança e resultados.

Claudio Queiroz - PalestranteCLÁUDIO QUEIROZ
Sucessão – Proposições Para Um Caminhar

É recorrente falarmos sobre o crescimento das empresas e necessidade de termos gente pronta para assumir novos desafios, resumindo: a busca por talentos. Mais que guerra por talentos, estamos também preocupados com as perguntas: quem vai ficar no lugar de fulano? Quem preencherá a vaga de gestor na nova unidade que vamos abrir? Quem responderá pela unidade de negócios quando sicrano se aposentar? Quem ficará a frente do novo projeto? A proposta é discutir alternativas e estratégias que podemos implementar para responder estas perguntas com mais segurança e tranquilidade.

JAMES MCSILL
A Mecânica da Produção de Textos de Autoajuda ou de How-To

Para você que sempre sonhou em escrever um livro, dominar as técnicas e compreender a mecânica de como produzir livros de autoajuda ou de how-to, qual a chave para se conseguir editores que venham a se interessar pelo trabalho que você realizou? Nesta conversa simples e descontraída, James McSill oferecerá uma visão interna de quem vem trabalhando livros de autodesenvolvimento com autores brasileiros e conduzirá a você pelos meandros deste gênero de literatura que mais cresce no mundo. Além de ser um bem-sucedido consultor de estórias, James é autor de romance, histórias infantis, livros técnicos e da série Book-in-a-box para jovens autores.

VICTOR MIRSHAWKA JR
Ser Feliz…Na Prática!

Demonstrar a importância que a Busca da Felicidade adquiriu no contexto contemporâneo, através da exploração de conceitos oriundos da filosofia e da psicologia, aplicados ao aperfeiçoamento dos modelos de gestão de pessoas e de talentos. Apresentar e comentar exemplos práticos que os gestores de RH e de Talentos podem utilizar em suas práticas visando permitir aos colaboradores de suas empresas que encontrem a Felicidade em seu trabalho e em sua vida pessoal.

Encontre mais informações, programação completa e ficha de inscrição para o CBTD 2013 no site oficial do evento: http://portal.abtd.com.br/portal/cbtd.html

Como pessoas e organizações podem ser mais alegres e mudar seu estilo de vida

Agir com alegria costuma ser associado à vida particular. Muitas pessoas têm a ideia de que, profissionalmente, é importante construir uma imagem extremamente série e rígida. Essa ideia ainda enraizada na cultura corporativa resulta em ambientes de trabalho sisudos e, muitas vezes, poucos convidativos.

Adquira o Pequeno Livro da Alegria, de Victor Mirshawka Jr

No entanto, alguns profissionais acreditam que há inúmeras vantagens quando se vai contra esse pensamento. Victor Mirshawka Junior, professor da FAAP e autor do Pequeno Livro da Alegria (DVS Editora), afirma que um ambiente descontraído, dentro do limite do respeito e da demanda produtiva serve para catalisar e potencializar a geração de resultados melhores. Em reportagem publicada na Revista Melhor (leia completa aqui), ele explica que “dessa forma, fica mais fácil a delegação de tarefas pelos líderes, a criação de equipes de projeto de alta performance, a geração de ideias visando inovação e uma série de outras consequências positivas”.

Para que isso seja possível ele enfatiza que deve ser apresentada ao gestor a importância de “gerir” o clima organizacional para aumentar o nível de felicidade dos funcionários. “Após isso, o RH pode contar com diversos instrumentos disponíveis cujo propósito é diagnosticar o clima organizacional. A partir das conclusões sobre o clima advindas dessas ferramentas de diagnóstico, a área pode e deve implementar e/ou refinar seus programas de seleção, treinamento, formação, reconhecimento e recompensas de forma a caminhar em direção a um estado geral de maior felicidade dos funcionários.”

No Pequeno Livro da Alegria, Victor propõe uma série de sugestões de pequenas atitudes que podem ajudar na busca pela felicidade. Além das dicas e de como executá-las, o autor descreve os prováveis “efeitos colaterais positivos” resultantes de cada ação, como no exemplo abaixo:

Veja algumas outras dicas propostas no Pequeno Livro da Alegria, de Victor Mirshawka Jr:

– Registre seu propósito na vida
– Reze em voz alta
– Anuncie sua gratidão
– Realize um ato de bondade aleatória e anônima
– Diga “bom dia” a todos, sem exceção

 

Criatividade e ambiente de trabalho

criatividade e ambiente de trabalho

Ouça entrevista para o programa Viva Cidade, da Rádio 96 Fm de Bauru (SP), com o consultor, palestrante e autor do livro Qualidade da Criatividade, Victor Mirshawka Jr.

No bate-papo, o autor explica como a criatividade torna-se cada vez mais peça chave para o desenvolvimento de colaboradores, funcionários e estratégias dentro das empresas.

Segundo ele, a criatividade pode aparecer de duas formas. A primeira delas ocorre quando o colaborar encontra algo que possa ser melhorado em seu trabalho e propõe uma solução – o que seria a demonstração mais básica de criatividade; ou no instante em que é desenvolvido um projeto capaz de modificar ou até mesmo revolucionar o modelo de geração de receita ou de negócios da empresa. Esta última modalidade é chamada de inovação ou empreendedorismo.

Como estimular a criatividade

Victor dá algumas dicas práticas sobre como é possível estimular e tirar maior proveito da criatividade. Antes disso, ele destaca que não é preciso revolucionar a todo momento para que haja criatividade. Pequenas melhorias nos processos do dia a dia são demonstrações essenciais desta competência. Veja como desenvolver a habilidade criativa:

Captar conhecimentos de outras áreas: diversificar os tipos de informação buscados capacita o indivíduo a fazer mais conexões, ou livre associações, que são a base das ideias. Ou seja, se você é um profissional de exatas, busque conhecimento de outras áreas, como nas humanas, e não se feche apenas ao seu campo de atuação.

Persistência: A taxa de sucesso de uma ideia é baixa em relação à quantidade de ideias que somos capazes de conceber. Por tanto, quando uma ideia parece promissora, é preciso insistir tanto para lapidá-la como para que seja realmente colocada em prática.

Anotar em um caderno: Esta dica parece bastante elementar, porém nem sempre é observada. Anote ou documente suas ideias de algum modo para resgatá-la mais tarde. Temos inúmeras ideias durante o dia e nem sempre somos capazes de nos lembrarmos dela.

Criticar depois: normalmente temos o mau hábito de criticarmos uma ideia logo após recebê-la. Inverta a ordem. Inicialmente procure encontrar as vantagens, em seguida as oportunidades e por último as preocupações e eventuais problemas. A simples troca da ordem pode salvar uma ideia para que ela não morra precocemente, já que é complicado trabalhar algo cuja primeira avaliação foi negativa.

“Tudo o que foge da norma tem uma rejeição inicial, e uma pessoa criativa tem que fugir da normal, tem que conceber ideias que não sejam estatisticamente comuns ou medianas”
– trecho da entrevista de Victor Mirshawka Jr.

Qualidade da Criatividade I e II

Qualidade da Criatividade I

Qualidade da Criatividade II

Na coleção Qualidade da Criatividade são abordados temas desde como usar melhor o seu cérebro até a eliminação dos maus hábitos, dando naturalmente realce aos bons hábitos que permitem ao leitor tanto individualmente como em grupo alcançar um grande desenvolvimento em criatividade. São apresentadas muitas técnicas criativas, exemplificam-se inovações bem-sucedidas e chega-se à análise da empresa criativa. Faz-se também uso de vários softwares que facilitam o desenvolvimento de um processo criativo como aquele criado em Buffalo, na Universidade de Nova York.

Não se deixa também de abordar o tema ligado a gestão da inovação e do capital intelectual de uma organização, em particular na busca e na retenção de talentos de uma corporação. As empresas no século XXI só sobreviverão se tiverem muitos talentos pois, sem dúvida, essa é a era do cérebro. É vital pois a absorção dos conceitos apresentados para se ter uma competência essencial, ou seja, ser um ser humano muito criativo, profissional, que todas as empresas desejarão contratar!!!

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Saiba mais sobre o autor

Victor Mirshawka Junior é diretor da pós-graduação da FAAP e autor do livro Qualidade da Criatividade. Nesta coleção ão abordados temas desde como usar melhor o seu cérebro até a eliminação dos maus hábitos, dando naturalmente realce aos bons hábitos que permitem ao leitor tanto individualmente como em grupo alcançar um grande desenvolvimento em criatividade. São apresentadas muitas técnicas criativas, exemplificam-se inovações bem-sucedidas e chega-se à análise da empresa criativa. Faz-se também uso de vários softwares que facilitam o desenvolvimento de um processo criativo como aquele criado em Buffalo, na Universidade de Nova York. Não se deixa também de abordar o tema ligado a gestão da inovação e do capital intelectual de uma organização, em particular na busca e na retenção de talentos de uma corporação. As empresas no século XXI só sobreviverão se tiverem muitos talentos pois, sem dúvida, essa é a era do cérebro. É vital pois a absorção dos conceitos apresentados para se ter uma competência essencial, ou seja, ser um ser humano muito criativo, profissional, que todas as empresas desejarão contratar!!!

Engenheiro eletrônico formado pela Faculdade de Engenharia da FAAP, em 1991, Victor é mestre em Tecnologia Educacional, pela Universidade de Syracuse. Foi responsável pela implantação do currículo da disciplina Criatividade, na Faculdade de Engenharia, assumindo posteriormente a mesma nas Faculdades de Direito e Computação e Informática. Autor de livros nas áreas de Qualidade e Criatividade, vem aplicando os conhecimentos desenvolvidos na FAAP, também como consultor em empresas que buscam inovação. Ocupa atualmente a posição de diretor da Faculdade de Computação e Informática com bacharelado em Sistemas de Informação da FAAP.

A Revolução do Imponderável – Quais os Desafios do Gestor na Era da Criatividade?

Criatividade, DVS, DVS Editora, Blog do Editor

“A cada nova leitura que faço sobre assuntos tais como tendências, contemporaneidade, pós-modernidade e desafios competitivos, a palavra velocidade aparece mais vezes.”

Por Victor Mirshawka Junior.

E isso torna o trabalho singelo de escolher um título de artigo sobre o tema cada vez mais complicado, pois começam a faltar termos que exprimam a sua relevância, já que temos discutido exaustivamente o papel preponderante da velocidade na necessária reinvenção dos modelos de gestão.

Junte a isso a crescente concordância de que vivemos na Era da Criatividade, em sucessão à Era do Conhecimento. Subsidie essa conclusão por variados trabalhos, desde a argumentação feita em favor do surgimento da Economia Criativa, por Richard Florida, até as recentes declarações de expoentes sagrados da Gestão, como Gary Hamel (vide excelente entrevista: A Gestão na Era da Criatividade, na revista HSM Management, Março/Abril 2010).

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