Não seja “mais um”

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial e membro dos conselhos editoriais da DVS Editora e da Revista Criática.

Escrevo essa matéria após ter assistido o filme sobre Steve Jobs, o legendário empresário norte americano, fundador da Appel.

Muito se propaga sobre a genialidade de Jobs em conduzir a Apple ao primeiro lugar nos quesitos inovação tecnológica e conceito de produto. Fala-se muito também sobre sua capacidade empreendedora, sua coragem para encarar o fracasso inicial na própria Apple, com uma retumbante demissão (Período no qual dedicou sua veia empreendedora para fundar a Pixar, a partir da aquisição de uma empresa falida).

Sem sombra de dúvida uma lenda para o empreendedorismo. Mas ao acompanhar a cobertura sobre seu falecimento, lendo e escutando os discursos que realizou para estudantes e outros públicos, penso que consegui extrair o que chamaria de um “DNA”, ou seria uma linha mestra de conduta exclusivamente inclinada para aqueles que desejam fazer algo de especial com suas vidas.

Diferente

Desta forma, expresso abaixo com as minhas palavras, aquilo que consegui compreender a partir do legado comportamental do mítico empresário:

01) Não se iluda, as pedras do caminho surgirão. Muito mais importante do que o batido blá, blá, blá sobre aprendizado e superação, entenda que se desejar um lugar ao sol deve estar preparado para persistir, e prosseguir com o que lhe restou de confiança e recursos por um bom período, antes de ver a luz ao final do túnel.

02) Seja original, sem ser iludido. Saiba reproduzir de forma rentável e aplicável aquilo que de alguma forma já funciona, mas aos poucos construa o seu espaço próprio, os seus conceitos, o seu produto ou serviço;

03) Tenha e cultive a sua personalidade. Saiba fugir do senso comum e, sem perder o sendo crítico, mas convicto de seus argumentos e conceitos, tenha a coragem de pensar por conta própria e defender leoninamente suas crenças, sem se preocupar em ser aceito ou com “narizes torcidos”, comentários depreciativos, ou risadas sarcásticas.

04) Se deseja inovar, esteja preparado para toda a descrença que originalmente surgirá ao seu redor;

05) Trabalhe com foco no realizar, que significa em termos empresariais construir algo que se sustente economicamente, mas menos preocupado com os ganhos financeiros imediatos que podem migrar para o seu bolso;

06) Não se apegue aos modismos de gestão. Desenvolva um estilo próprio, sem se importar com o aval dos “especialistas”, e caso conclua que em determinado momento ou estágio é necessário ser controlador e centralizador, simplesmente haja como tal e ponto final;

07) Não perca tanto tempo na busca de reconhecimento ou da percepção alheia sobre sua luta empresarial. Isso raramente acontecerá, e saiba desde já que erguer um negócio lucrativo e inovador, que confronta padrões pré-estabelecidos e conceitos vigentes, trará desafetos, inimigos, detratores e muitas críticas antes de dar certo.

Por último, sugiro aprender a lidar com a solidão.

Um abraço e até o próximo.

4 dicas para implementar uma ideia inovadora

Você provavelmente já teve alguma ideia inovadora que, à primeira vista parecia brilhante, mas acabou não indo muito além, certo? Todo mundo já passou por aquele momento em que, de repente, pensa em algo aparentemente muito bom, mas que, no fim das contas, nem vai para frente. E o pior é que, apesar de muitas dessas ideias não serem tão boas, outras poderiam gerar um resultado muito satisfatório, caso fossem tratadas da maneira correta.

Matt Kingdon, autor do livro Os Verdadeiros Heróis da Inovação

Matt Kingdon, autor do livro Os Verdadeiros Heróis da Inovação

Para criar algo empreendedor, você precisa saber que mais importante (e mais difícil) do que ter uma ideia, é saber como transformar um conceito ainda muito abstrato em algo rentável, planejado e que se aplique ao mundo real. É muito comum as pessoas, ao pensarem em uma invenção, tomarem dois caminhos distintos: o primeiro é tratá-la de maneira extremamente complexa e formal, logo de cara, e a segunda é exitar em compartilhar e, assim, perder o momento.

Matt Kingdon, autor do livro Os verdadeiros heróis da inovação (DVS Editora) deu um depoimento à Harvard Business Review com 4 dicas que podem ajudar bastante nesse processo entre ter uma ideia inovadora, e fazer com que ela se torne um negócio rentável.

1) Tenha uma postura de “bom o bastante”

O protótipo perfeito é aquele que passa uma mensagem de “eu já sou suficientemente bom”. É claro que durante o processo de criação os conselhos e críticas são muito bem vindas, mas ao apresentar o projeto dentro da sua empresa, é essencial que ele passe essa ideia, ao invés de algo como “posso ser melhor, me ajude a conseguir isso”.

2) Conduza experimentos de baixo custo

Se na apresentação final do seu projeto você precisa ter uma proposta mais forte, ele só dará certo se você, antes, compartilhar sua ideia com outras pessoas. A partir disso, pegue o feedback que lhe for passado e comece a conduzir experimentos que tornem essa ideia ainda melhor. Isso irá consistir em alguns processos de aprendizado e adaptação, e quanto mais você fizer, melhor. Logo, é muito importante que isso tudo tenha baixo custo e aconteça da maneira mais rápida possível, já que assim você elimina dois fatores que podem jogar a sua ideia dentro da gaveta, novamente.

3) Diminua os riscos

Injetar uma ideia que ainda está em seu estágio inicial, no processo formal de inovação de uma empresa, pode ser o fator determinante para matar essa ideia. Não arrisque. Ao invés disso, mostre seu projeto de maneira informal. Deixe protótipos sobre sua mesa, para que as pessoas comentem quando passarem por lá. Isso irá ajudá-lo a aprimorar sua criação, aumentando sua confiança para que você possa inserí-la no processo de aprovação da sua empresa.

4) Mostre que você está aberto às críticas

Estar aberto às críticas não é o bastante. É preciso ter a certeza que as pessoas saibam disso. Mostre para elas o quanto você quer que elas respondam com sinceridade, um bom caminho é dizer algo do tipo “sei que essa ideia ainda tem suas falhas, mas espero que possamos trabalhar nisso e conto com a sua ajuda para melhorar”. [Via]

Os Verdadeiros Heróis da Inovação

Na obra, o autor investiga a fundo de que forma você pode fazer a inovação realmente ocorrer mesmo em organizações que têm uma mentalidade operacional enraizada.

Como os executivos inovadores – heróis que fazem as verdadeiras transformações ocorrerem nas empresas – pressionados pelos prazos, lidam com os riscos? Como eles se preparam para identificar e aproveitar as oportunidades? E como colocar profissionais – seres humanos com medos e fraquezas, no coração do sucesso comercial? São algumas das questões abordadas pelo livro. Clique aqui para comprar.

Você pode se tornar uma pessoa mais criativa, saiba como

Em seu livro Potencializando sua criatividade (DVS Editora), Domênico Massareto – roteirista do seriado “De Volta pra Pista” (Multishow), explica que criatividade é um processo no qual “precisamos de tempo, ferramentas, ‘matéria-prima’, técnica e esforço.”

Isso significa que, na grande maioria das vezes, a criatividade não se manifesta espontaneamente, mas sim como fruto de muito trabalho. Sendo assim, todos temos plenas condições de termos ideias criativas, em qualquer área de trabalho. A criatividade, aliás, é uma vantagem competitiva em todas elas.

Criatividade e repertório

Domênico dedicou no livro “Potencializando sua criatividade”, escrito em parceria com seu pai, o professor da Faap Humberto Massareto, um capítulo inteiro sobre a forte ligação entre criatividade e repertório. Segundo os autores, as duas coisas funcionam quase que interdependentemente.

Para se tornar mais criativo você deve, antes de mais nada, manter seu repertório em constante crescimento. Claro que não é só isso. Como mencionei, criatividade exite trabalho, mas possuir um repertório amplo é a base das boas ideias, possibilita associações de temas e ajuda – e muito – na solução de problemas.

Portanto, veja abaixo 8 dicas para você enriquecer seu repertório e ser mais criativo:

1. Especialize-se em uma área do conhecimento e aprofunde-se nos estudos e pesquisas desse campo.

2. Leia muito sobre tudo e terá um bom nível de informações gerais. Na escola, procure ir além das leituras sugeridas pelos professores em todas as disciplinas.

3. Desenvolva habilidades e técnicas de comunicação eficazes. A comunicação eficaz amplia seus canais de percepção, bem como o torna mais rapidamente aceito em sua rede de relacionamentos. Quanto maior o número de pessoas com quem você se relaciona, mais informações de qualidade recebe.

4. Exercite o cérebro. Atividades intelectuais como quebra-cabeças, palavras cruzadas, charadas, problemas com números, jogos de computador ou testes em geral constituem agradáveis maneiras de exercitar seu cérebro.

5. Ligue-se à tecnologia. Computadores, videogames, tablets, smartphones e até mesmo seu forno de micro-ondas são dispositivos tecnológicos desenvolvidos para facilitar sua vida e potencializar o uso de seu tempo.

6. Discuta e reflita sobre questões éticas pertinentes a sua vida, de sua família ou de sua comunidade.

7. Dedique-se às questões ambientais, sem necessariamente ser um militante, se não for essa sua vocação. Lembre-se de que até a metade do século XXI não vai haver água com tanta fartura e por preços tão baixos como temos hoje.

8. Desenvolva seu repertório cultural. Assista aos filmes que estão em lançamento e dê uma “passadinha” na locadora para alugar alguns clássicos e conferir por que se tornaram clássicos.

Conheça alguns livros sobre criatividade

Livros são fontes de ideias inovadoras! Além de Potencializando sua criatividade, a DVS Editora possui outros títulos que estimulam a criatividade e, é claro, aumentam seu repertório. Clique aqui e conheça mais obras sobre o tema!

Livros sobre criatividade

10 exemplos do uso da criatividade na publicidade

Não consigo imaginar meios de fazer um negócio prosperar sem que haja divulgação. E digo isso como algo que precisa partir do empreendimento para fora, pois não dá, nos dias de hoje, para contar apenas com o boca a boca. Posto isso, a pergunta que vem na sequência é como divulgar meu negócio?

Como praticamente tudo no empreendedorismo, não há resposta fácil para essa pergunta. Você pode simplesmente distribuir panfletos que enumerem seus produtos ou serviços e traga um número de telefone ou outra forma de contato. Talvez isso traga algum resultado, mas é o modo mais eficiente de fazer? As pessoas se sentiram impactadas por aquilo, irão sentir afinidade com sua marca, estarão mais dispostas a comprar ou contratar aquilo que você oferece?

Se a resposta for não, ou até se você ficou em dúvida, é melhor repensar sua comunicação. Pode ser que, no final das contas, você conclua que está fazendo o melhor possível, mas uma autoanálise é sempre importante – você só tem a ganhar com isso!

Como ser criativo?

Algumas pessoas parecem ser criativas por natureza e tudo o que fazem tem um quê especial. Quem não faz parte desse grupo não precisa se desesperar, é possível aprender a ser criativo. Ou melhor, é possível aprender a canalizar e exponenciar sua criatividade para algo (a produção de uma publicidade criativa, por exemplo). É tudo uma questão de técnica, conteúdo e treino.

Leia bastante, pesquise e tente. Tente, tente, tente muito e mostre para as pessoas aquilo que você criou. Analise suas reações e aprenda com isso. Depois, volte ao trabalho e aprimore aquilo que você estava fazendo.

Claro, estamos falando majoritariamente aqui para pequenos empreendedores que não possuem (ainda) verba para contratar uma agência renomada ou profissionais gabaritados.

Para inspirá-lo temos duas sugestões, a primeira é dar uma boa olhada na lista abaixo que traz 10 exemplos do uso da criatividade na publicidade. A segunda é a leitura de livros que têm como objetivo principal despertar a criatividade nas pessoas. E experimente e veja como ainda durante a leitura você terá insights que poderá colocar em prática.

– Conheça alguns livros sobre criatividade.

Livros sobre criatividade

Veja como outras pessoas estão inventando maneiras diferentes de se promoverem:

1. Outdoor que extrapola os limites do painel e utiliza a própria coluna de suporte como parte da peça. A comunicação busca chamar a atenção para a questão da economia de água em Denver, nos Estados Unidos.

2. Muito chamativo, o outdoor feito para a revista Science World foi “coberto” de ouro para despertar a curiosidade de quem o vê e ainda revela a quantidade de metal precioso necessária para o feito. “Porque é isso que a revista faz, ela explica as coisas” – a mensagem que eles quiseram passar é mais ou menos essa.

3. Os publicitários que trabalham para a Hot Wheels inovaram criando esse incrível outdoor que se relaciona com o viaduto.

4. Durante a divulgação de Kill Bill, foi criada essa chamativa peça publicitária que brinca com a quantidade de sangue presente no filme. Veja que os próprios carros também fazem parte.

5. Mais um anúncio criativo e diferente, que se aproveita das curvas de um prédio em Xangai como se elas fossem efeito de um super ventilador.

6. Neste caso, a publicidade talvez tenha ficado impactante em excesso. A intenção da marca de lâminas de barbear era trabalhar a ideia de que seu produto é extremamente afiado. Com certeza conseguiram chamar a atenção – e de modo criativo, mas creio que a ação tenha gerado algum tipo de reação negativa.

7. Nessa propaganda da Mammoth, área de ski na Califórnia (EUA), o outdoor é extremamente simples, traz apenas o nome do local. O que chama mesmo a atenção é esse praticante de snowboard “em pleno salto”!

8. Olha a maneira que uma academia de Curitiba arrumou para divulgar as aulas de karatê.

9. Aqui está a prova de que nem sempre é preciso ter uma verba imensa para chamar a atenção do público com publicidade. Claro que o dinheiro ajuda, mas se o orçamento estiver apertado, talvez seja a hora de investir em criatividade. Veja esse cartaz de divulgação de um estúdio de balé. Seria igual a qualquer outro não fosse o fato de que a parte destacável está dobrada para cima em referência ao traje utilizado na dança. Legal, simples e criativo.

10. Às vezes é preciso ter um pouco de ousadia na hora de anunciar seu produto. É só usar o bom senso para não extrapolar e acabar ofendendo seus consumidores. Um bom exemplo de ousadia bem dosada na publicidade foi a ação da Caloi com anúncios dentro da página de classificados automotivos. Provavelmente o custo não foi tão caro comparado a outros tipos de anúncios no jornal, mas a repercussão atingida foi bem significativa, rendendo inúmeros elogios e comentários positivos para a marca.

É possível e essencial separarmos o pensamento criativo e crítico

Pense Melhor é uma obra que tem a missão de contrariar um pensamento ainda muito vigente em meio à sociedade atual de que a criatividade é algo inerente a pessoa e que não pode ser “aprendida e desenvolvida”. Tim Hurson, autor da obra, é o responsável pelo modelo de pensamento produtivo, uma estrutura comprovada que realmente te faz pensar melhor, mais eficazmente e solidamente. Tanto no âmbito pessoal quanto no empresarial, o pensamento produtivo pode mudar significativamente a vida das pessoas.

“Nos trabalhos que realizei com empresas e organizações sem fins lucrativos, pude perceber que o modelo thinkX e seus princípios básicos provocam mudanças profundas no modo como os indivíduos e as organizações atuam. O modelo Thinkx esclarece nitidamente as estratégias de pensamento produtivo que as pessoas que louvamos por sua criatividade têm usado há séculos.”

Concebido para lhe ensinar a pensar produtivamente, Pense Melhor se concentra e se fundamenta em princípios objetivos e consistentes, mostrando como é possível e essencial separarmos o pensamento criativo e crítico, estendermo-nos no problema, batalharmos pelo “terceiro terço”, isto é, pelas idéias mais criativas e inovadoras, como verdadeiros garimpeiros de ouro, e buscarmos analogias inesperadas, como bem nos recomenda o filósofo Heráclito, para quem “A analogia inesperada é mais pungente do que a óbvia”. A analogia inesperada é o cerne do pensamento produtivo.

O modelo de pensamento produtivo (MPP) compõe-se de seis etapas intimamente entrelaçadas:

1ª Etapa: O que está havendo? Investigar e compreender verdadeiramente qual é o desafio que temos à nossa frente.

2ª Etapa: O que é sucesso? Prever o resultado ideal e estabelecer critérios de sucesso.

3ª Etapa: Qual é o problema? Identificar com precisão o problema ou oportunidade real.

4ª Etapa: Gerar respostas. Relacionar as várias soluções possíveis.

5ª Etapa: Forjar a solução. Determinar qual solução é a melhor. Em seguida, potencializá-la.

6ª Etapa: Alinhar recursos. Criar um plano de ação.

Sobre Tim Hurson

Tim Hurson, sócio-criador da empresa de formação de capital intelectual thinkX (www.thinkxic.com), que oferece treinamento, assistência e consultoria a empresas internacionais sobre pensamento produtivo e inovação, além de membro do corpo docente e do conselho de administração da Fundação de Educação Criativa, é diretor-fundador da Facilitators Without Borders (FWB).

 

Criatividade e ambiente de trabalho

criatividade e ambiente de trabalho

Ouça entrevista para o programa Viva Cidade, da Rádio 96 Fm de Bauru (SP), com o consultor, palestrante e autor do livro Qualidade da Criatividade, Victor Mirshawka Jr.

No bate-papo, o autor explica como a criatividade torna-se cada vez mais peça chave para o desenvolvimento de colaboradores, funcionários e estratégias dentro das empresas.

Segundo ele, a criatividade pode aparecer de duas formas. A primeira delas ocorre quando o colaborar encontra algo que possa ser melhorado em seu trabalho e propõe uma solução – o que seria a demonstração mais básica de criatividade; ou no instante em que é desenvolvido um projeto capaz de modificar ou até mesmo revolucionar o modelo de geração de receita ou de negócios da empresa. Esta última modalidade é chamada de inovação ou empreendedorismo.

Como estimular a criatividade

Victor dá algumas dicas práticas sobre como é possível estimular e tirar maior proveito da criatividade. Antes disso, ele destaca que não é preciso revolucionar a todo momento para que haja criatividade. Pequenas melhorias nos processos do dia a dia são demonstrações essenciais desta competência. Veja como desenvolver a habilidade criativa:

Captar conhecimentos de outras áreas: diversificar os tipos de informação buscados capacita o indivíduo a fazer mais conexões, ou livre associações, que são a base das ideias. Ou seja, se você é um profissional de exatas, busque conhecimento de outras áreas, como nas humanas, e não se feche apenas ao seu campo de atuação.

Persistência: A taxa de sucesso de uma ideia é baixa em relação à quantidade de ideias que somos capazes de conceber. Por tanto, quando uma ideia parece promissora, é preciso insistir tanto para lapidá-la como para que seja realmente colocada em prática.

Anotar em um caderno: Esta dica parece bastante elementar, porém nem sempre é observada. Anote ou documente suas ideias de algum modo para resgatá-la mais tarde. Temos inúmeras ideias durante o dia e nem sempre somos capazes de nos lembrarmos dela.

Criticar depois: normalmente temos o mau hábito de criticarmos uma ideia logo após recebê-la. Inverta a ordem. Inicialmente procure encontrar as vantagens, em seguida as oportunidades e por último as preocupações e eventuais problemas. A simples troca da ordem pode salvar uma ideia para que ela não morra precocemente, já que é complicado trabalhar algo cuja primeira avaliação foi negativa.

“Tudo o que foge da norma tem uma rejeição inicial, e uma pessoa criativa tem que fugir da normal, tem que conceber ideias que não sejam estatisticamente comuns ou medianas”
– trecho da entrevista de Victor Mirshawka Jr.

Qualidade da Criatividade I e II

Qualidade da Criatividade I

Qualidade da Criatividade II

Na coleção Qualidade da Criatividade são abordados temas desde como usar melhor o seu cérebro até a eliminação dos maus hábitos, dando naturalmente realce aos bons hábitos que permitem ao leitor tanto individualmente como em grupo alcançar um grande desenvolvimento em criatividade. São apresentadas muitas técnicas criativas, exemplificam-se inovações bem-sucedidas e chega-se à análise da empresa criativa. Faz-se também uso de vários softwares que facilitam o desenvolvimento de um processo criativo como aquele criado em Buffalo, na Universidade de Nova York.

Não se deixa também de abordar o tema ligado a gestão da inovação e do capital intelectual de uma organização, em particular na busca e na retenção de talentos de uma corporação. As empresas no século XXI só sobreviverão se tiverem muitos talentos pois, sem dúvida, essa é a era do cérebro. É vital pois a absorção dos conceitos apresentados para se ter uma competência essencial, ou seja, ser um ser humano muito criativo, profissional, que todas as empresas desejarão contratar!!!

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Saiba mais sobre o autor

Victor Mirshawka Junior é diretor da pós-graduação da FAAP e autor do livro Qualidade da Criatividade. Nesta coleção ão abordados temas desde como usar melhor o seu cérebro até a eliminação dos maus hábitos, dando naturalmente realce aos bons hábitos que permitem ao leitor tanto individualmente como em grupo alcançar um grande desenvolvimento em criatividade. São apresentadas muitas técnicas criativas, exemplificam-se inovações bem-sucedidas e chega-se à análise da empresa criativa. Faz-se também uso de vários softwares que facilitam o desenvolvimento de um processo criativo como aquele criado em Buffalo, na Universidade de Nova York. Não se deixa também de abordar o tema ligado a gestão da inovação e do capital intelectual de uma organização, em particular na busca e na retenção de talentos de uma corporação. As empresas no século XXI só sobreviverão se tiverem muitos talentos pois, sem dúvida, essa é a era do cérebro. É vital pois a absorção dos conceitos apresentados para se ter uma competência essencial, ou seja, ser um ser humano muito criativo, profissional, que todas as empresas desejarão contratar!!!

Engenheiro eletrônico formado pela Faculdade de Engenharia da FAAP, em 1991, Victor é mestre em Tecnologia Educacional, pela Universidade de Syracuse. Foi responsável pela implantação do currículo da disciplina Criatividade, na Faculdade de Engenharia, assumindo posteriormente a mesma nas Faculdades de Direito e Computação e Informática. Autor de livros nas áreas de Qualidade e Criatividade, vem aplicando os conhecimentos desenvolvidos na FAAP, também como consultor em empresas que buscam inovação. Ocupa atualmente a posição de diretor da Faculdade de Computação e Informática com bacharelado em Sistemas de Informação da FAAP.