Você sabe o que é Chi Mental?

Então para saber é necessário ler com muita atenção o livro de Richard Israel e Vanda North chamado Mind Chi – Re-wire Your Brain in 8 Minutes a Day (algo como Chi Mental – Reenergize o Seu Cérebro em Oito Minutos por Dia, que em breve será lançado no Brasil pela DVS Editora).

Por enquanto, vocês terão uma “degustação” sobre o que os autores desenvolvem no seu livro: o programa Chi Mental.

Está comprovado que tudo o que fazemos, sentimos, expressamos e pensamos é alimentado e impulsionado por nossa energia mental. Portanto, o resultado de todo pensamento, atitude ou emoção depende da forma como direcionamos nossa energia!

E aí vão duas provocações:

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Reeduque Seu Cérebro: agenda de treinamento

Estar acima do peso é um sintoma de um cérebro preguiçoso ou de uma interrupção na capacidade de seu cérebro regular funções e sistemas essenciais, incluindo aquelas responsáveis pelo ato de comer e controle do peso.

Pensando nisso, Geogia D. Andrianopoulos, autora do livro Reeduque Seu Cérebro, Remodele Seu Corpo, desenvolveu o programa de Treinamento de Desempenho Ótimo (TDO), que consta de um conjunto de exercícios para que o cérebro “entre em forma novamente”.

Os exercícios são projetados para impulsionar o desempenho global do cérebro. É hora então de você seguir alguns passos aqui montados para ajudar a reeducar seu cérebro e tornar-se mais equilibrado. É melhor que você use a abordagem “um passo por dia”: dedicar um dia para se familiarizar com cada passo ou ação. Tome o dia inteiro para aprender como a ação específica pode se encaixar no seu estilo de vida. Continue acrescentando dias e ações de maneira cumulativa, de forma que, ao final você tenha incorporado todas as ações. Continue lendo

Dez atitudes para reprogramar seu cérebro e emagrecer

A psicóloga americana Georgia Andrianopoulos aponta ações simples que podem ser incorporadas à rotina

Por IG São Paulo.

1) Aprenda a sentir prazeres simples que não envolvem comida, como praticar esporte, respirar profunda e conscientemente, visitar família e amigos, passar mais tempo ao ar livre.

2) Durma o suficiente para acordar descansado.

3) Adicione aromas agradáveis no espaço ao seu redor.

4) Reforce a ingestão de vitamina D, anti-oxidantes e suplementos com ômega.

5) Faça pequenos movimentos de alongamento e respiração a cada hora.

6) Prefira beber água e sucos. A bebida alcoólica deve ser apenas ocasional, assim como café e chá.

7) Pratique atividades tranquilizadoras, como ioga, pilates, relaxamento e meditação.

8 ) Interaja com pessoas que têm uma rotina saudável.

9) Fuja do isolamento e da inatividade.

10) Evite lugares ruidosos e cheios, especialmente na hora de se alimentar.

Fonte: Georgia Andrianopoulos, do Brain Fitness Inc, autora do livro Reeduque seu Cérebro, Remodele seu Corpo.

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Emagreça com o poder do cérebro

A psicóloga Georgia Andrianopoulos, diretora do Brain Fitness Inc, de Chicago, explica como usar a cabeça para perder peso.
Um dia ruim no trabalho, uma briga com o namorado, o trânsito infernal, a falta de dinheiro e até os números da balança que insistem em aumentar.
Diante desses e inúmeros outros problemas do dia a dia, instintivamente seu cérebro pode direcionar você a combater o estresse com uma coisa que a fará se sentir melhor: comida!
“Algumas pessoas reagem aos muitos desafios da vida sentindo ansiedade, agitação, medo, tristeza e confusão. É o que chamo de ‘comedores emocionais’, eles usam o prazer e a distração de comer para aliviar-se e acalmar-se. A comida é usada como uma droga para combater a angústia. Comprovamos isso com tecnologia de ponta de imagens do cérebro, mostrando que o indivíduo está impulsionado a comer em excesso para satisfazer centros de prazer no seu cérebro”, diz a psicóloga e pesquisadora americana Georgia Andrianopoulos, diretora do Brain Fitness Inc, e autora do livro “Reeduque seu Cérebro, Remodele seu Corpo”, que desenvolveu um programa para “malhar” o cérebro e se livrar do excesso de peso de forma definitiva.
O sistema límbico é a área do cérebro onde residem muitas das estruturas que regulam ansiedade, medo, raiva e a tristeza. “Esta área pré-frontal é ‘defeituosa’ em algumas pessoas que abusam do excesso de comida”, explica.
Em seus estudos, a especialista não detona os conceitos básicos do emagrecimento – comer menos e exercitar-se mais – , mas defende a ideia de que as dietas não funcionam por muito tempo porque só atacam os sintomas do problema de peso, não a causa. Para acabar com o eterno efeito-sanfona, ela propõe: “Reeduque seu cérebro, o único órgão do corpo que realmente administra o comportamento alimentar e seu peso”.
Em entrevista exclusiva ao Delas, Georgia Andrianopoulos explica seus conceitos sobre emagrecimento.
iG: Qual é o problema das dietas?
Georgia Andrianopoulos: Elas não são nada mais do que um “freio” (como em um carro) que usamos para desacelerar.
Pense no seu carro por um instante: se o motor estiver em alta rotação devido a uma avaria, você pode ser capaz de retardá-lo através da aplicação destes “freios” (dietas), mas não há nenhuma maneira de continuar por dias ou semanas, porque mais cedo ou mais tarde, os freios vão desgastar.
Vários estudos têm mostrado que as dietas não são eficientes na gestão de peso em longo prazo. Mais de 90% das pessoas que perdem peso com dieta recuperam tudo o que perderam em menos de cinco anos.
iG: Se as dietas atacam somente os sintomas do excesso de peso, quais seriam as causas?
Georgia Andrianopoulos: A raiz da gula e da obesidade reside em uma palavra chamada desequilíbrio. É o mau funcionamento dos mecanismos que normalmente nos mantêm em um peso normal. Estudos têm identificado vários destes mecanismos regulatórios que dão errado. Um exemplo simples: comer deve desencadear a liberação de insulina, que por sua vez, deve “desligar” o botão “comer” do seu cérebro. No entanto, em alguns indivíduos os mecanismos responsáveis pela detecção de insulina perdem sua sensibilidade e não acionam o botão “desligar” para a pessoa parar de comer.
Qualquer demanda excessiva ou traumática pode desregular uma área do cérebro fazendo com que ele passe a funcionar de maneira hiper ou hipo ativa, provocando excessos. Essa demanda pode ser representada por um longo histórico de medo, tensão ou irritação com o marido ou esposa, colegas de trabalho ou com os altos e baixos da vida. É assim que funciona: o cérebro desencadeia um comportamento que produz prazer para contrabalançar o perigo. Por que nós escolhemos comer em detrimento de outras atividades prazerosas como sexo e amor para contrabalançar a aflição? Porque comer é um ato acessível a qualquer momento, é rápido, barato e pode ser feito sozinho.
iG: Que outros motivos podem levar uma pessoa a comer sem necessariamente ter fome?
Georgia Andrianopoulos: Há muitos, mas podemos citar alguns como ver anúncios de comida, estar em lugares como enormes quantidades de comida, olhar os outros comendo, ter muitas opções de alimentos à disposição (self-services, por exemplo) e viver emoções negativas. O mais importante é ter consciência de que as pessoas se tornam viciadas no prazer que a comida traz. Não há diferença alguma na química cerebral de uma pessoa que é viciada em cocaína, álcool ou comida.
iG: A reprogramação do cérebro ajuda a pessoa a adotar hábitos de vida mais saudáveis e emagrecer?
Georgia Andrianopoulos: Nos EUA, nós, profissionais da saúde, temos essa preocupação com o combate à obesidade já desde os anos 50. O problema é que desde lá não conseguimos ajudar as pessoas a seguir hábitos de vida saudáveis. Isso porque a questão está justamente em concentrar-se na reeducação do cérebro e torná-lo mais apto, pois assim fica mais fácil fazer com que as pessoas sigam escolhas saudáveis e percam peso. Em vez de focar em dietas e alimentação, nosso objetivo é o cérebro. Nós temos que dar o que ele precisa para se tornar mais forte e diminuir o seu desejo de comer demais (na verdade, ele se equilibra de modo a combater todos os excessos em qualquer área da vida).
iG: Que outras descobertas a senhora tem feito a respeito de obesidade?
Uma preocupação que tem sido foco dos meus estudos são as evidências de que os alimentos que causam obesidade em mães também acabam desregulando os cérebros das crianças que estão por nascer. Estas crianças nascem já com uma propensão ao desejo por alimentos gordurosos e doces. Outros trabalhos apontam que há uma relação entre excesso de peso e função cognitiva ou intelecto. Quanto mais obeso o indivíduo, menor o desempenho cognitivo.
Matéria publicada no portal IG sobre o livro Reeduque seu Cérebro, Remodele seu Corpo.
Por Yara Achôa, iG São Paulo

A psicóloga Georgia Andrianopoulos, diretora do Brain Fitness Inc, de Chicago, explica como usar a cabeça para perder peso.

Um dia ruim no trabalho, uma briga com o namorado, o trânsito infernal, a falta de dinheiro e até os números da balança que insistem em aumentar.
Diante desses e inúmeros outros problemas do dia a dia, instintivamente seu cérebro pode direcionar você a combater o estresse com uma coisa que a fará se sentir melhor: comida!
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“Algumas pessoas reagem aos muitos desafios da vida sentindo ansiedade, agitação, medo, tristeza e confusão. É o que chamo de ‘comedores emocionais’, eles usam o prazer e a distração de comer para aliviar-se e acalmar-se. A comida é usada como uma droga para combater a angústia. Comprovamos isso com tecnologia de ponta de imagens do cérebro, mostrando que o indivíduo está impulsionado a comer em excesso para satisfazer centros de prazer no seu cérebro”, diz a psicóloga e pesquisadora americana Georgia Andrianopoulos, diretora do Brain Fitness Inc, e autora do livro “Reeduque seu Cérebro, Remodele seu Corpo”, que desenvolveu um programa para “malhar” o cérebro e se livrar do excesso de peso de forma definitiva.
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O sistema límbico é a área do cérebro onde residem muitas das estruturas que regulam ansiedade, medo, raiva e a tristeza. “Esta área pré-frontal é ‘defeituosa’ em algumas pessoas que abusam do excesso de comida”, explica.
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Em seus estudos, a especialista não detona os conceitos básicos do emagrecimento – comer menos e exercitar-se mais – , mas defende a ideia de que as dietas não funcionam por muito tempo porque só atacam os sintomas do problema de peso, não a causa. Para acabar com o eterno efeito-sanfona, ela propõe: “Reeduque seu cérebro, o único órgão do corpo que realmente administra o comportamento alimentar e seu peso”.
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Em entrevista exclusiva ao Delas, Georgia Andrianopoulos explica seus conceitos sobre emagrecimento.

Construindo um cérebro magro!

Lançamento do livro Reeduque seu Cérebro, Remodele seu Corpo é destaque em matéria da Folha de Londrina. Segundo o jornal, a “obra ensina como reeducar a mente para administrar melhor o comportamento alimentar”.

Clique em “Full” para ler a matéria completa.

Um cérebro em forma num corpo magro

Na arena do gerenciamento de alimentação e peso, é a indústria alimentícia que fez o uso mais dramático das descobertas da neurociência, usando o que a ciência nos ensina sobre o cérebro para chegar a sua carteira pela via do estômago. Não é simplesmente que os fabricantes de alimentos querem que você coma o máximo possível; eles querem que você coma o máximo de vezes possível.

Por Georgia D. Andrianopoulos

Faço esta promessa de mudança baseada em anos de pesquisa e treinamento de boa forma do cérebro que mudaram a vida de centenas de pacientes. Meu campo é a psicologia fisiológica com foco em distúrbios alimentares. Comecei meu trabalho com distúrbios alimentares na Faculdade de Medicina da Universidade de Illinois, Departamento de Cirurgia, em meados dos anos 80; ali, eu me concentrei em estudar o papel do estresse, da atividade física e diferentes dietas em distúrbios gastrintestinais, incluindo o câncer. Levei os resultados desses estudos e pesquisa para o meu trabalho de ensino nos departamentos de cirurgia e psiquiatria da faculdade de medicina e para meu trabalho como diretora da clínica de distúrbios alimentares no Centro Médico da Universidade de Illinois em Chicago.

Ao longo dos anos, minha própria pesquisa e as fascinantes novas descobertas da neurociência – ou seja, o estudo do cérebro, da espinha dorsal e do sistema nervoso – tornaram-se a base para soluções práticas para combater a obesidade, o excesso de peso e outras condições causadas pela alimentação inadequada.

“Não é simplesmente que os fabricantes de alimentos querem que você coma o máximo possível; eles querem que você coma o máximo de vezes possível.”

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Reeduque seu Cérebro, Remodele seu Corpo propõe revolução no tratamento da obesidade


Autora
Georgia D. Andrianopoulos é Ph.D e psicóloga fisiológica com mais de 15 anos de experiência em autorregulação alimentar e perda de peso. Seu livro ajuda a identificar a parte do cérebro que está fazendo você ganhar peso; dar um salto na perda de peso a partir de 20 truques e ferramentas fáceis de usar; e a criar seu programa personalizado de treinamento cerebral.

Livro emagrecimento“Se você quer perder o excesso de peso para sempre e remodelar seu corpo, provavelmente é melhor esquecer tudo o que sabe sobre excesso de comida e ganho de peso”. A dica, acreditem, é certa, e pertence à Georgia D. Andrianopoulos, autora de Reeduque seu Cérebro, Remodele seu Corpo.

Em seu livro, a autora trata de um tema central causador dos grandes traumas entre aqueles querem perder peso: A dieta ataca somente os sintomas do seu problema de peso, não a causa.

“Você pode entrar numa dieta atrás da outra, talvez já o tenha feito, e são grandes as possibilidades de que você recuperará qualquer peso que perca. Para sair dessa, você terá que reeducar seu cérebro. Vamos deixar de lado as abordagens ultrapassadas, ineficientes e até mesmo desumanas de gerenciamento de peso. Comece prestando atenção naquilo que te faz comer! Praticamente todo mundo come por motivos que não têm nada a ver com a fome!”, afirma a autora.

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Sorteados na promoção Indique a Sua Capa

Em nome de toda equipe da DVS Editora, agradeço a todos que participaram da promoção Indique Sua Capa, ajudando-nos a escolher a capa de nosso próximo lançamento, o livro Reeduque Seu Cérebro, Remodele Seu Corpo, de Georgia D. Andrianopoulos.

Ao todo 134 pessoas participaram da promoção. Novamente, chamou a nossa atenção a grande quantidade e a qualidade dos comentários.

Agradecemos a todos pela interação e crescimento que isso nos proporcionou.

Continuem nos acompanhando no Blog do Editor, deixe seus comentários e fique atento, pois em breve a promoção Indique sua Capa estará de volta!

Um grande abraço,

Alexandre Mirshawka,

Sócio-diretor da DVS Editora.

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Algumas dicas úteis sobre alimentação

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O ato de alimentar-se deveria ser considerado uma arte; entretanto, como é um instinto tão básico e necessário, as pessoas não lhe atribuem o real valor e comem mesmo sem prazer, sem planejamento.

Por Dr. J. Rui Bianchi.


Boas maneiras à mesa ajudam no regime, pois inibem a gula. Quem, ao alimentar-se, usa de boas maneiras, geralmente é magro.

Veja algumas dicas, que lhe poderão ser úteis:

  1. Antes de iniciar qualquer regime, consulte um médico.
  2. Tenha boas maneiras à refeição. Coma devagar, mastigando bem os alimentos e procure não falar durante a mesma.
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As leis da alimentação

DVS Editora, Emagrecer, Dieta, Saúde, Alimentação, Livros Online, Emagrecer também é marketingO dr. José Rui Bianchi viveu na pele as dificuldades e angústias de quem convive com um peso muito acima do ideal. Vencedor da luta contra a obesidade, ele relata como conseguiu emagrecer mais de 30 quilos em cinco meses e manter-se bem. Neste post, ele dá algumas dicas de alimentação saudável, baseada no tipo sanguíneo.

Por dr. José Rui Bianchi.

Lei da quantidade: a quantidade de alimentos deve ser suficiente para cobrir as exigências energéticas do organismo e manter em equilíbrio o seu balanço. As calorias ingeridas através dos alimentos devem ser suficientes para permitir o cumprimento das atividades de uma pessoa, bem como a manutenção da temperatura corporal.

Lei da qualidade: o cardápio alimentar deve ser completo em sua composição, para fornecer ao organismo – que é uma unidade indivisível – todas as substâncias que o integram. O cardápio ideal inclui todos os ingredientes que devem ser ingeridos diariamente.

Lei da harmonia: as quantidades dos diversos nutrientes que integram a alimentação devem guardar uma relação de proporção entre si.

Lei da adequação: a finalidade da alimentação está subordinada à sua adequação ao organismo, observando o momento biológico da vida, os hábitos individuais, à situação econômica social da pessoal, e, se for para um enfermo, deve ser adequado ao seu sistema digestório e órgão ou sistemas alterados pela enfermidade.

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