Podcast da palestra “O Elo da Gestão de Carreira” – download gratuito!

No último dia 23, as pessoas presentes no auditório da FAAP tiveram o privilégio de assistir a palestra de lançamento do livro O Elo da Gestão de Carreira, de Cláudio Queiroz e Christiane Leite.
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Vale a pena ouvir no seu Ipod, Iphone,  Ipad ou qualquer outro tocador de mp3.  O áudio está disponível no Itunes Podcast para download gratuito.
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As palavras de Cláudio Queiroz servem para aqueles que estão em crise sobre o fazer da vida, mudar de atividade, que carreira seguir, e principalmente: a quem cabe essa responsabilidade. São conselhos sábios de uma pessoa que dedicou sua vida a estudar esse assunto. Entenda como uma empresa pode funcionar com seu lado humano.
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O ELO (Empregado – Liderança – Organização) aponta para uma nova forma de se encarar gerenciamento de carreira.
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Não perca essa oportunidade. Baixe e ouça! Continue lendo

Obra inova visão sobre papel do Empregado, da Liderança e da Organização na Gestão de Carreira

O Elo da Gestão de Carreira é destinado a líderes de equipes, empregados e dirigentes de organizações que desejam compreender a importância de seu papel na gestão de carreira; Diferencial reside em integrar diferentes atores, definindo papeis e responsabilidades.

O professor da pós-graduação e MBA da FAAP, Cláudio Queiroz, e a especialista em treinamento e desenvolvimento organizacional e instrutora da Caixa Econômica Federal, Christiane Leite, são os autores do livro O Elo da Gestão de Carreira, obra que vem para mudar a forma como o Empregado, a Liderança e a Organização identificam seus papéis e responsabilidades na estrutura e gestão de carreira. Continue lendo

Devemos evitar a política?

Sempre observei um persistente desinteresse de empresários e dirigentes empresariais sobre os assuntos políticos. Refiro-me a política tradicional. Aquela mesma, a de Brasília, dos Estados e municípios. Os argumentos para o distanciamento são sempre os mesmos, que em sua maioria remetem à insistente corrupção, ao rocambolesco repertório, à eterna lenga lenga sem resultados concretos.

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Por Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial e membro do conselho editorial da DVS Editora. Continue lendo

Insights Dov Seidman

Dov Seidman, considerado pela revista Fortune “o consultor de maior sucesso no circuito da virtude corporativa”, é pioneiro na ideia de que empresas com mais princípios são mais lucrativas e sustentáveis. Durante a palestra, Seidman propôs diversas reflexões ao público, sobre como as empresas podem inspirar funcionários a criar uma cultura de inovação e resultados. Ele explicou a importância do comportamento e da transparência das companhias em um mundo interconectado e interdependente.

Via HSM

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Valores, integridade e confiança guiam empresas na Era do Comportamento

O especialista em ética corporativa, Dov Seidman, fala sobre como as companhias devem agir em um mundo interconectado e interdependente

 

Nos próximos cinco anos, valores, integridade e confiança serão prioridades dentro das empresas – até mais do que a busca pela qualidade de produtos e serviços. “Isso vai ser demonstrado de forma concreta e científica”, prevê o consultor e especialista em ética corporativa Dov Seidman, palestrante que abordou o tema Liderança na Era do Comportamento e da Transparência – Como Obter Vantagem Competitiva por meio de Valores Sustentáveis, da HSM ExpoManagement 2011.

Via HSM Continue lendo

Como construir uma rede de franquias de sucesso!

créditos: pcruciatti / Shutterstock.com

Em entrevista para o programa Viva Cidade da rádio 96 Fm de Bauru, o sócio-diretor da Praxis Education fala sobre o universo de franquias e convida para o lançamento do livro Gestão Estratégica do Franchising – Como Construir Franquias de Sucesso, que ocorre dia 30 de Novembro, às 19h, na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos.

Ouça a entrevista!

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“Inside Job”, muito além de um documentário, uma aula de economia

 

Vencedor do último Oscar como melhor documentário em longa metragem, o filme conduzido pelo diretor Charles Ferguson, vasculha as entranhas de wall street na fase que antecedeu a crise de 2008, com uma lucidez implacável, elucidando as origens do maior tsunami financeiro desde a crise de 1929.

Por Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial e membro do conselho editorial da DVS Editora.

Aponta a origem do caos, quando as leis que impediam a execução sob o mesmo teto institucional das atividades de investimentos e banco comercial passaram a ser desrespeitadas, em um primeiro momento, para em seguida, serem simplesmente deixadas de lado.

Traz à tona fatos assombrosos, como a existência de um único colaborador da SEC (isso mesmo, uma única pessoa) responsável por toda a gestão e fiscalização de exposição ao risco do mercado financeiro norte-americano.

Mostra também as medidas desastrosas do FED (Federal Reserve Bank), sustentadas e potencializadas por uma condução governamental perigosa para a sustentabilidade econômica, num caldeirão com boas doses de corrupção, vista grossa e irresponsabilidade.

Mas para a observação deste que vos escreve, a parte mais interessante é justamente aquela que aborda o componente comportamental dos executivos e operadores do setor. Tomados por uma falsa sensação de intocabilidade, de propriedade absoluta de poder e inviolabilidade, construíram uma cultura de excessos e insensibilidade crônica, onde, segundo o diretor do filme, havia e ainda há, a participação explosiva dos elementos drogas e prostituição em larga escala. Uma alquimia que ao contrário das fábulas, não produziu ouro, mas tragédias econômicas, desespero, e como resultado final, a patinação do maior motor da economia mundial.

No entanto, frustrando as otimistas expectativas de que o caos vivenciado a partir de setembro de 2008, traria um inevitável ajuste e amadurecimento, no qual voltariam a vigorar um pouco mais de prudência e o renascimento da importância da liquidez e da poupança, observamos a letargia, a férrea manutenção do status quo, a infantil crença na capacidade americana de vencer desafios e superar obstáculos. A eterna autoajuda corporativa cegando a realidade.

Caros leitores, fiquem à vontade para discordar ou me criticar, de fato não consumo o lero, lero corporativo, e portanto não busco ser o dono da verdade e muito menos venero o otimismo ou o pessimismo, mas cultuo o realismo e o senso crítico, e é por isso mesmo que faço uma confissão: observando a terra de Lincoln, das famílias Kennedy e Bush, não consigo evitar paralelos com o nosso Brasil. Me assombro com a euforia exagerada, com a crescente cultura do crédito excessivo (mesmo que por anos tenha sido tão escasso), com a permanente crítica ao ato de poupar, com a sensação observada em esclarecidos ambientes de que “agora ninguém nos segura”.

A película pode ser encontrada em qualquer boa locadora, e no Brasil foi lançada como “Trabalho Interno”. Recomendo que não deixem de assistir, mas independentemente dos novos entendimentos que ele pode provocar, permaneço rezando para a santa CVM, sem esquecer de acender uma velinha para o padroeiro BC e sua equipe de arcanjos.

Um bom filme a todos, e até o próximo.

Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.

 

HSM Expomanagement 2011 – Nova Fronteira para a Ética Empresarial

Num mundo interconectado, nos crescemos ou caímos juntos. Continue lendo

A prosperidade empresarial não pode depender apenas de lideranças

Assunto comum no universo corporativo, o tema liderança, há tempos, ocupa o noticiário de negócios e gestão por conta da importância de seus impactos. Em resumo, o que se prega, é que uma eficaz e forte liderança, resulta em bons resultados e batimento de metas. O contrário, bastante óbvio, traria como consequência uma catástrofe corporativa, com a inversão da espiral positiva de desenvolvimento, sustentabilidade econômica e inovação, tão caros para a preservação empresarial.

Por Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial e membro do conselho editorial da DVS Editora.

Muito bem, não me cabe aqui questionar os efeitos que um líder pode provocar. Nem mesmo defenderia o fim dessa relevância, uma vez que, na minha opinião, trata-se de um conceito que representa a espinha dorsal do empreendedorismo e da livre iniciativa. Afinal de contas, toda empresa ou negócio estabelecido hoje, nasceu antes na mente e nos sonhos de corajosos empreendedores, que a despeito de todas as dificuldades e ameaças, lideraram seus projetos até que se transformassem em realidade palpável. Isto é um fato, ponto final.

No entanto, observo algum exagero na abordagem do tema, principalmente quando pensamos nos pilares que garantem a prosperidade e a longevidade de uma empresa na linha do tempo.

A questão é que a sobrevivência de um negócio, não pode ficar a mercê desse elemento tão instável, incontrolável e muitas vezes imprevisível, que conhecemos como – ser humano. Ele pode ser forte, mas às vezes é frágil. Pode ser muito ou nada vaidoso, mas é repleto de virtudes e vícios. Alguns cuidam da saúde, mas outros não se recordam do último check-up ao qual se submeteram. Está exposto a questões pessoais não resolvidas, e nem sempre gosta de vozes discordantes, por mais que afirme o contrário, mesmo que venham em seu benefício (Tudo isso, desde que seja um sujeito normal e saudável, é claro).

Em resumo, um risco total. Honestamente, quando leio sobre as propagadas características robóticas dos líderes, não me vem outro pensamento, a não ser o de que a utopia de fato não acabou. Se não é utopia, certamente se trata de um total desconhecimento de gênero humano.

Seres humanos são falíveis por excelência, e por mais duro que seja, é necessário e importante aceitar, que as nossas obras, quando sólidas e consistentes, devem sobreviver a nossa influência. Mais do que isso, penso que devemos trabalhar para que assim ocorra.

Bons empresários e líderes, devem se esforçar para construir empresas que tenham na sua arquitetura de governança, os fatores críticos necessários para torná-la um organismo vivo e de certa forma blindado da má gestão, seja ela conduzida pelos fundadores, seus herdeiros, ou por profissionais contratados.

Para encerrar, penso que um bom líder não pode se embriagar pela falsa noção de perfeição, nem mesmo concluir que é insubstituível. Bons líderes deixam um legado, eventualmente um quadro na parede, mas sabem se retirar na hora certa, sem prejuízo da continuidade de uma boa obra.

Até o próximo.

 

Plataforma Brasil Editorial atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.

O que o “Ocupe Wall Street” tem a aprender com Steve Jobs

Em entrevista em vídeo para o bnet.com, Dov Seidman, CEO da LNR e autor do livro “Como” fala sobre COMO Steve Jobs foi capaz de inspirar tantas pessoas e o que as empresas devem fazer de modo que movimento “Ocupe Wall Street” não venham bater em frente da sua companhia.


 

 

 

Sobre Dov Seidman

Segundo Seidman, a nova lógica mundial prega o comportamento, a transparência e conectividade como fatores de diferenciação. É o que o autor chama de “Out-Behaving de Competition”.

DVS, DVS Editora, Blog do Editor“O mundo mudou”, defende o autor, “a popularização da tecnologia da informação tem feito do bom comportamento um fator de extrema importância porque se torna cada vez mais difícil esconder o mau comportamento. Em última análise, a única maneira de desfrutar de uma boa reputação é a ganhá-la vivendo com integridade. Nós não podemos controlar nossas histórias, mas podemos controlar a forma como vivemos nossas vidas.”

Dov Seidman é chefe da LNR, empresa que tem ajudado algumas das mais respeitadas companhias do mundo a criar culturas vencedoras do “fazer o certo”. Em seu livro COMO: Por Que o COMO Fazer Algo Significa Tudo . . . nos Negócios (e na Vida), ele mostra como a avalanche de informações e a transparência sem precedentes remodelaram o universo empresarial de hoje e mudaram expressivamente as regras do jogo. Não é mais o quê se faz que o distingue dos outros, mas o como faz. Os o quês são itens básicos, fáceis de serem copiados ou de se aplicar engenharia reversa. A vantagem sustentável e o sucesso duradouro – tanto para as companhias como para as pessoas que nelas trabalham – hoje estão na esfera do como, a nova fronteira da conduta.

 

 

 

Dov Seidman: A Estrutura da Liderança


Tudo que vale a pena ser feito encontra resistência no caminho. O deslocamento de uma pedra grande exige lutar contra a gravidade e a inércia. A escalada de uma montanha exige superar os efeitos do ar rarefeito. Digamos, por exemplo, que você volte de uma apresentação a um potencial parceiro. As discussões transcorreram bem, e você sente que o potencial cliente deve fechar negócios com você e não com o concorrente. Mas uma pessoa na reunião anunciou para a sala inteira que a empresa não dispõe de recursos no orçamento deste ano. Qual sua atitude ao ouvir isso?

Por Dov Seidman

Qual sua atitude diante de obstáculos?

Em 1905, Madame C. J. Walker começou a vender um condicionador de cabelos e uma fórmula de tratamento capilar, o Madam Walker’s Wonderful Hair Grower, de porta em porta para mulheres afro-americanas de toda a região sul e sudeste dos EUA. Walker, filha de ex-escravos, ficou órfã aos sete anos, casou-se aos 14 anos, e ficou viúva com uma filha aos 19 anos. Trabalhou lavando roupas para colocar a filha na escola antes de antever uma nova vida para si própria. “Dei a partida dando em mim a partida”, disse Walker. Apesar dos obstáculos muito maiores do que qualquer um possa imaginar, Walker fez seu empreendimento crescer transformando-o em uma empresa que empregava mais de três mil funcionários. Ela foi a primeira mulher afro-americana conhecida a se tornar milionária. “Sou uma mulher que vim dos algodoais do sul”, dizia com orgulho. “Dali fui promovida à lavadeira. Dali fui promovida à cozinheira. E dali me promovi iniciando no negócio de fórmulas e tratamentos para cabelo. Construí minha própria fábrica em cima da minha própria base.”7

Talvez seja difícil imaginar qualquer outra pessoa além de C. J. Walker, que antevisse ou realizasse tanto diante de obstáculos aparentemente insuperáveis. Ela buscou sua visão apesar dos obstáculos, e essa atitude profundamente impregnada nela foi crucial para sua capacidade de prosperar. Quando se quer criar uma “ola” e uma pessoa à sua direita não quer se levantar, você desiste? Volta a sentar sem a “ola”? Ainda assim, todos temos visto “olas” surgindo quando as pessoas, a princípio, não querem se levantar, mas, depois, acabam sendo envolvidas. Elas se transformam em grandes “olas”. Isso ocorre somente quando seus líderes perseveram apesar da resistência inicial. A atitude de liderança autogovernante ajuda a questionar, “Como podemos ajudar nosso parceiro a encontrar o recurso orçamentário necessário para apoiar o programa?”

Jamais encontrei um bom marinheiro que não houvesse navegado em águas revoltas, e jamais vi uma visão, jamais ouvi uma entrevista e jamais li uma biografia de alguém que houvesse realizado algo que valesse a pena que não incluísse histórias de épocas de muito trabalho duro, superando obstáculos e chegando lá apesar de tudo que houvesse no caminho. É fato que você enfrente obstáculos; é uma constante na vida. O que importa não é o obstáculo, mas como pensa a respeito dele, como o enfrenta e como se comporta diante dele. Líderes acreditam que irão achar um caminho apesar das forças alinhadas contra eles. Eles jamais desistem por causa de um problema. Às vezes, não se tem êxito apesar do máximo esforço, mas se não começar com a atitude do apesar de, raramente se vence.

Sobre Dov Seidman

Segundo Seidman, a nova lógica mundial prega o comportamento, a transparência e conectividade como fatores de diferenciação. É o que o autor chama de “Out-Behaving de Competition”.

DVS, DVS Editora, Blog do Editor“O mundo mudou”, defende o autor, “a popularização da tecnologia da informação tem feito do bom comportamento um fator de extrema importância porque se torna cada vez mais difícil esconder o mau comportamento. Em última análise, a única maneira de desfrutar de uma boa reputação é a ganhá-la vivendo com integridade. Nós não podemos controlar nossas histórias, mas podemos controlar a forma como vivemos nossas vidas.”

Dov Seidman é chefe da LNR, empresa que tem ajudado algumas das mais respeitadas companhias do mundo a criar culturas vencedoras do “fazer o certo”. Em seu livro COMO: Por Que o COMO Fazer Algo Significa Tudo . . . nos Negócios (e na Vida), ele mostra como a avalanche de informações e a transparência sem precedentes remodelaram o universo empresarial de hoje e mudaram expressivamente as regras do jogo. Não é mais o quê se faz que o distingue dos outros, mas o como faz. Os o quês são itens básicos, fáceis de serem copiados ou de se aplicar engenharia reversa. A vantagem sustentável e o sucesso duradouro – tanto para as companhias como para as pessoas que nelas trabalham – hoje estão na esfera do como, a nova fronteira da conduta.

 

 

 

Inovando em humanidade


Em vez de fixarmos nosso foco apenas nos resultados em termos de inovação, deveríamos estudar as variáveis humanas por trás disso.

Por Dov Seidman (o autor estará presente dia 7 de novembro, em evento da HSM)

Você vai encontrar uma das melhores exemplos do que se refere inovação empresarial no século 21 não no interior do Vale do Silício ou num campus corporativo, mas sim em um hotel como o Ritz-Carlton, onde um convidado, ao retornar para o seu quarto, se depara com uma garrafa de champagne e um bolo entregues por um funcionário que descobriu que era o aniversário do hóspede.

Se esta demonstração do que eu chamo de “inovação humana” não chega a computar, é porque nosso pensamento tradicional sobre a inovação está tão alicerçado que nos impede de ver as coisas de uma outra forma.

A abordagem atual sobre inovação, a qual hoje os países e as empresas precisam mais do que nunca, negligencia uma veia de um rico potencial inexplorado. Estamos nos concentrando quase que exclusivamente com foco no resultado do processo criativo, e negligenciando o elemento humano da equação. O que aconteceria se ao invés de focar em apenas uma variável (o resultado) na equação de inovação, abordássemos a variável humana que temos sempre mantido constante?

A resposta é que poderíamos cultivar as condições necessárias para desencadear avanços comportamentais necessários para obter vantagem competitiva sustentável na Era do Comportamento, tempo em que as organizações vão prosperar pela forma como interagem com as partes interessadas, e não somente pela qualidade, velocidade e volume de seus produtos e serviços.

Um bom exemplo

The Ritz-Carlton Hotel Co. é exemplo de uma organização em que as inovações no comportamento humano serve de vantagem competitiva sustentável. A empresa “confia” a seus funcionários a liberdade de gastar até dois mil dólares com os convidados numa ação como a relatada sem que para isso precisem da aprovação dos gerentes. Essa liberdade vai desde os gastos para resolução de um problema quando uma ato de agrado ao cliente.

Ao estimular os funcionários a desenvolverem suas próprias formas de melhor se relacionarem com os clientes, o Ritz-Carlton ganhou dois Prêmios Malcolm Baldrige National Quality e demonstrou como o  confiança essa sim é um fator definitivo de vantagem competitiva e sustentável em termos de inovação comportamental.

Os gerentes do Ritz-Carlton  promoveram uma cultura organizacional em que os empregados são livres para investir seu tempo e criatividade, e o dinheiro da empresa, para melhorar a experiência do cliente. Isso, por sua vez, fez aumentar a lealdade do cliente e consequentemente os lucros. Os funcionários não estão gastando o dinheiro em mais itens de luxo, academias do hotel mais bem equipadas  ou serviço de quarto mais rápido, em vez disso, estão usando sua criatividade e os fundos da empresa para desenvolver novas e melhores formas de se relacionar com seus convidados.

A confiança mantém pelo Ritz-Carlton  e um longo prazo. Os seus gerentes se tocaram de que a abordagem tradicional da inovação é absolutamente necessária, mas não suficiente em longo prazo.

Necessidade de um novo paradigma

Os desafios que enfrentamos atualmente deixaram as empresas famintas por uma abordagem não usual em termos de inovação. Nós precisamos da inovação para endereçar nosso potencial de modo a quitar uma dívida com o país. Nos precisamos da inovação para nos ajudar a ultrapassar o impasse político entre legisladores federais. Nos precisamos da inovação no sistema de saúde, educação e infraestrutura, e de modo a injetar crescimento numa economia volátil e de modo a espantar o medo gerador desta crise de crédito. Nossas companhias necessitam da inovação de modo a encontrar novas formas de se diferenciarem e enfrentarem a intensa competição global.

 

 

 

 

Dov Seidman é fundandor e CEO da LRN, empresa que ajuda outras organizações a desenvolver uma cultura de ética corporativa e princípios de desempenho. Ele também é autor de “Como: Por que o COMO fazer Algo Significa Tudo…”

 

Sobre o livro COMO

“O mundo mudou”, defende o autor, “a popularização da tecnologia da informação tem feito do bom comportamento um fator de extrema importância porque se torna cada vez mais difícil esconder o mau comportamento. Em última análise, a única maneira de desfrutar de uma boa reputação é a ganhá-la vivendo com integridade. Nós não podemos controlar nossas histórias, mas podemos controlar a forma como vivemos nossas vidas.”

Dov Seidman é chefe da LNR, empresa que tem ajudado algumas das mais respeitadas companhias do mundo a criar culturas vencedoras do “fazer o certo”. Em seu livro COMO: Por Que o COMO Fazer Algo Significa Tudo . . . nos Negócios (e na Vida), ele mostra como a avalanche de informações e a transparência sem precedentes remodelaram o universo empresarial de hoje e mudaram expressivamente as regras do jogo. Não é mais o quê se faz que o distingue dos outros, mas o como faz. Os o quês são itens básicos, fáceis de serem copiados ou de se aplicar engenharia reversa. A vantagem sustentável e o sucesso duradouro – tanto para as companhias como para as pessoas que nelas trabalham – hoje estão na esfera do como, a nova fronteira da conduta.