Marketing – a hora do resgate

Por: Carlos Jenezi, articulista da Plataforma Brasil Editorial, especialista em marketing e desenvolvimento de produtos.

Não bastasse o nome, impossível de traduzir, e da adaptada nomenclatura daquele que faz dessa atividade seu ganha-pão (marketeiro nunca me soou bem), agora o Marketing possui mais um inimigo poderoso em sua breve e conturbada existência: a política. Não podemos dizer que o fenômeno seja novo, afinal regimes totalitários e eficientes estratégias de marketing sempre andaram juntos ao longo da história (com grande destaque para o Nazismo). Mas é fato que a recente atividade política tem contribuído de forma consistente para que a nuvem de conceitos negativos e definições errôneas sobre essa atividade se tornem cada dia mais espessa na mente dos brasileiros.

O marketing é, por definição, meio; nunca o fim. A exceção, obviamente, são as empresas provedoras deste serviço. Montadoras fazem carros e usam o marketing para divulgá-los – e principalmente desenvolvê-los – mas sempre serão montadoras de veículos. A mesma lógica simples se deve para qualquer empresa em qualquer ramo de atividade, usando o marketing como ferramenta (meio) de diálogo com seus clientes para gerar a venda (fim) de seus produtos ou serviços. A inversão dessa lógica básica produz companhias vazias, fadadas ao rápido desaparecimento do mercado. É a benfazeja lógica do capitalismo, onde os melhores sobrevivem e os piores ficam pelo caminho (vale lembrar que estamos falando essencialmente de empresas privadas, competindo pelos mesmos consumidores).

Se tal lógica de inversão de papéis do marketing é temerária no ambiente privado, no ambiente público a coisa se torna ainda mais perigosa, como temos visto de forma crescente em governos de muitos países, com destaque para o Brasil. Quando vemos marketeiros mais influentes que ministros e secretários, ou quando ações de governo são pautadas primeiramente pelos efeitos positivos que irão causar nas campanhas eleitorais é sinal que atravessamos a perigosa fronteira da inversão de funções que irá acarretar de forma inexorável em prejuízo para os cidadãos e, porque não, à própria atividade do marketing como ferramenta de comunicação.

Como profissional de marketing posso afirmar que não me sinto confortável ao ver meu trabalho associado à caricata imagem do marketeiro aproveitador e espertalhão, ou de práticas danosas de governança pública, que mancham e deturpam o real sentido de nossa atividade profissional e sua contribuição à sociedade. O marketing feito de forma correta (como meio e não fim) é ferramenta essencial de transparência e comunicação, além de garantia perene de benefícios aos consumidores em muitos sentidos. Utilizar tal ferramenta como recurso ilimitado de ilusão ou simples enganação vazia é mais uma forma que alguns de nossos políticos encontraram de se apropriar de forma indevida daquilo que não lhes pertence.

Livro mostra como representar uma grande marca dentro das mídias sociais

Com trabalho reconhecido pela mídia especializada, ex-diretor de mídias sociais na GM e IBM revela como vencer desafios burocráticos e alcançar o sucesso na rede.

Profissionais designados a trabalhar com mídias sociais em grandes empresas precisam lidar com desafios específicos a esse tipo de companhia. Além da análise de dados coletados nas redes, da produção de conteúdo de qualidade e da interação com o público, é necessário que o responsável pela área possua atributos que lhe permita aproveitar os recursos da organização e driblar a burocracia para obter resultados rápidos, já que velocidade faz parte da dinâmica desse meio.

Em O Estrategista em Mídias Sociais (DVS Editora), o autor Christopher Barger consolida no livro sua bem-sucedida experiência como diretor de mídias sociais em duas gigantes: General Motors e IBM. Em ambos os casos, o trabalho de Barger recebeu grande reconhecimento das mídias especializadas em Relações Públicas, marketing e administração, que passaram a considerar as empresas dentro do grupo das que melhor utilizam as mídias sociais.

Desse modo, a obra se configura como uma fonte de informação originada dentro do ambiente corporativo, para o qual também é voltada. Ou seja, Barger não fala apenas como um analista que enxerga caminhos sobre como o investimento em mídias sociais pode trazer retorno financeiro e em termos de fortalecimento da marca, mas também como alguém que implementou ideias que deram certo.

A leitura do livro oferece a profissionais e líderes da área de comunicações ou de marketing, dentro de uma grande organização, um ponto de partida para o trabalho em mídias sociais. Começar do zero pode significar cometer erros facilmente evitáveis. Por exemplo, Christopher Barger cita como falhas recorrentes das empresas manter uma página oficial no Facebook na qual nenhum comentário é respondido; uma conta no Twitter que não recebe qualquer postagem por dias ou até semanas; e um canal no YouTube que apresente os mesmos três vídeos por meses.

Será que estou cometendo esses ou outros erros? Como evitá-los e quais são as melhores práticas? E, sobretudo, como representar uma grande marca dentro das redes sociais? O Estrategista em Mídias Sociais traz luz a esses e outros questionamentos e mostra como as empresas podem atrair seu público, publicando conteúdo relevante e se transformando em verdadeiros meios de comunicação.

Sobre o autor

Christopher Barger é vice-presidente sênior de programas globais na Voce Communications, uma divisão da Porter Novelli (líder mundial em relações públicas), que atende clientes em todo o mundo no desenvolvimento de programas de mídia social e estratégias. Barger passou quatro anos como diretor de mídias sociais na General Motors e atuou no desenvolvimento da presença online da IBM.

O Estrategista em Mídias Sociais
Autor: Christopher Barger
Editora: DVS Editora
Páginas: 319
Preço: R$ 59

E-book gratuito: como usar jogos para engajar seu público nas redes sociais

Entenda o que é gamification e aprenda a transformar sua estratégia digital num jogo

E-book gratuito

Escrito por Ricardo Azarite, especialista em mídias sociais e coautor do livro “Monitoramento e métricas em mídias sociais: do estagiário ao CEO” (DVS Editora), e-book mostra como empresas e marcas podem utilizar a estratégia de jogos para engajar seu público.

-COMPRAR LIVRO “MONITORAMENTO E MÉTRICAS EM MÍDIAS SOCIAIS”

Apesar de ser uma estratégia de marketing digital pouco divulgada e usada no Brasil, o gamification já tem o seu lugar ao sol garantido em outros países, principalmente nos Estados Unidos.

Alguns dos principais cases de uso degamification para marketing digital são as mídias sociais, que usam jogos e premiações recorrentemente para aumentar as taxas de engajamento e participação dos usuários – claro, o objetivo de negócio de mídias sociais é ter acessos e usuários ativos.

Como engajar com jogos nas redes sociais? Para responder esta questão, o e-book aborda principalmente três aspectos:

>Os fundamentos do gamification;

> As oportunidades de usar jogos como estratégia de negócio nas redes sociais;

> Formas de medir resultados em gamification.[Via Scup]

7 ideias para promover o seu site

Como promover um site? Essa é a pergunta que se passa pela cabeça de qualquer empresário, blogueiro ou empreendedor online. Em sua coluna no site da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Luciano Santos, gerente de vendas para PMEs do Google, elenca 7 pilares fundamentais para quem crescer na rede. Originalmente publicado aqui.

1. Otimize seu site para os motores de busca. O SEO (Search Engine Optimization) consiste em pequenas alterações de partes concretas do seu website. Quando essas modificações individuais se combinam, causam um grande impacto na experiência do usuário e na performance do site nos resultados de buscas orgânicas (que não são pagos ou patrocinados). Alguns exemplos de melhorias fáceis de implementar são criar títulos de páginas úteis e precisos, organizar a estrutura para facilitar a navegação e oferecer conteúdo de qualidade – de fácil leitura e com imagens em boa definição.

2. Dê os primeiros passos em publicidade online. Quando uma ferramenta de pesquisa como a do Google é acessada, os produtos ou serviço que você oferece podem aparecer perto dos resultados orgânicos em forma de anúncio. Assim, se alguém estiver procurando “ração para cachorro” e você tem um pet shop, seu anúncio pode aparecer para aquele potencial consumidor no momento em que ele busca, com os chamados links patrocinados. E isso não é pouco se considerarmos que 67% dos internautas brasileiros buscam informações na web antes de comprar. Escolha palavras-chave que se relacionem o máximo possível com suas ofertas. Para o pet shop, essas palavras podem ser também “tosa e banho” ou “comida para gatos”, por exemplo.

A principal vantagem desse formato é que você só vai pagar quando usuário interessado clicar no seu anúncio, o que permite total controle sobre o orçamento diário disponível.

7 ideias para promover seu site

3. Teste a publicidade contextual. Também é possível colocar seus anúncios em sites relacionados com os produtos ou serviços que você oferece. A Rede de Display do Google conta com milhares de sites associados onde seus anúncios podem aparecer. Está comprovado que, se você vende artigos esportivos, por exemplo, terá melhores resultados quando a sua marca aparece em sites relacionados com esportes – de notícias, times, blogs etc. Esses anúncios se distribuem de forma automática baseando-se no conteúdo dos sites de destino.

4. Incorpore imagens com anúncios de display. Os anúncios de display (banners, vídeos) permitem montar anúncios mais atrativos e dinâmicos. Os desenvolvedores de anúncios de display ajudam a desenhar seu anúncio de forma rápida e fácil em poucos passos.

5. Aposte nos dispositivos móveis. Muitos smartphones e dispositivos móveis com conexão à internet oferecem serviços de navegação, GPS, câmera e vídeo. No Brasil, já são 27 milhões de usuários desses dispositivos. Isso representa uma grande oportunidade para desenvolver campanhas criativas com mensagens de texto, redes sociais e publicidade para dispositivos móveis. Além disso, agora é muito simples criar gratuitamente um website adaptado para este ambiente pelo criador de sites móveis.

6. Conecte-se por meio das redes sociais. As redes sociais podem ser excelentes geradoras de negócios. Os usuários costumam compartilhar experiências e recomendar produtos e serviços. Criar uma conta no Twitter, uma página no Facebook e um perfil no Google+ e mantê-los atualizados com informação relevante para sua audiência é essencial. O livro “Monitoramento e métricas de mídias sociais: do estagiário ao CEO” é de grande valia para quem deseja se aprofundar no tema (onde comprar).

7. Potencialize seu negócio com o poder do vídeo online. Publicar vídeos com ofertas ou descrições de produtos pode ajudá-lo a alcançar novos públicos. Lembre-se de que os vídeos mais eficientes são curtos (menos de 3 minutos) e incluem uma oferta ou benefício pontual motivando o consumidor a tomar algum tipo de atitude. É possível fazer upload de seus vídeos rapidamente e começar a divulga-los no YouTube ou na Rede de Display.

Comportamento vira fator de diferenciação competitiva entre empresas

Um debate sobre o comportamento da loja Best Buy e a própria existência da gigante do varejo tomou conta da blogosfera no começo deste ano. Embora a questão seja qualificada como de grande importância – o futuro da gigante no mercado de venda de produtos eletrônicos, bem como o da sua concorrente Amazon, diz respeito à estrutura do mercado varejista –, eu acredito que essa discussão deu o que falar justamente por que há muito mais envolvido.   

A discussão começou quando o analista Larry Downes questionou a viabilidade das práticas da Best Buy num post no blog da Forbes. Até agora, o artigo teve mais de 2,5 milhões de acessos, e milhares de leitores postaram comentários em resposta. Há alguns motivos para o assunto ter ganhado tamanha repercussão, que ultrapassou o universo da Best Buy, da Amazon, e da indústria de varejo e de atendimento ao cliente. São quatro as questões a serem vistas:  Continue lendo

Persuasão: o segredo dos milionários!

Se você quer um dia ser milionário, você deve entender como ler as pessoas e como as pessoas te leem. Muitas pessoas não são educadas na arte da interação humana. Você precisa ser capaz não apenas de controlar a primeira impressão que passa, como cada impressão que passa quando interage com outras pessoas. Porque elas estarão julgando tudo consciente e inconscientemente. Está informação provavelmente será a mais importante que você aprenderá nesse seu caminho para o sucesso. Isto cria grande influência e confiança quando você desenvolve a habilidade não apenas de ler as pessoas, mas de desvendar seus sentimentos e humores durante cada encontro. Tudo o que você faz e fala afeta as emoções dos outros e como eles se sentem em relação a você. Deixe-me lhe contar uma história.

Por Kurt Mortensen

A raposa e a outra raposa 

Uma raposa estava correndo, pulando e brincando num enorme campo. Ela está desfrutando de um dos últimos dias do outono.  Enquanto saltava de um lado para o outro de uma cerca, ela mergulhou de cabeça em um largo buraco que um fazendeiro tinha feito na tentativa de construir um poço, onde achou um pouco de água, mas que acabou abandonando, deixando o buraco aberto.  Continue lendo

12 formas de destruir uma equipe competente

Todos sabemos como é árduo formar uma equipe eficiente. Em muitas situações são anos de tentativas, com erros e acertos até que em um determinado momento a orquestra se forma.

Por Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial e membro do conselho editorial da DVS Editora.

Geralmente ela é entrosada, comprometida, dotada de uma cultura própria, mas que convive com as particularidades. Ela é o sonho de dez entre dez empresários inteligentes.

Mas nem todos atingem esse êxito ao formarem seus quadros, porém entre aqueles que conseguem, um bom número se afunda nas armadilhas do processo de gestão e invariavelmente acabam por destruir aquilo que construíram.

Desta vez, caminhando no sentido inverso, apontaremos aquelas atitudes e práticas que servem para acabar de vez com uma equipe invejável. Continue lendo

Programa Brasil Maior – governo tenta combater a comoditização da indústria nacional

A adoção de medidas para controlar o câmbio (como o aumento do IOF), a desoneração da folha de pagamento de 15 setores da indústria nacional, do IPI e do setor de infraestrutura, e medidas para reduzir o custo do financiamento serão algumas das ações adotadas pelo governo brasileiro com a nova fase do plano Brasil Maior. O anúncio foi feito hoje, dia 3, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Esta a segunda etapa do programa Brasil Maior tem como foco principal o estímulo à economia, com recuperação do fôlego da indústria que tem sofrido seriamente com a valorização do real, falta de competitividade e alta carga tributária, e especialmente com a concorrência de produtos de fora, principalmente chineses.

A DVS Editora, antenada com o cenário econômico nacional, acaba de lançar a obra Superando as Armadilhas das Comoditização. Sim, a economia brasileira sofre há tempos com o processo de comoditização! – uma forma insidiosa de hipercompetição capaz não apenas de tirar sua empresa do mercado, como abalar um setor inteiro e destruir diversos mercados. Continue lendo

Um novo modo de lidar com a concorrência

Obra Superando as Armadilhas da Comoditização mostra como agir quando a redução constante de preços torna-se impraticável; Autor Richard A. D’Aveni trata de exemplos vividos por empresas como Apple, Hilton Hotels, Zara e Harley-Davidson; Obra originalmente publicada pela Harvard Business Press é lançada no Brasil em fevereiro pela DVS Editora;

Superando as Armadilhas da Comoditização é uma obra de alerta para os empresários cujos negócios estão caindo na armadilha da comoditização – uma forma insidiosa de hipercompetição capaz não apenas de tirar sua empresa do mercado, como abalar um setor inteiro e destruir diversos mercados.

O fato comprova-se já na realidade econômica brasileira onde diversos setores vivem a invasão de produtos a baixo custo (principalmente chineses), o que inviabiliza uma concorrência justa e saudável. Continue lendo

Flagras da segunda edição da palestra Gestão Estratégica do Franchising

Na última quinta-feira, dia 22, desta vez em Ribeirão Preto, Adir Ribeiro – Presidente e Fundador da Praxis Education, realizou a segunda palestra de um ciclo organizado pela FAAP sobre o livro “Gestão Estratégica do Franchising” do qual ele e seus sócios são autores . Mais uma vez, no auditório pessoas interessadas em trocar experiências e entender mais sobre o mercado de franquias. Obrigado a todos que participaram.  Estão todos convidados para a palestra que será realizada na FAAP São Paulo no próximo dia 3. Programem-se!

Alguns questionamentos para o futuro empreendedor

Tornar-se dono do próprio negócio é o sonho de muita gente. Muitos planejam atingir esse objetivo ao longo de anos de carreira corporativa, loucos para se livrar das amarras do escritório, da imposição de chefes, das intermináveis reuniões que muitas vezes não levam a lugar algum.

Por Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial e membro do conselho editorial da DVS Editora.

Porém (e sempre existirá um porém),  ser empreendedor não é necessariamente um passeio pelo bosque encantado. Trata-se antes, de uma atividade que envolve risco, perseverança, demandando coragem, disciplina e, sobretudo, uma atitude de vida profissional absolutamente distinta daquela exigida para um emprego comum.

Cientes disso, elaboramos dez questionamentos para que o futuro empresário possa confrontar seus sonhos com a concreta realidade. Continue lendo

O empregado e a Gestão de Carreira

É recorrente ouvirmos que a gestão de carreira está nas nossas mãos. Entretanto, existem outros atores que influenciam e interferem na velocidade e alcance do nosso objetivo de carreira.

Empregabilidade, autogestão de carreira estão na moda, mas apesar de todo o esforço, nem sempre o objetivo é alcançado. Por vezes, faltam estratégias e ações estruturadas de modo a potencializar a velocidade e o alcance de nossos sonhos.

Por Cláudio Queiroz

Continue lendo