Fãs ou clientes nas redes sociais: o que é melhor para sua marca?

Por: Rafael Tanaka, blogueiro, roteirista, especialista em redes sociais e articulista da Plataforma Brasil Editorial.

Clientes ou fãs? Está aí uma pergunta difícil. O que é melhor para você ou para sua marca? Alguém que apenas compre ou alguém que vista a camisa da sua empresa? Pense bem e responda do fundo da sua cabeça.

Recentemente li o artigo “O que importa é ter fãs” de Gisela Castro, onde ela mesmo ressalta a importância e a diferença de clientes e fãs nas redes sociais de empresas. Neste contexto, ela conclama a moldarmos um novo modelo de comunicação. Não apenas contar com a buscar de clientes, mas olhar para parceiros e fãs, que contribuam de alguma maneira gerando direta ou indiretamente conteúdo para sua marca.

Considerando este cenário, precisamos apontar alguns aspectos essenciais:

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Aspecto 1: O termo “fãs” existe há muito tempo, desde antes da internet ser o que é ou do surgimento das redes sociais. Se você gostava de uma banda ou de um canal em particular, você poderia ser considerado um fã.

Pessoas que se identificam com algo ou uma pessoa que admiram e procuram de alguma forma compartilhar esse sentimento são também fãs. Desta forma podemos concluir que o conceito é atemporal, e respeita um DNA de comportamento todo próprio e estabelecido muito antes da revolução digital.

Aspecto 2: Para diferenciar uma comunidade de um grupo de fãs basta observarmos a participação ativa destes grupos, como encontros, comentários, compartilhamentos de conteúdos nas redes sociais, (onde também existem os superativos, que não se restringem apenas a comentários ou eventos, mas que de alguma maneira geram conteúdo como vídeos, textos e eventualmente até criam blogs ou sites especializados na marca ou pessoa).

Em resumo, os fãs geram conteúdo sem que para isso seja necessário que a marca ou o produto alvo de tanta admiração necessitem estimular tal movimento. Trata-se portanto de uma manifestação voluntária, ancorada e lastreada no genuíno reconhecimento/ encantamento.

Aspecto 3: Atualmente apera-se o conceito de “conversa mútua”, que viabilizado pela interatividade proporcionada pelas redes sociais permite uma linha direta de trocas ágeis entre os fãs e o seu alvo.

Nesta dinâmica existe o compartilhamento de gostos, avaliações, dificuldades e críticas relacionadas, permitindo aos gestores da marca uma constante calibragem de posicionamento, além de ajustes da experiência proporcionada aos seus consumidores. Esta realidade, traz no seu rastro o perigo de que qualquer deslize pode ser fatal e custar caro em termo de gestão de reputação.

Neste caso, sempre vale uma relação sincera, de genuíno interesse – uma vez que a perfeição é falsa e demanda humildade na hora de reconhecer equívocos e falhas, sempre acompanhadas das medidas corretivas que virão, naturalmente.  Afinal de contas, fãs ativos e engajados podem muito bem atuar como embaixadores da marca ou produto, potencializando seus efeitos em um largo arco de alcance.

SUGESTÕES DE LEITORA:
+ Monitoramento e métricas de mídias sociais.
+ O estrategista em mídias sociais.

Um bom exemplo: O lendário skatista e empreendedor Tony Hawk agradeceu nas redes sociais –  especialmente a seus fãs que o seguem no Facebook ( 6,1 milhões de fãs) e no Twitter (4,1 milhões de fãs) – pela virada que teve em seus negócios nos últimos anos.

Diferenciando-se de outros skatistas, ele foi um dos poucos que abraçou as redes sociais como meio de comunicação e marketing, assumindo que a interação com os fãs e as suas sugestões, foram responsáveis por alavancar a sua carreira e a criação de novos produtos.

As empresas, marcas ou pessoas que entendem este ponto de vista e ajustam sua operação nas redes sociais a esta realidade, passam a não mais enxergar clientes apenas como clientes, mas como fãs em potencial, com grande capacidade de atrair ainda mais clientes (e mais fãs).

Até o próximo.

Redes sociais: quando a simplicidade racional fala alto

Por: Rafael Tanaka, blogueiro, roteirista, especialista em redes sociais e articulista da Plataforma Brasil Editorial.

As redes sociais não param de crescer, mas algumas empresas ainda desconhecem a real necessidade para seus negócios, ou até mesmo quando as utilizam, acabam com alguma frequência, trabalhando da maneira incorreta, mas porque será?

Lucro com aplicativos

Vejamos:

01. Qual rede social devo usar? A grande maioria das pessoas ou pequenas empresas que possuem seus negócios e querem estar nas redes sociais, começam abrindo várias contas e nem sabem o que procuram atingir. Não conhecem com clareza o público que atingirão e nem mesmo o conteúdo a ser disponibilizado. Faça uma pesquisa nas atuais redes e tente enquadrar objetivos de comunicação, mensagem e público alvo. Muito provavelmente você terá de atuar em mais de uma rede.

02. Exercite o conhecimento sobre a rede social escolhida. Não apenas descubra qual é a melhor e a mais necessária para seu momento nos negócios, mas estude-a em profundidade, e constantemente. Sempre há algo novo para aprender. Um bom caminho de aprendizado e ajuste é descobrir como seus concorrentes ou empresas no mesmo ramo de negócio lidam com elas. Identifique seus erros e acertos e implante as melhorias a seu favor.

03. Possua o perfil completo – Um grande problema é não disponibilizar informações completas sobre o seu perfil. Não esqueça o básico: e-mail, tel. e endereço. Pode parecer óbvio, mas vai se assustar se pesquisar sobre a quantidade de empresas que cometem esse erro. Oportunidades podem ser facilmente perdidas por conta desse equívoco.

04. Atualize. Quando eu digo atualize, não necessariamente você precise postar conteúdo todos os dias, pense e pesquise no que é melhor postar e na hora certa. Descubra os melhores horários (aqui é importante pensar sobre o momento do dia onde seu público alvo está mais ativo).

05. O que se devo postar? Essa é uma das questões mais importantes para a sua efetividade nas redes sociais. Será necessário que o conteúdo seja um vetor de diálogo com o seu público alto, transmitindo a mensagem de forma adequada e engajadora. Seja objetivo, sem ser frio.

06. Converse, participe, conheça. Falar em nome da sua empresa é uma coisa, mas não seja um robô. Uma das piores coisas que existem é receber respostas automáticas definidas pelo sistema. Responda ao seu público de forma humanizada e com clareza. Faça seu melhor e os usuários irão reconhecer a qualidade.

07. Tempo é Dinheiro. Preserve seu tempo e mantenha a qualidade da sua ação em redes sociais, trazendo para o trabalho um profissional especializado. Você pode até ter as ideias, mas operacionalizar isso cotidianamente, de forma consistente e livres de erros básicos pode consumir muito do seu tempo (e você vai precisar do seu tempo para atender a deliciosa burocracia da vida empresarial brasileira).

08. O que dizem sobre mim. Você já possui as redes sociais certas e ativas e seu conteúdo é relevante e está atualizado da melhor maneira possível, bem, agora é necessário se preocupar com o que as pessoas estão falando sobre você. Pesquise menções, comentários, e até mesmo pesquisas no Google. Essas informações são preciosas e seu conhecimento pode contribuir gerando não apenas novos negócios, mas também a oportunidade de se posicionar positivamente diante de críticas e posições hostis.

Por fim, não se prenda a paradigmas, opere o básico bem feito e explore novas rotas.

Boa sorte e até o próximo.

Monitoramento e métricas de mídias sociais - Diego Monteiro e Ricardo AzariteSUGESTÃO DE LEITURA:
+ “Monitoramento e Métricas de Mídias Sociais”, livro do cofundador da plataforma de monitoramento de mídias sociais Scup

Nós estamos usando as redes sociais para produção de conhecimento útil?

 Em “Redes: o Despertar da Consciência Planetária”, Ernesto van Peborgh afirma que as novas mídias sociais podem promover as transformações necessárias para atingirmos o desenvolvimento sustentável

No livro Redes: o Despertar da Consciência Planetária (DVS Editora), Ernesto van Peborgh analisa o encontro entre duas poderosas tendências: o impacto do surgimento da Web 2.0 e das mídias sociais e a necessidade de mudança para um modelo de desenvolvimento sustentável. Fundador da consultoria A Viagem de Odiseo e autor dos livros Sustentabilidade 2.0 e Odisseia 2.0, Peborgh dedica-se desde 2005 à pesquisa e análise do potencial das redes sociais para promover a sustentabilidade.

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No livro, ele traça um paralelo entre nossa jornada na Terra e a viagem do navio Titanic, em que a insistência em ignorar os sinais de alerta levou a uma grande tragédia. Para ele, estamos muito próximos de sofrer consequências irreversíveis causadas pelo papel nocivo do homem sobre o planeta, porém o aparecimento das redes sociais, como novo meio de comunicação, pode ser a solução. Isso porque a linguagem colaborativadessas novas mídias está modificando radicalmente o modo como vivemos, agimos e pensamos.

Van Peborgh se baseia nos teóricos da comunicação Marshall McLuhan e Robert K. Logan, segundo os quais o surgimento de novas linguagens e meios de comunicação promove transformações profundas na sociedade, alterando não apenas as formas como nos comunicamos, mas também como vemos o mundo e, nos relacionamos com ele e com nós mesmos. Ou seja, sempre que a humanidade desenvolve uma nova maneira de se comunicar ocorre um salto de consciência.

No caso da web, esse impacto está relacionado à adoção de hábitos sociais e práticas vinculadas à colaboração, participação, transparência e criação coletiva. “Estou convencido de que a rápida evolução dos meios de comunicação social nos fornecerá o caminho para avançar rumo a um novo nível de consciência planetária, que estará imbuída de abertura, horizontalidade, diversidade e criação coletiva – o mesmo DNA que constitui e faz funcionar a web. Acredito firmemente que as pessoas conectadas conseguirão construir um mundo melhor”, afirma van Peborgh.

Desse modo, Redes: o Despertar da Consciência Planetária conduz o leitor a concluir que a web está revolucio­nando nossa maneira de pensar. Além de ponto de partida dessa mudança, o modo colaborativo como milhares de mentes interconectadas produzem conhecimento na internet, talvez seja a grande chance – e quem sabe a última – do ser humano buscar uma relação de equilíbrio com o meio ambiente, tornando viável a continuidade da vida.

SOBRE O AUTOR
Ernesto van Peborgh é engenheiro, com MBA pela Universidade de Harvard, e especialista em comunicação para a sustentabilidade. Dirige a consultoria A Viagem de Odiseo, com escritórios em Buenos Aires e São Paulo, que atende clientes na América Latina e Europa. É autor dos livros Sustentabilidade 2.0, uma primeira formulação do papel catalisador que pode ser exercido pelas mídias sociais para criar modelos colaborativos de negócios e governança, e Odisseia 2.0 – as marcas nas mídias sociais, obra que apresenta uma estratégia para instalar os valores das marcas nas redes on-line. Van Peborgh é também colunista do jornal argentino La Nación e tem ministrado conferências em organizações edu­cativas, empresariais e em eventos como o TEDx.

Redes: o Despertar da Consciência Planetária
Autor: Ernesto van Peborgh
Editora: DVS Editora
Preço: R$ 35,00
Páginas: 133
ISBN: 978-85-8289-019-6

Convite para o lançamento do livro “Redes: o Despertar da Consciência Planetária”

A DVS Editora e o autor Ernesto van Peborgh convidam para o lançamento do livro “Redes: o Despertar da Consciência Planetária“. A obra defende que as mídias sociais, enquanto plataforma colaborativa para produção de conhecimento, podem promover as transformações necessárias para atingirmos o desenvolvimento sustentável.

SOBRE O LIVRO:

Entramos no antropoceno: nós, seres humanos, passamos a ser a maior força de impacto global. Tudo depende de nossa espécie, que vem consumindo os recursos do planeta em um ritmo superior ao de sua capacidade de renovação. Em outras palavras, estamos comendo o cardápio de hoje e também boa parte do previsto para amanhã.

Enfrentamos o desafio de criar um novo paradigma que, entre outras coisas, possa redefinir o lugar do ser humano no sistema planetário, entendendo que não somos o centro do universo, mas apenas parte de seu metabolismo.

Para tanto, precisamos compreender e solucionar problemas inéditos e de extrema complexidade. Talvez esse seja o maior desafio enfrentado pela humanidade em toda sua história, pois é da solução desses problemas que depende a sobrevivência de nossa civilização.

Em Redes: o Despertar da Consciência Planetária, Ernesto van Peborgh explica por que a web 2.0 constitui um universo de interação e como essa plataforma midiática, enquanto portadora e promotora de uma nova lógica, pode desenvolver um novo sistema de organização cognitiva, que permita dar uma resposta urgente à crise ambiental e social.

Ernesto van Peborgh é engenheiro, com MBA pela Universidade de Harvard, e especialista em comunicação para a sustentabilidade. Dirige a consultoria A Viagem de Odiseo, especializada em pesquisa de tendências de marketing e comunicação 2.0, uso das mídias sociais, criação de aplicativos, inteligência coletiva, crowdsourcing e sustentabilidade.

Veja também a página do evento no Facebook

SERVIÇO
Lançamento do livro “Redes: o Despertar da Consciência Planetária”
Onde: Livraria da Vila
Endereço: Al. Lorena, 1731 – Jardim Paulista
Quando: 01 de outubro de 2013
Horário: A partir das 19h

Livro mostra como representar uma grande marca dentro das mídias sociais

Com trabalho reconhecido pela mídia especializada, ex-diretor de mídias sociais na GM e IBM revela como vencer desafios burocráticos e alcançar o sucesso na rede.

Profissionais designados a trabalhar com mídias sociais em grandes empresas precisam lidar com desafios específicos a esse tipo de companhia. Além da análise de dados coletados nas redes, da produção de conteúdo de qualidade e da interação com o público, é necessário que o responsável pela área possua atributos que lhe permita aproveitar os recursos da organização e driblar a burocracia para obter resultados rápidos, já que velocidade faz parte da dinâmica desse meio.

Em O Estrategista em Mídias Sociais (DVS Editora), o autor Christopher Barger consolida no livro sua bem-sucedida experiência como diretor de mídias sociais em duas gigantes: General Motors e IBM. Em ambos os casos, o trabalho de Barger recebeu grande reconhecimento das mídias especializadas em Relações Públicas, marketing e administração, que passaram a considerar as empresas dentro do grupo das que melhor utilizam as mídias sociais.

Desse modo, a obra se configura como uma fonte de informação originada dentro do ambiente corporativo, para o qual também é voltada. Ou seja, Barger não fala apenas como um analista que enxerga caminhos sobre como o investimento em mídias sociais pode trazer retorno financeiro e em termos de fortalecimento da marca, mas também como alguém que implementou ideias que deram certo.

A leitura do livro oferece a profissionais e líderes da área de comunicações ou de marketing, dentro de uma grande organização, um ponto de partida para o trabalho em mídias sociais. Começar do zero pode significar cometer erros facilmente evitáveis. Por exemplo, Christopher Barger cita como falhas recorrentes das empresas manter uma página oficial no Facebook na qual nenhum comentário é respondido; uma conta no Twitter que não recebe qualquer postagem por dias ou até semanas; e um canal no YouTube que apresente os mesmos três vídeos por meses.

Será que estou cometendo esses ou outros erros? Como evitá-los e quais são as melhores práticas? E, sobretudo, como representar uma grande marca dentro das redes sociais? O Estrategista em Mídias Sociais traz luz a esses e outros questionamentos e mostra como as empresas podem atrair seu público, publicando conteúdo relevante e se transformando em verdadeiros meios de comunicação.

Sobre o autor

Christopher Barger é vice-presidente sênior de programas globais na Voce Communications, uma divisão da Porter Novelli (líder mundial em relações públicas), que atende clientes em todo o mundo no desenvolvimento de programas de mídia social e estratégias. Barger passou quatro anos como diretor de mídias sociais na General Motors e atuou no desenvolvimento da presença online da IBM.

O Estrategista em Mídias Sociais
Autor: Christopher Barger
Editora: DVS Editora
Páginas: 319
Preço: R$ 59

E-book gratuito: como usar jogos para engajar seu público nas redes sociais

Entenda o que é gamification e aprenda a transformar sua estratégia digital num jogo

E-book gratuito

Escrito por Ricardo Azarite, especialista em mídias sociais e coautor do livro “Monitoramento e métricas em mídias sociais: do estagiário ao CEO” (DVS Editora), e-book mostra como empresas e marcas podem utilizar a estratégia de jogos para engajar seu público.

-COMPRAR LIVRO “MONITORAMENTO E MÉTRICAS EM MÍDIAS SOCIAIS”

Apesar de ser uma estratégia de marketing digital pouco divulgada e usada no Brasil, o gamification já tem o seu lugar ao sol garantido em outros países, principalmente nos Estados Unidos.

Alguns dos principais cases de uso degamification para marketing digital são as mídias sociais, que usam jogos e premiações recorrentemente para aumentar as taxas de engajamento e participação dos usuários – claro, o objetivo de negócio de mídias sociais é ter acessos e usuários ativos.

Como engajar com jogos nas redes sociais? Para responder esta questão, o e-book aborda principalmente três aspectos:

>Os fundamentos do gamification;

> As oportunidades de usar jogos como estratégia de negócio nas redes sociais;

> Formas de medir resultados em gamification.[Via Scup]

A importância das Mídias Sociais para empresas

Leia abaixo o prefácio do livro Monitoramento e métricas de mídias sociais: do estagiário ao CEO (DVS Editora), de Diego Monteiro (fundador da plataforma de monitoramento SCUP) e Ricardo Azarite (head de mídias sociais no Kekanto), e entenda a importância das mídias sociais quando utilizadas de maneira correta por uma empresa. 

Nas interações sociais que tenho em torno da temática das mídias sociais, sejam elas em rodinhas de cerveja, em conversas informais ou em palestras, o assunto mais quente e que mais provoca sentimentos inconsistentes é a tal da medição do retorno sobre investimento (um sentimento que ROI por dentro). Arrisco dizer que além do retorno, também existem outras inquietudes sobre a medição da performance de ações e reações em mídias sociais. Talvez pelo simples fato de que nós, humanos, ignoramos a ciência e paciência requeridas quando queremos melhorar a forma como interpretamos nosso empirismo nos negócios.

– Compre o livro Monitoramento e métricas de mídias sociais

Buscamos sempre o caminho mais fácil: “Se deu certo com ele vai dar certo comigo”, “Vamos fazer como nosso concorrente”, “Se o guru falou é porque dá certo”. Será que medir está tão misturado com nosso cotidiano que esquecemos de tratá-lo como tal? Afinal de contas, tomamos a dose correta de remédio para o efeito sair como desejamos, compramos roupas sabendo que medida precisamos e nossos edifícios ficam de pé porque usamos as medidas certas de largura e distância entre pilares.

Como utilizar mídias sociais em empresasNesta altura, Peter Drucker deve estar mandando sinais paranormais para nos lembrar da sua célebre frase: “Se você não pode medir, você não vai conseguir gerenciar”. E para que serve medir a performance do seu negócio? Cito pelo menos quatro razões-chave para justificar: melhorar sua tomada de decisão, aprender e ajustar para evoluir seu desempenho, abrir alas para que você consiga estipular metas a serem alcançadas e agir em tempo para corrigir algo em rota de colisão. Será que vale a pena investir um tempo para entender e interpretar melhor o que estamos fazendo nas mídias sociais?

Dados quantitativos derivados da nossa experimentação ajudam a complementar nossas percepções, discussões, entendimento e, até mesmo, podem explicar resultados qualitativos que são mais difíceis de mensurar. Albert Einstein uma vez disse que “nem tudo o que pode ser contado conta, e nem tudo o que conta pode ser contado”. Essa é a beleza e a verdadeira ciência da medição de desempenho: nunca sabemos a resposta correta e a incerteza apimenta nosso cotidiano profi ssional. No frigir dos ovos, todos queremos saber o que podemos tirar das mídias sociais para justifi car o investimento em tempo e dinheiro nelas e, uma vez fazendo algo nesse ambiente, como acompanhar de maneira efetiva.

Para sanar dúvidas de forma definitiva, este livro tem uma metodologia bem estruturada e poderosa para ajudar sua empresa ou seus negócios florescerem nas mídias sociais. Os autores aceleram o seu entendimento e aprendizado introduzindo o conceito do “Ciclo de Mídias Sociais” (SMC – abreviatura do inglês Social Media Cycle) e estabelecem três níveis de maturidade deste ciclo: um caminho evolutivo prático e objetivo para que a adoção das mídias sociais ocorra de forma progressiva e gere valor para seus negócios sem colocar a carroça na frente dos bois. Com isso, você já parte com metodologia e objetivos nas mãos. Falta executar e monitorar.

E falando em monitorar, o livro está recheado de exemplos de métricas e formas de acompanhamento das ações em mídias sociais, sejam elas feitas e executadas internamente, por equipe própria ou externamente. As métricas também não estão sozinhas. O livro ajuda a refletir sobre os seus processos de negócios e como sua equipe está estruturada.

Recomendo a leitura para quem deseja aprender sobre mídias sociais e recomendo adotar este livro como guia prático para múltiplas consultas futuras.

Prefácio do livro Monitoramento e métricas de mídias sociais: do estagiário ao CEO.
De Fabio Cipriani

Autor de “Estratégia em Mídias Sociais – Como Romper o Paradoxo das Redes Sociais e Tornar a Concorrência Irrelevante”

7 ideias para promover o seu site

Como promover um site? Essa é a pergunta que se passa pela cabeça de qualquer empresário, blogueiro ou empreendedor online. Em sua coluna no site da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Luciano Santos, gerente de vendas para PMEs do Google, elenca 7 pilares fundamentais para quem crescer na rede. Originalmente publicado aqui.

1. Otimize seu site para os motores de busca. O SEO (Search Engine Optimization) consiste em pequenas alterações de partes concretas do seu website. Quando essas modificações individuais se combinam, causam um grande impacto na experiência do usuário e na performance do site nos resultados de buscas orgânicas (que não são pagos ou patrocinados). Alguns exemplos de melhorias fáceis de implementar são criar títulos de páginas úteis e precisos, organizar a estrutura para facilitar a navegação e oferecer conteúdo de qualidade – de fácil leitura e com imagens em boa definição.

2. Dê os primeiros passos em publicidade online. Quando uma ferramenta de pesquisa como a do Google é acessada, os produtos ou serviço que você oferece podem aparecer perto dos resultados orgânicos em forma de anúncio. Assim, se alguém estiver procurando “ração para cachorro” e você tem um pet shop, seu anúncio pode aparecer para aquele potencial consumidor no momento em que ele busca, com os chamados links patrocinados. E isso não é pouco se considerarmos que 67% dos internautas brasileiros buscam informações na web antes de comprar. Escolha palavras-chave que se relacionem o máximo possível com suas ofertas. Para o pet shop, essas palavras podem ser também “tosa e banho” ou “comida para gatos”, por exemplo.

A principal vantagem desse formato é que você só vai pagar quando usuário interessado clicar no seu anúncio, o que permite total controle sobre o orçamento diário disponível.

7 ideias para promover seu site

3. Teste a publicidade contextual. Também é possível colocar seus anúncios em sites relacionados com os produtos ou serviços que você oferece. A Rede de Display do Google conta com milhares de sites associados onde seus anúncios podem aparecer. Está comprovado que, se você vende artigos esportivos, por exemplo, terá melhores resultados quando a sua marca aparece em sites relacionados com esportes – de notícias, times, blogs etc. Esses anúncios se distribuem de forma automática baseando-se no conteúdo dos sites de destino.

4. Incorpore imagens com anúncios de display. Os anúncios de display (banners, vídeos) permitem montar anúncios mais atrativos e dinâmicos. Os desenvolvedores de anúncios de display ajudam a desenhar seu anúncio de forma rápida e fácil em poucos passos.

5. Aposte nos dispositivos móveis. Muitos smartphones e dispositivos móveis com conexão à internet oferecem serviços de navegação, GPS, câmera e vídeo. No Brasil, já são 27 milhões de usuários desses dispositivos. Isso representa uma grande oportunidade para desenvolver campanhas criativas com mensagens de texto, redes sociais e publicidade para dispositivos móveis. Além disso, agora é muito simples criar gratuitamente um website adaptado para este ambiente pelo criador de sites móveis.

6. Conecte-se por meio das redes sociais. As redes sociais podem ser excelentes geradoras de negócios. Os usuários costumam compartilhar experiências e recomendar produtos e serviços. Criar uma conta no Twitter, uma página no Facebook e um perfil no Google+ e mantê-los atualizados com informação relevante para sua audiência é essencial. O livro “Monitoramento e métricas de mídias sociais: do estagiário ao CEO” é de grande valia para quem deseja se aprofundar no tema (onde comprar).

7. Potencialize seu negócio com o poder do vídeo online. Publicar vídeos com ofertas ou descrições de produtos pode ajudá-lo a alcançar novos públicos. Lembre-se de que os vídeos mais eficientes são curtos (menos de 3 minutos) e incluem uma oferta ou benefício pontual motivando o consumidor a tomar algum tipo de atitude. É possível fazer upload de seus vídeos rapidamente e começar a divulga-los no YouTube ou na Rede de Display.

Lançamento do livro “Monitoramento e métricas de mídias sociais”, veja fotos

Veja abaixo algumas fotos tiradas durante o evento de lançamento do livro “Monitoramento e métricas de mídias sociais: do estagiário ao CEO”, que ocorreu no início de novembro na Livraria Cultura. A primeira imagem mostra os dois autores (Ricardo Azarite à esquerda de Diego Monteiro) durante sessão de autógrafos.

A obra aborda de modo claro e estratégico, o uso das mídias sociais por empresas, destacando as oportunidades de novos negócios proporcionados pelo monitoramento. Além disso, os autores defendem que o conhecimento sobre o assunto deve ser distribuído em todas as áreas da empresa, e não ficar focado em apenas um núcleo.

– Leia aqui o primeiro capítulo do livro