Uma força adormecida: O engajamento empreendedor

Caros leitores, antes de tudo, peço calma e compreensão. Sim, solicito isso logo no início do texto, pois conheço o potencial explosivo, ou quem sabe sonífero, dessa temática. E diante de reações mais agressivas ou bocejos de sono, devo aqui reconhecer o fato de que os empreendedores, de uma forma geral, simplesmente não suportam mais a carga de cobranças, chateações oficiais e aporrinhações de toda espécie e gênero. Sendo assim, seria muito natural o olhar enviesado de um leitor que observe logo no título uma convocação ao seu engajamento.

Por Gustavo Chierighini, fundador da *Plataforma Brasil Editorial e membro do conselho editorial da DVS Editora. Continue lendo

Podcast da palestra “O Elo da Gestão de Carreira” – download gratuito!

No último dia 23, as pessoas presentes no auditório da FAAP tiveram o privilégio de assistir a palestra de lançamento do livro O Elo da Gestão de Carreira, de Cláudio Queiroz e Christiane Leite.
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Vale a pena ouvir no seu Ipod, Iphone,  Ipad ou qualquer outro tocador de mp3.  O áudio está disponível no Itunes Podcast para download gratuito.
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As palavras de Cláudio Queiroz servem para aqueles que estão em crise sobre o fazer da vida, mudar de atividade, que carreira seguir, e principalmente: a quem cabe essa responsabilidade. São conselhos sábios de uma pessoa que dedicou sua vida a estudar esse assunto. Entenda como uma empresa pode funcionar com seu lado humano.
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O ELO (Empregado – Liderança – Organização) aponta para uma nova forma de se encarar gerenciamento de carreira.
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Não perca essa oportunidade. Baixe e ouça! Continue lendo

A Fina Arte do Sucesso (Breve lançamento)

O professor de Estratégias e Gestão da Inovação da Antwerp Management School, Jamie Anderson; o artista, fundador da empresa Art-Thinking Consulting e professor de Inovação e Criatividade do Lorange Institute (Suíça), Jörg Reckhenrich; e o diretor de programas e integrante da Faculdade na European School of Management and Technology, em Berlim, na Alemanha, Martin Kupp, são os autores de um livro maravilhoso: The Fine Art of Sucess (A Fina Arte do Sucesso), no qual ensinam como se deve assimilar a “grande arte” para se criar um grande negócio!

Nesse livro, destaca-se que uma pessoa sabe usar a criatividade quando aplica a mesma para melhor realizar uma tarefa, procurando, para tanto, diversas opções que possibilitam executá-la.

Claro que criatividade leva à inovação!

Para se chegar à inovação, deve-se estar apto a enxergá-la sob três ângulos, isto é: observar o que é feito nas organizações vencedoras, certificar-se dos procedimentos novos que levam o capitalismo ao sucesso e o que fazem os líderes vitoriosos ou pessoas de sucesso na “própria casa”, ou seja, como desenvolvem as suas ideias para promover a inovação que conduz a resultados destacados.

Em The Fine Art of Sucess, os autores mostram como o sucesso obtido por artistas como Damien Hirst, Joseph Beuys, Pablo Picasso ou Madonna servem de excelentes exemplos para se obter sucesso em qualquer negócio.

Tomando o caso da cantora Madonna, é óbvio que ela não construiu o seu sucesso somente na sorte ou no seu talento. Ao contrário, ela analisou cuidadosamente tudo sobre o seu mercado e os seus clientes (fãs), bem como as próprias competências e aspirações para desenvolver uma estratégia pessoal diferenciada.

Mas mesmo antes que a sua bem-sucedida estratégia fosse colocada em ação, Madonna foi decidida e corajosa o suficiente para fazer uma introspecção sobre a mesma e inclusive de mudá-la! Continue lendo

Precisamos urgentemente de figuras públicas empresariais

Caros Leitores, antes de tudo, preciso contextualizar aquilo denomino como uma figura pública empresarial. Não se trata aqui de uma medição por conta da cobertura midiática, ou sobre o volume de entrevistas concedidas a revistas, sites e jornais especializados em gestão, negócios ou economia. Da mesma forma, não se trata dos legítimos e acertados apelos para que deixemos de lado os complexos de inferioridade típicos do terceiro mundo, em troca de uma atitude acertadamente mais altiva, confiante e determinada.
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Por: Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial e membro do conselho editorial da DVS Editora.
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Trata-se (e aqui estou cobrando), sobretudo de uma atuação crítica e incisiva daqueles que em última instância representam a parcela de contribuintes de maior impacto para a brutal, bilionária e massacrante arrecadação pública brasileira. Algo que transcenda ideologias, preferências políticas ou interesses setoriais. Continue lendo

Encerrada NRF 2012 com reflexões sobre liderança transformadora

Nós criamos essa Hot News para antecipar algumas informações deste que é o maior evento de varejo do mundo e essa é o último número desta edição. A NRF terminou ontem (dia 18 de janeiro – quarta-feira), foi um dia diferente, um ritmo mais tranquilo… a feira de tecnologia que ocorre em paralelo foi encerrada na terça…

Para nós que estamos com o grupo da ABF a NRF continua! Seguimos agora para mais dois dias de visitas a empresas de diferentes segmentos, por exemplo: tecnologia (NCR), locadora de veículo (HERTZ), vamos visitar a rede mais antiga dos EUA que se chama “The famous Nathans” uma rede de fastfood cujo produto principal é o hot dog, entre outras. Continue lendo

The New York Times – Uma história de valores em meio à crise europeia

Por Thomas Friedman, colunista do The New York Times

Katerina Sokou, 37 anos, uma jornalista grega que escreve para o caderno de economia do Kathimerini, um jornal diário grego, me contou essa história: um grupo de membros do parlamento alemão veio à Atenas, pouco tempo depois da crise econômica eclodir no país, e se encontraram com alguns políticos gregos, acadêmicos, jornalistas, advogados de modo a avaliar a evolução da economia grega. Sokou disse que sua impressão foi de que os alemães estavam tentando descobrir se deveriam emprestar dinheiro para a Grécia para uma operação de salvamento. Era como uma nação entrevistar outra para um empréstimo. “Eles não estavam aqui como turistas, fomos obrigados a dar dados sobre quantas horas de trabalho”, lembrou Sokou. “É realmente senti que nós tivemos que convencê-los sobre os nossos valores.”

A observação de Sokou me lembrou uma obsevação que me foi feita por Dov Seidman, autor do livro “Como” e CEO da LRN, uma empresa que ajuda companhias a construírem uma cultura de valores éticos nos negócios.

A globalização de mercados e pessoas tem se intensificado em um novo grau nos últimos cinco anos, com o surgimento das redes sociais, Skype, derivados, conexão de banda larga sem fio barata, smartphones e computação em nuvem. “Quando o mundo está interconectado desta forma”, argumentou Seidman, “… Mais do que nunca, os valores das pessoas importam assim como o comportamento, por isto impacta mais pessoas, do que nunca. Nós vivemos um mundo interconectado e interdependente eticamente.”

“E se torna cada vez mais difícil se proteger do comportamento irresponsável das outras pessoas”, acrescentou Seidman, ambos irão sofrer as consequências, quer você tenha feito alguma coisa errada ou não. Isto é duplamente verdadeiro quando dois países diferentes partilham a mesma moeda, mas não o mesmo governo. É por isso que esta história não é apenas sobre as taxas de juros. É sobre valores. Os alemães estão dizendo para os gregos: “Vamos emprestar-lhe mais dinheiro, desde que você se comporte como os alemães em como economizar, quantas horas por semana você trabalha, quanto tempo de férias que você toma, e como sempre você paga seus impostos.”


Infelizmente, porém, estes dois países são culturalmente muito diferentes. Eles lembram um casal de quem você pergunta após o divórcio: “Como é que os dois um dia pensaram que poderiam se casar?”

A Alemanha é o exemplo de um país que se fez rico fazendo coisas. Grécia, infelizmente, depois que aderiu à União Europeia em 1981, realmente se tornou apenas mais um petro-Estado tipo Oriente Médio – só que ao invés de um de petróleo, tinha Bruxelas, que constantemente bombeava subsídios, ajuda e euros com juros baixos para Atenas.

Recursos naturais criam corrupção, e grupos competem por quem controlará a torneira.  É exatamente o que aconteceu na Grécia, quando teve acesso a enormes Euro-empréstimos e subsídios. O empreendedorismo natural dos gregos foi canalizado na direção errada – em uma competição por fundos do governo e contratos.  A Grécia teve um surto de modernização real na década de 1990. Mas depois de 2002, ela colocou seus pés para cima, pensando que tinha chegado, e muito “Euro-óleo” da União Europeia foi usado para financiar um sistema corrupto e patrimonial pelo qual os políticos criaram empregos no governo e formularam projetos para localidades em troca de votos. Isso reforçou um Estado de bem-estar enorme, onde os jovens sonhavam com um emprego no governo confortável.

Tornar-se um membro da União Europeia “foi uma grande oportunidade para obter um desenvolvimento e nos desperdiçamos isso”, explica Dimitris Bourantas, professor de administração na Universidade de Atenas.

“A adesão à União Europeia foi uma grande oportunidade para o desenvolvimento, e nós desperdiçamos”, explicou Dimitris Bourantas, um professor de administração da Universidade de Atenas. “Nós também não aproveitamos os mercados do [ex-] países socialistas ao redor da Grécia, e nem o crescimento da economia global. Perdemos todos eles porque o sistema político ficou focado no crescimento da administração pública – e não em promover o empreendedorismo, a concorrência ou a estratégia industrial ou vantagens competitivas. Criamos um estado com grande ineficiência, corrupção e uma burocracia muito grande. Fomos o último país soviético na Europa.

É por isso, acrescentou, que os gregos, quando vão para os EUA, libertam as suas competências e seu empreendedorismo” de modo a capacitá-los para prosperar no comércio. Mas aqui na Grécia, o sistema incentiva justamente o oposto. Os investidores aqui dizem que a burocracia envolvida para montar um novo negócio é esmagadora. É uma loucura, a Grécia é o único país no mundo onde os gregos não se comportam como os gregos.

Com o declínio de Beirute e Dubai, Atenas deveria ter se tornado o centro de serviço do Mediterrâneo Oriental. Em vez disso, Chipre e Istambul aproveitaram esse papel. A Grécia não deve desperdiçar esta crise. Embora tenha algumas reformas instituídas no ano passado, o primeiro-ministro George Papandreou, me disse: “O que é mais frustrante é a resistência do sistema. Como produzir uma mudança cultural?”

Isso vai levar a uma revolução cultural. E isso só pode acontecer se dois principais partidos da Grécia se unirem, derem as mãos juntarem forças para uma mudança radical na cultura que rege de cima para baixo. Sem isso, a Grécia nunca será capaz de pagar seus empréstimos.

 

 

 

 

O otimismo pode espantar investidores

Já presenciei inúmeras apresentações, onde startups e negócios já estabelecidos mais que desejavam atrair investimentos, simplesmente não consideravam nenhuma possibilidade de fracasso. Para eles, nada iria sair errado e pela primeira vez na história um planejamento seria concretizado sem nenhum atraso ou furo.

por Gustavo Chierighini

Nessas situações, quem realiza a apresentação faz malabarismos para irradiar um otimismo contagiante, muita confiança e uma energia de impacto, mas simplesmente não considera o pavor que gera na plateia cética, fria e experiente, composta por analistas treinados a encarar o “não” como algo tão importante e lucrativo como o “sim”.

O fato é que se trata de um momento muito importante para ser desperdiçado.

Então, reunimos aqui algumas dicas:

 

Otimismo e confiança são coisas diferentes

Analistas de investimentos não querem tratar com otimistas ou pessimistas irremediáveis. A experiência dessa gente ensina que onde existe uma mínima possibilidade de algo dar errado, é justamente o que vai acontecer.

empreendedores confiantes, transmitem a ponderada ideia de que, muito embora sejam cientes do enorme desafio e dos prováveis imprevistos, possuem a capacidade necessária para navegar em segurança.

Mas não se esqueça, essa confiança tem que ter o pé na realidade.

Uma postura transmite cegueira, a outra lucidez.

Não esconda os problemas e as suas próprias dúvidas

Nada confere maior credibilidade, do que a verdade nua e crua exposta sem maquiagens, aliada a uma postura conscientemente crítica, sobre o projeto que se pretende desenvolver.

Clareza, objetividade e profundidade

Fuja do “bobajal” corporativo. Analistas detestam essas inutilidades. No lugar disso, apresente um material que reflita sobre a organização, com muita objetividade e profundidade nos números tanto quanto nos conceitos aplicados ao negócio.

Coloque-se no lugar do seu interlocutor

Investidores sentem falta de diálogos e interlocuções, onde sejam compreendidos em suas responsabilidades como gestores de recursos de terceiros.

Eles precisam prestar contas por suas decisões e vão responder pelos fracassos associados. Portanto, analisar um empreendimento que carrega transparência nas informações, e que considera a necessidade disso após a realização dos investimentos, sem dúvida alguma causará grande conforto.

Lembre-se, apresentar uma possibilidade de investimentos não se trata de um exercício de convencimento, é antes de tudo um exercício de análise e julgamento.

Em profundidade.

 

 

Sobre o autor

 

 

Gustavo Chierighini, atento observador do universo corporativo, é fundador da Plataforma Brasil e membro do conselho editorial da DVS Editora.

 

Guia de persuasão – habilidade 2

Quais são os principais motivos que te fazem escolher não pensar na hora de comprar?

A maioria das pessoas compram por razões que elas simplesmente desconhecem

Mais de 95% dos motivos que levam alguém a comprar algum produto estão associados com decisões do subconsciente.

Por Kurt Mortensen

Um dos grandes desafios que nós enfrentamos é que, na maioria das vezes, nós não sabemos porque fazemos aquilo que fazemos. De fato, mais de 95% da persuasão e influência envolve estalo subconsciente. Essa tendência justifica certas inclinações como “eu simplesmente sinto que é o certo”, “eu confio nessa pessoa” ou “eu não gostei dessa pessoa”.

Todas essas reações normalmente são baseadas no subconsciente. Esses 95% de pensamentos e conhecimento emotivo ocorrem no nosso inscosciente, sem nossa percepção. Além do mais, a nossa consciência da realidade é o resultado dos neurônios em nosso cérebro processarem todas as informações em torno de nós de forma inconsciente.

Exemplos de gatilhos subconscientes:

• Um cheiro que traz lembranças da infância.

• Música que aumenta o seu nível de adrenalina.

• Algo que você repugna sem saber o porquê.

• Uma cor que te dá fome.

• Uma palavra que te deixa tenso.

• Gostar de alguém que acabou de conhecer, sem motivo aparente.

• Certas palavras, expressões ou gestos que inconscientemente te deixam inquieto.

• O tom da voz de alguém que te ativa (ou te desliga).

Esse gatilho subconsciente  opera abaixo dos nossos pensamentos conscientes. Quando empregado corretamente, seus clientes nem mesmo perceberão que você os está usando. Por outro lado, se você o faz de maneira forçada, o público notará claramente o que você está tentando. Se a persuasor é habilidoso, ele usará destas leis de persuasão para que a mensagem seja entregue sem que nenhum “radar” a detecte. Isso explica porque mais de 95% dos motivos que levam alguém a comprar algum produto estão associados com decisões do subconsciente. Em outras palavras, a maioria das pessoas compram por razões que elas simplesmente desconhecem.

Quais são os principais motivos que te fazem escolher não pensar na hora de comprar? Em primeiro lugar, às vezes, a quantidade de informação disponível é tão avassaladora que nem sequer tentam digerir. Às vezes, nossas decisões não são simplesmente de peso suficiente para justificar o esforço de pesquisar toda a informação disponível. Consciente e inconscientemente, a partir do bombardeio de informações que recebemos, seletivamente escolhemos o que  reconhecer e o que ignorar.

Entender o subconsciente  é algo comparável a compreender a psique humana. Esse conhecimento irá capacitá-lo a melhorar suas habilidades de persuasão. Ele amplia a sua eficácia nos relacionamentos, liderança, marketing e venda de si mesmo e das suas ideias. Mestre no entendimento e utilização de gatilhos subconscientes.

 

Sobre QI de Persuasão

A principal habilidade das pessoas extremamente prósperas é a persuasão. Pare um pouco para pensar. Percebe que tudo que deseja na vida é resultado direto da persuasão? Segundo Brian Tracy, um renomado especialista em persuasão: “As pessoas que não conseguem apresentar suas ideias ou vender o seu peixe de maneira eficaz têm pouco poder de influência e não são altamente respeitadas.” O inverso desta declaração seria afirmar que, se você conseguisse apresentar sua ideias com eficácia e persuadir os outros, teria um alto poder influência e seria muito respeitado.

Você sabia que a maior parte dos CEOs (chief executive officer) das maiores corporações norte-americanas têm formação em vendas e marketing? Talvez você não almeje ser o CEO de uma grande corporação, mas sejam quais forem suas escolhas, sonhos ou metas profissionais, a persuasão é a chave do sucesso. Profissionais da persuasão, ou seja, especialistas em vendas e marketing, são os empregados mais requisitados. Pais, professores, líderes, gerentes, empreendedores, empregados e profissionais de vendas, todos precisam de habilidades de persuasão. Seja qual for a real posição que ocupamos, todos persuadimos, ou melhor, precisamos saber vender, para sobreviver.