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Como Criar Mensagens Persuasivas que o Cérebro Realmente Entende

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9 meses atrás
Como Criar Mensagens Persuasivas que o Cérebro Realmente Entende

As mensagens persuasivas que funcionavam ontem já não funcionam mais. Se você não aprender a falar com o cérebro certo, vai continuar sendo ignorado. Bora ler? 👇


Sobre o que vamos falar?

  • Cérebro ignora lógica: O instinto decide antes da razão.
  • 6 estímulos que funcionam: Pessoal, contraste, tangível, memorável, visual e ritmo.
  • NeuroMap simplifica tudo: Uma estrutura clara para atrair, explicar e convencer.
  • Aprendizado aplicado: O Kit StorySelling ensina como comunicar para gerar conversão real.

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Você já investiu tempo escrevendo um e-mail, preparando uma apresentação ou publicando um conteúdo nas redes sociais e teve a sensação de que ninguém realmente prestou atenção?

Esse é um problema comum.

A maioria das mensagens que produzimos no marketing, nas vendas ou até na comunicação do dia a dia simplesmente não funciona.

E o motivo vai além de um texto mal escrito ou de uma imagem pouco atrativa.

A verdade é que muitas dessas mensagens ignoram como o cérebro humano realmente funciona.

Segundo os autores do livro O Código da Persuasão, a chave para influenciar alguém não está em argumentos racionais elaborados, mas sim em construir mensagens persuasivas que falam diretamente com o cérebro primitivo, responsável por decisões rápidas, emocionais e instintivas.

Neste artigo, você vai entender por que tantas mensagens são ignoradas, conhecer os seis estímulos que ativam decisões no cérebro e aprender a aplicá-los em e-mails, apresentações e conteúdos com mais impacto. Em outras palavras, você vai entender como persuadir pessoas com mais clareza, ética e resultado..

Veja o que você irá conhecer neste artigo:

  • Por que a maioria das mensagens de marketing falha?
  • O cérebro primitivo decide antes da lógica entender
  • Os 6 estímulos que tornam uma mensagem impossível de ignorar
  • 10 exemplos de mensagens que usam os estímulos certos para persuadir
  • Como aplicar o NeuroMap nas suas mensagens de vendas
  • 10 exemplos de construção de mensagens persuasivas que usam os estímulos e o NeuroMap na prática
  • Conclusão: A diferença entre ser ouvido e ser ignorado está na forma como você comunica


Por que a maioria das mensagens de marketing falha?

Vivemos em um ambiente saturado de estímulos.

A todo momento, somos impactados por anúncios, notificações, vídeos, e-mails e campanhas disputando atenção. Em meio a esse excesso, o que não é claro e relevante simplesmente é ignorado.

O erro mais comum está na tentativa de informar demais ou soar criativo demais, falando com a parte errada do cérebro.

Em vez de despertar reação, a maioria das mensagens se esforça para explicar. Em vez de capturar, tentam convencer com lógica e excesso de detalhes.

O cérebro não funciona assim. Antes da razão, existe o instinto.

Ele filtra tudo o que chega com base em segurança, ganho ou ameaça. Se algo parece complicado, irrelevante ou impessoal, é automaticamente descartado.

Quando isso acontece, a mensagem até atinge a superfície da mente do público, mas não penetra o suficiente para provocar ação. O conteúdo escorre, como um respingo que não deixa marca. O resultado é previsível: desinteresse, esquecimento e nenhuma conversão.

Não é uma questão de esforço. É de estratégia.

Informar não é suficiente. Uma mensagem só funciona quando é moldada para ser percebida da forma como o cérebro prioriza. E isso exige clareza, emoção e impacto imediato.

O cérebro primitivo decide antes da lógica entender

Toda mensagem passa primeiro por um filtro invisível. Antes mesmo de ser compreendida, ela precisa ser sentida. Quem faz esse julgamento inicial não é a razão. É o instinto.

O cérebro humano é dividido em diferentes camadas evolutivas.

A mais antiga, chamada de cérebro primitivo, é responsável por reações rápidas ligadas à sobrevivência.

Essa estrutura é a base dos estudos em neuromarketing, que analisa como decisões são influenciadas por estímulos inconscientes.

A mais antiga, chamada de cérebro primitivo, é responsável por reações rápidas ligadas à sobrevivência. Ele interpreta o ambiente de forma imediata, buscando sinais de perigo, oportunidade, recompensa ou ameaça.

É esse sistema que define, em milissegundos, se algo merece atenção ou não. E ele não responde bem a complexidade. Rejeita o que parece genérico, técnico demais ou emocionalmente neutro. Ele se guia por pistas visuais, linguagem simples, contrastes claros e elementos com impacto direto na vida da pessoa.

Só depois que esse primeiro filtro é superado é que o cérebro racional entra em ação. E mesmo assim, muitas vezes ele serve apenas para justificar uma decisão que já foi tomada.

Por isso, comunicar com intenção não é apenas organizar argumentos. É construir uma mensagem capaz de ativar esse sistema primitivo. Quando isso acontece, a atenção é capturada, o interesse é despertado e a chance de resposta aumenta.

Saber escrever ou falar não é o suficiente.

Para persuadir de verdade, é preciso estruturar a comunicação como uma experiência que o cérebro aceita antes de pensar.

Essa é a base de uma comunicação eficaz: falar de um jeito que o cérebro entenda antes mesmo da razão processar.

Os 6 estímulos que tornam uma mensagem impossível de ignorar

Mensagens que causam impacto imediato seguem uma estrutura que o cérebro reconhece como familiar, útil ou urgente.

Esses estímulos funcionam como gatilhos mentais capazes de acelerar decisões, gerar emoção e ativar comportamentos quase automáticos.

Existem seis estímulos que ajudam a atravessar a barreira da distração e ativar respostas emocionais e comportamentais quase automáticas. Eles são a base para construir comunicações que não apenas informam, mas geram ação.

1. Pessoal: fale com o interesse de quem está ouvindo

O cérebro filtra primeiro o que parece relevante para si.

Mensagens genéricas ou centradas no emissor são descartadas com facilidade.

Frases como “Você está perdendo dinheiro agora sem perceber” ou “Se você lidera uma equipe, isso vai mudar sua rotina” geram engajamento imediato, porque colocam o leitor no centro da conversa.

O estímulo pessoal exige que a mensagem se conecte diretamente com dores, desejos, contextos ou experiências do público. Isso não significa apenas usar a palavra “você”, mas construir o conteúdo com foco total em quem vai receber.

2. Contraste: crie tensão para gerar escolha

O cérebro primitivo responde bem a contrastes claros.

Ele precisa identificar rapidamente o que é bom ou ruim, seguro ou arriscado, vantajoso ou ameaçador. Quando a mensagem mostra dois cenários opostos, ela facilita a tomada de decisão.

Por exemplo: “Com este método, você pode fechar vendas em 3 dias. Sem ele, pode levar semanas.”

O contraste reforça o benefício e a urgência. Comparações como antes e depois, velho vs novo, complicado vs simples aumentam a clareza da proposta e dão ao público uma razão para agir.

3. Tangível: transforme ideias em algo que dá para ver

Conceitos abstratos exigem esforço. Já mensagens tangíveis geram imagem mental imediata.

Quando você diz “aumente sua produtividade”, a ideia é vaga, mas quando afirma “ganhe 3 horas livres por semana com essa ferramenta”, a promessa se torna concreta.

Exemplos, metáforas visuais, números, descrições específicas e linguagem sensorial são recursos que tornam uma proposta mais palpável. A mente humana responde melhor ao que consegue visualizar com facilidade.

4. Memorável: use padrões que facilitam a retenção

Para uma mensagem ser lembrada, ela precisa ser simples o suficiente para ser repetida.

Histórias com estrutura clara, frases curtas, repetições intencionais, metáforas marcantes e ritmo ajudam a fixar o conteúdo.

“Conteúdo sem impacto é ruído” é uma frase que usa contraste, clareza e ritmo. Ela pode ser repetida facilmente e associa forma com conteúdo.

O estímulo da memorização também está presente em fórmulas, slogans e estruturas com começo, meio e fim definidos.

5. Visual: crie imagens mentais com palavras ou gráficos

O cérebro processa imagens 60 mil vezes mais rápido do que texto.

Isso não significa que todo conteúdo precisa ter foto, mas que toda mensagem precisa ser visualizável.

Quando você diz “Imagine abrir seu e-mail e ver 37 novos pedidos de orçamento”, está criando uma cena.

No digital, o visual pode vir por imagens reais, gráficos, vídeos curtos ou metáforas narrativas. Até em textos, é possível usar elementos que gerem imagem mental forte, como “funil entupido”, “trava de percepção” ou “explosão de cliques”.

6. Picos de atenção: concentre força no começo e no fim

A mente humana lembra mais do que acontece no início e no fim de uma experiência.

É por isso que abrir com impacto e fechar com clareza aumenta o poder de qualquer mensagem.

Inícios fracos perdem atenção. Finalizações vagas deixam o leitor sem direção.

Comece com uma frase que provoque interesse real, como uma pergunta, dado surpreendente ou declaração ousada.

E termine sempre reforçando o ponto principal ou convidando para a próxima ação.

Quando esses seis estímulos são combinados, eles transformam qualquer comunicação em uma experiência mais envolvente, fácil de processar e difícil de esquecer.

Não se trata apenas de escrever bem, mas de estruturar a mensagem de forma que o cérebro aceite, responda e lembre. Essa é a base para criar mensagens realmente persuasivas.

10 exemplos de mensagens que usam os estímulos certos para persuadir

Entender os estímulos é o primeiro passo.

O segundo é saber como aplicá-los na prática.

Abaixo, você encontra dez exemplos de mensagens que usam esses princípios para ativar o cérebro do leitor com mais eficácia.

Elas podem ser adaptadas para redes sociais, e-mails, apresentações ou páginas de vendas.

1. “Você está perdendo clientes e ainda não percebeu.”

Estimulados: Pessoal, Contraste

Uma pergunta implícita que aponta um problema oculto. O leitor se sente diretamente envolvido e quer descobrir onde está errando.

2. “Antes, você precisava de 7 reuniões para fechar uma venda. Agora, bastam 2.”

Estimulados: Contraste, Tangível

Apresenta uma evolução clara e mensurável. A comparação direta acelera a percepção de ganho.

3. “Ganhe 5 horas por semana eliminando tarefas manuais com este processo.”

Estimulados: Tangível, Pessoal

Transforma um benefício vago (produtividade) em algo concreto e desejável.

4. “Imagine seu nome sendo lembrado antes mesmo de você entrar na reunião.”

Estimulados: Visual, Memorável

Cria uma imagem mental forte e desperta o desejo por reconhecimento e autoridade.

+ Dica: quer desenvolver sua comunicação persuasiva e saber como influenciar as decisões de outras pessoas? Adquira o livro 360 graus de Influência, de Harrison Monarth.

5. “Comece agora. Depois você vai agradecer por ter dado esse passo hoje.”

Estimulados: Início forte, Emocional

Conecta presente e futuro, reforça urgência e projeta a recompensa.

6. “3 sinais de que sua comunicação está afastando seus clientes.”

Estimulados: Pessoal, Contraste

Faz o leitor refletir sobre o que pode estar dando errado, ativa curiosidade e prepara terreno para a solução.

7. “Você prefere continuar tentando sozinho ou aplicar um método que já funciona?”

Estimulados: Contraste, Pessoal

Força uma escolha emocional entre esforço e eficiência, ativando tomada de decisão.

8. “Recebemos 142 pedidos em uma semana após mudar uma frase na nossa página.”

Estimulados: Tangível, Memorável

Transforma uma promessa em uma prova. Números e resultado imediato reforçam credibilidade.

9. “Todo conteúdo é invisível até que alguém decida prestar atenção.”

Estimulados: Memorável, Visual

Frase curta, provocativa e fácil de lembrar. Usa metáfora e causa reflexão imediata.

10. “Esse é o tipo de insight que você vai lembrar na próxima vez que estiver prestes a ser ignorado.”

Estimulados: Final marcante, Pessoal

Cria conexão emocional com um cenário real e fecha a mensagem com impacto.

Como aplicar o NeuroMap nas suas mensagens de vendas

Entender os estímulos que ativam o cérebro é essencial, mas para que eles funcionem, é preciso organizá-los dentro de uma estrutura lógica.

O NeuroMap cumpre esse papel.

Ele serve como um roteiro que guia a construção de qualquer mensagem com base no funcionamento natural do cérebro humano.

A estrutura se baseia em três perguntas que o cérebro faz, mesmo de forma inconsciente, sempre que se depara com um novo conteúdo.

Por que devo prestar atenção nisso?

Essa é a pergunta que define se a pessoa vai continuar prestando atenção ou não.

Essa é a primeira barreira que sua mensagem precisa superar.

O leitor ou ouvinte precisa perceber que há algo relevante ali logo nos primeiros segundos. É nesse ponto que entram recursos como contraste, urgência e apelo pessoal. O objetivo é interromper o padrão automático de ignorar e provocar curiosidade imediata.

Isso faz sentido para mim?

Depois de capturar atenção, a mente busca entender. Aqui, clareza é mais importante do que criatividade.

Agora, o próximo passo é garantir que a mensagem seja compreendida com facilidade.

Aqui, o cérebro quer entender o que está sendo dito, avaliar se a lógica é consistente e se a proposta parece prática. Quanto mais fácil for visualizar o que está sendo explicado, mais credibilidade a mensagem terá.

Informações tangíveis, dados específicos, exemplos visuais e uma linha de raciocínio simples ajudam a tornar sua proposta compreensível. Se parecer complicado, o cérebro rejeita.

Isso é seguro e útil o suficiente para eu agir agora?

Mesmo que a pessoa entenda a proposta, ainda pode existir resistência. Essa pergunta final está ligada ao instinto de proteção.

O cérebro avalia o risco envolvido na ação proposta. Será que vale a pena? Será que funciona mesmo? O que posso perder se não fizer nada?

O impulso de proteção é forte.

Por isso, é importante reforçar confiança com provas sociais, garantias, depoimentos e elementos que mostrem o que pode ser perdido se ela não agir. A ideia é eliminar riscos e aumentar o senso de ganho imediato.

Quando essas três perguntas são respondidas com clareza, a mensagem se torna mais do que informativa. Ela se transforma em uma experiência de convencimento natural, conduzindo o público de forma progressiva até a ação.

Essa estrutura pode ser aplicada em qualquer formato: e-mails, vídeos, postagens, apresentações ou conversas de vendas. Em todos os casos, o processo é o mesmo. Atrair atenção. Facilitar a compreensão. Estimular a ação.

10 exemplos de construção de mensagens persuasivas que usam os estímulos e o NeuroMap na prática

Agora que você conhece os fundamentos, é hora de ver como tudo se aplica na prática. Os exemplos abaixo foram criados para mostrar como uma mensagem bem construída consegue atravessar os filtros mentais do público e gerar ação real.

Antes de começar, relembre os dois pilares que vamos combinar nos exemplos:

As 3 perguntas do NeuroMap:

  • Por que devo prestar atenção nisso?
  • Isso faz sentido para mim?
  • Isso é seguro e útil o suficiente para eu agir agora?

Os 6 estímulos que tornam uma mensagem impossível de ignorar:

  • Pessoal: conecta diretamente com a experiência de quem lê
  • Contraste: cria comparação clara entre dois cenários
  • Tangível: transforma promessas em situações concretas
  • Memorável: estrutura simples, com frases fáceis de lembrar
  • Visual: gera imagens mentais com palavras ou metáforas
  • Picos de atenção: início e fim com mais impacto

Cada frase abaixo é acompanhada de uma análise que mostra como esses elementos estão sendo usados. Use os exemplos como referência para criar mensagens mais fortes nos seus e-mails, posts, vídeos e textos de vendas.

1. “Seu concorrente está usando isso agora mesmo para vender o dobro.”

NeuroMap:

  • Perg 1: Capta atenção mostrando risco direto
  • Perg 2: Faz sentido ao sugerir um comportamento real do mercado
  • Perg 3: Estimula ação pelo medo de ficar para trás

Estímulos:

  • Pessoal: envolve diretamente o leitor
  • Contraste: ele vende o dobro, você não
  • Urgência implícita: isso está acontecendo agora

2. “Você gasta 3 horas por dia fazendo o que um sistema resolve em 10 minutos?”

NeuroMap:

  • Perg 1: Atrai com uma pergunta provocativa
  • Perg 2: Explica com clareza o desperdício de tempo
  • Perg 3: Gera ação ao sugerir uma solução simples e prática

Estímulos:

  • Tangível: tempo mensurável
  • Contraste: esforço atual vs eficiência possível
  • Pessoal: coloca o leitor no centro da frase

3. “Se o seu cliente não entendeu sua proposta em 5 segundos, você perdeu.”

NeuroMap:

  • Perg 1: Chama atenção com uma ameaça real
  • Perg 2: Deixa claro o impacto da falta de clareza
  • Perg 3: Estimula busca por solução imediata

Estímulos:

  • Contraste: entender ou perder
  • Tangível: 5 segundos
  • Picos de atenção: frase direta e com encerramento forte

4. “Imagine abrir seu WhatsApp e ver 12 pedidos novos esperando por resposta.”

NeuroMap:

  • Perg 1: Cria imagem imediata e positiva
  • Perg 2: Faz sentido ao representar um resultado concreto
  • Perg 3: Gera desejo ao mostrar ganho direto e realista

Estímulos:

  • Visual: cena clara na mente
  • Tangível: 12 pedidos
  • Pessoal: envolve o leitor pela imaginação

5. “Essa é a técnica que fez nosso faturamento saltar de 12 mil para 58 mil em um trimestre.”

NeuroMap:

  • Perg 1: Atrai com números expressivos
  • Perg 2: Convence ao mostrar evolução mensurável
  • Perg 3: Reduz resistência ao apresentar prova real

Estímulos:

  • Tangível: dados financeiros específicos
  • Contraste: salto visível de resultados
  • Memorável: fácil de repetir e contar

6. “Se sua audiência não sente nada, ela não compra nada.”

NeuroMap:

  • Perg 1: Provoca com uma verdade incômoda
  • Perg 2: Facilita entendimento com uma estrutura simples
  • Perg 3: Estimula mudança com foco em consequência

Estímulos:

  • Contraste: sentir ou não comprar
  • Memorável: frase curta e repetitiva
  • Picos de atenção: termina com força

7. “Em vez de explicar seu produto, por que não contar uma história que faz o cliente dizer sim?”

NeuroMap:

  • Perg 1: Engaja com uma sugestão inesperada
  • Perg 2: Explica com clareza a alternativa narrativa
  • Perg 3: Convida à ação com menor resistência

Estímulos:

  • Contraste: explicar vs contar história
  • Visual: cliente dizendo sim
  • Memorável: formato de pergunta retórica

8. “Você está preso a uma fórmula de marketing que parou de funcionar em 2018?”

NeuroMap:

  • Perg 1: Chama atenção com provocação e tempo marcado
  • Perg 2: Deixa evidente o descompasso entre prática e realidade
  • Perg 3: Estimula revisão imediata da abordagem

Estímulos:

  • Pessoal: “você está preso”
  • Contraste: hoje vs 2018
  • Picos de atenção: frase com impacto e reflexão

9. “Comece com uma frase que o cérebro não consiga ignorar.”

NeuroMap:

  • Perg 1: Desperta curiosidade
  • Perg 2: Propõe uma ideia simples e acionável
  • Perg 3: Estimula ação pela promessa de efeito imediato

Estímulos:

  • Memorável: curta, direta e provocativa
  • Visual: ativa imagem mental da reação cerebral
  • Picos de atenção: estrutura poderosa logo de início

10. “Quem leu essa página até aqui já está se comunicando melhor que 90% do mercado.”

NeuroMap:

  • Perg 1: Recompensa o leitor com validação
  • Perg 2: Confirma o entendimento do conteúdo
  • Perg 3: Gera ação pela sensação de progresso

Estímulos:

  • Pessoal: reconhecimento direto
  • Tangível: dado específico (90%)
  • Picos de atenção: usado como encerramento marcante


Esses exemplos mostram que persuasão não é sobre dizer mais, e sim sobre dizer do jeito certo. Com estímulos bem aplicados e uma estrutura que respeita o processo natural de decisão do cérebro, suas mensagens deixam de ser ignoradas e passam a ser lembradas.

Conclusão: A diferença entre ser ouvido e ser ignorado está na forma como você comunica

A comunicação entrou em uma nova era. Mais disputada, mais intuitiva e muito mais cerebral. As mudanças estão nos formatos, mas o desafio está em conquistar um espaço real na mente das pessoas.

E a diferença entre ser ouvido ou ser ignorado está na forma como você escolhe se comunicar.

As técnicas de persuasão que mostramos neste artigo não são teoria.

Elas são um convite à prática. Um sinal de que chegou a hora de revisar não só o que você fala, mas como você estrutura cada mensagem.

Quem aprende isso agora ganha vantagem.

É por isso que a DVS Editora reuniu três livros fundamentais para quem quer transformar comunicação em conversão. Não são manuais genéricos, mas conteúdos aplicados, criados por quem domina copywriting, narrativa e neurociência.

Conheça o Kit StorySelling da DVS Editora

  • StorySelling – A Arte das Narrativas Milionárias: Aprenda como usar o storytelling com foco em conversão. Uma metodologia aplicada em e-commerces, funis, redes sociais e lançamentos.
  • O Código da Persuasão: Entenda o que o cérebro prioriza ao decidir. Descubra como formatar suas mensagens para passar pelo filtro neurológico que separa o que engaja do que é ignorado.
  • Histórias Magnéticas: Aprenda a criar narrativas que geram conexão instantânea, credibilidade e desejo. Um manual prático para construir autoridade por meio da palavra.

Se você quer transformar conteúdo em influência e influência em vendas, esse é o seu próximo passo.

Invista na sua comunicação. Atualize sua abordagem. E prepare-se para ser ouvido de verdade.

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Livros sobre Persuasão e Influência: o mais confiável e eficiente arsenal

No mundo, a persuasão está por trás de todos os tipos de poder, sejam eles políticos, econômicos, bélicos ou culturais.
Não seria exagero dizer que persuasão é poder. O lado bom disso é que você pode ter e usar esse poder a seu favor.
Para qualquer pessoa, ser persuasivo é ser mais capaz de conseguir o que você realmente quer. Por isso, hoje trazemos uma pequena lista com recomendações de livros sobre persuasão, que vão te ajudar a dominar esse poder e aplicá-lo na sua vida ou nos negócios.  

QI de Persuasão

Kurt Mortensen, um dos maiores especialistas em persuasão dos Estados Unidos, apresenta parte do que aprendeu em mais de 20 anos de pesquisa e estudo em seu livro QI de Persuasão.
O livro identifica que a persuasão pode ser definida como uma ciência e, também, como uma arte. Em suas páginas, Kurt Mortensen te mostra o caminho para dominar, como um mestre, a persuasão.
Ele faz isso de forma bem clara e direta, usando exemplos concretos, ilustrações e até quadrinhos. Além de apresentar 10 habilidades essenciais para a persuasão e te ensinar a desenvolvê-las. Clique aqui para adquirir.

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Máxima Influência

Outro dos principais livros sobre persuasão que você precisa ler, é o Máxima Influência — também de Kurt Mortensen.
Já neste livro, ele apresenta as 12 leis universais da persuasão efetiva. O autor estudou profundamente as 12 leis que, segundo ele, agem no consciente e no subconsciente das pessoas, regendo toda persuasão eficaz.
As 12 leis expostas no livro retratam os fundamentos que mais influenciam o cérebro humano na hora de tomar decisões. Você pode adquirir o livro clicando aqui.

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360 Graus de Influência

Em 360 Graus de Influência, o consultor e especialista Harrison Monarth, traz lições valiosas sobre como usar a persuasão em várias situações do dia a dia.
Para o autor, a influência é um processo constante e cotidiano. Assim, quem domina essa habilidade tende a se destacar e exercer liderança sobre os outros. E é justamente isso que ele te ensina a fazer.
O livro te ensina a exercer essa influência constante, a perceber com mais facilidade o que as outras pessoas estão sentindo e a criar estratégias de influência para cada situação. Clique aqui para adquirir o livro.

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Kit de Persuasão e Influência

Em qualquer contexto, ser persuasivo é ser, de alguma maneira, mais poderoso que os outros.
Em alguns casos, uma pessoa persuasiva pode ter mais poder que alguém em um cargo de gerência. Isso porque, quando uma pessoa é persuadida a tomar uma decisão, ela acredita firmemente que aquela é realmente a melhor escolha — e não o faz de má vontade, apenas para cumprir ordens.
Para explorar as vantagens de ser alguém mais persuasivo, você pode adquirir todos os três livros sobre persuasão que recomendamos, juntos, no Kit de Persuasão e Influência:
  • QI de Persuasão, de Kurt Mortensen;
  • Máxima Influência, de Kurt Mortensen;
  • 360 Graus de Influência, de Harrison Monarth.
Se você quer dominar a arte da persuasão, adquira todos os três livros sobre persuasão juntos, no Kit de Persuasão e Influência. Basta clicar no botão abaixo:

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Categorias: Persuasão
Tags: kit-storyselling

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