Você sabe como uma empresa se torna admirada no mundo todo pela excelência dos seus produtos e serviços?

Descubra como a Starbucks se tornou admirada no mundo todo.

Do Jornal do Empreendedor – Você sabe como uma empresa se torna admirada no mundo todo pela excelência dos seus produtos e serviços? Não?! Então você precisa assimilar o que Joseph A. Michelli escreveu no seu livro Liderando ao estilo Starbucks – lançado no Brasil pela DVS Editora, no qual ele descreve os princípios de liderança que levaram essa icônica empresa a sobreviver dos sérios problemas que passou durante a última crise mundial (aquela deflagrada em agosto de 2008, nos Estados Unidos da América) e voltar a crescer vertiginosamente em muitos países, em especial nos novos mercados.

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Esses princípios são cinco, a saber:

1º) Prove e aprimore – É vital saber maximizar o entusiasmo dos clientes pelos produtos, serviços e experiências que sua empresa fornece.

2º) Ame para ser amado – É essencial desenvolver fortes laços emocionais com os clientes.

3º) Busque um denominador comum – Todas as coisas são iguais, exceto por suas diferenças, e todas elas são diferentes, exceto por suas similaridades!!!

4º) Mobilize a conexão – Não se pode esquecer que estamos no século XXI, quando as pessoas estão fazendo suas compras utilizando tablets e smartphones.

5º) Cuide com carinho e desafie seu legado – É fundamental cuidar dos negócios para que eles sejam lucrativos, mas que eles também representem uma diferença substancial e sustentável no mundo por meio do trabalho de todos numa empresa

Por Victor Mirshawka, palestrante da DVS Educação. Entre em contato para aprender mais o assunto, programar um curso ou obter informações sobre o livro “Liderando ao estilo Starbucks” 

Cuidado, empreendedor! Direito autoral não é só “coisa de artista”

Por: Cecília Manara, advogada especializada em Propriedade Intelectual, sócia de Manara & Associados Propriedade Intelectual e articulista da Plataforma Brasil Editorial.

Quando pensamos sobre direitos autorais, a relação que comumente fazemos é com o mundo artístico, a saber, música, filmes, artes plásticas, fotografia e assuntos do gênero. Contudo, direitos autorais estão muito mais inseridos no contexto empresarial do que se parece.

No rol de proteção dos direitos autorais estão contempladas as chamadas obras intelectuais de natureza literária, artística e científica, conforme menciona a nossa Lei de Direitos Autorais (Lei n° 9.610/98). A título de exemplo, no mundo corporativo, podemos facilmente encontrar obras que seriam objeto da proteção por direitos autorais, tais como: textos produzidos dentro da empresa; projetos de qualquer natureza; manuais técnicos, apostilas e catálogos; bases de dados e compilações; desenhos e ilustrações; apresentações, inclusive em power point; programas de computador.

Citamos ainda o software ou programa de computador, obra intelectual nitidamente de caráter empresarial, a qual, conforme determina a Lei de Software (9.609/98), tem sua proteção jurídica garantida também pelo sistema autoral.

Ainda que nossa legislação não exija o registro como forma de proteção, este é sempre aconselhável, já que permite o reconhecimento da autoria, especifica direitos morais e patrimoniais do autor, estabelecendo também prazos de proteção para o titular da obra (que pode ser pessoa jurídica) e seus sucessores. O registro traz segurança jurídica às criações e projetos de todo empreendedor.

É importante ainda destacar que direitos autorais não se confundem com direitos concernentes à Propriedade Industrial, tais como patentes (invenções), marcas (sinais distintivos, logotipos), desenhos industriais, nomes comerciais, etc.

Como se vê, direito autoral não é só “coisa de artista”, é também “coisa de empresário”, e merece especial atenção, independente do porte da empresa ou de seu ramo de atuação.

Até o próximo.

Como transformar uma ideia em uma oportunidade de negócio

O portal da revista Exame publicou um texto de Daniel Heise, do instituto Endeavor, em que ele afirma: “Compartilhar sua ideia com o mundo é melhor do que escondê-la. São ideias complementares que vão juntar as pessoas certas em torno do seu negócio”.

Se você tem aquela sensação de que não faltam ideias, o duro é materializá-las, então as dicas de Heise serão valiosas para dar um pontapé inicial definitivo rumo à jornada empreendedora. Leia abaixo ou visualize o conteúdo original aqui:

“Eu começo com uma ideia e aí ela se torna algo diferente” – Pablo Picasso. O empreendedor de alto impacto é um agente de mudança. Reconhecer que até mesmo os mercados mais maduros e os negócios mais estáveis podem ser deslocados é uma parte importante do pensamento empreendedor.

Ideias são como sementes para a mudança, sem elas pouco se cria, mas apenas com elas nada fazemos. O empreendedor precisa começar com uma ideia e com a clara noção de que sua ideia precisará de muitas adaptações, complementações e mudanças de rumos radicais.

Ficar preso ao conceito inicial e não dividir as impressões com outras pessoas é um grave erro para o empreendedor. Muitos tem medo que suas ideias serão roubadas se compartilhadas com amigos, outros empreendedores ou investidores, mas é essa troca que fertiliza a ideia inicial e cria as chances para que ela prospere. O primeiro passo então é compartilhar a ideia com outras pessoas. Quanto mais, melhor.

Ao exercitar a troca de ideias e informações o empreendedor corre o bom risco de encontrar outros empreendedores que possuem ideias complementares, que junto com a sua começam a montar um quebra-cabeças ainda maior e a chance para aqueles pensamentos virarem realidade começa a aumentar exponencialmente.

A complementaridade de ideias pode revelar uma combinação ainda maior: a complementaridade de qualificações, competências, estilos e capacidades. É assim que se formam bons times de co-fundadores de empresas.

De pouco adianta juntar um grupo de amigos iguais, pois o conforto da mesmice rapidamente vira uma interpolação perigosa de papéis. Já é amplamente reconhecido o poder das duplas de empreendedores que se complementam, trios e quartetos também funcionam. Mais do que isso começa a ficar difícil de lidar com a complexidade.

A configuração inicial do time muito provavelmente deixará ainda algumas lacunas de competências que serão necessárias à medida que o projeto avance. Sabendo quais são e trazendo novas pessoas de acordo com essas necessidades é muito mais efetivo do que ficar buscando currículos cheios de nomes bacanas.

Experiências reais valem muito para um time que está começando um novo projeto. E buscar quem já passou por aquilo que será feito é um excelente filtro.

Na próxima coluna aprofundarei este tema e tratarei da validação do modelo de negócios por meio das respostas dos clientes.

Aquecimento global: um problema para você, mas carregado de oportunidades

Por: Cláudia Martinelli, especialista em economia sustentável e articulista da Plataforma Brasil Editorial

Em tempos de vórtex polar, muitas pessoas aparecem questionando o aquecimento global. Este polêmico assunto, que parece tão distante do nosso cotidiano, especialmente dos nossos negócios, é o tema do artigo de hoje. A ideia é que você entenda porque as mudanças climáticas podem ter um efeito direto na economia e, consequentemente, na sua empresa.

Devido à emissão dos gases do efeito estufa, a Terra está sofrendo um aumento em sua temperatura média. Esse aumento tem efeito direto no comportamento das massas de ar que são as principais “orquestradoras” do tempo em todas as regiões do planeta. A medida que a temperatura aumenta, as massas de ar começam a se comportar de forma diferente de como normalmente faziam, causando mudanças climáticas temporárias. Caso essa tendência se mantenha, essas mudanças deixarão de ser temporárias e se tornarão permanentes. E qual é o problema disso?

ROTOR INSTALADO EM BOIA GERA ENERGIA A PARTIR DA CORRENTEZA DOS RIOS.
Projeto participante do “empowering people” da Siemens.

Nossa agricultura, é derivada de uma construção de conhecimentos que iniciou-se há mais de 11.000 anos e é baseada na previsibilidade das condições climáticas, ou seja, sabe-se que em determinado local e em determinada época é possível plantar e colher certos tipos de alimentos. A partir do momento que você torna as condições climáticas imprevisíveis e, muitas vezes, extremas, você coloca em risco uma atividade que é a base da sobrevivência humana e do funcionamento da sociedade e da economia. A crise dos alimentos de 2008 está aí para nos mostrar o impacto que a alta dessas commodities pode ter no mercado e na política global.

Além de afetar as plantações e, consequentemente, a pecuária, estima-se que os eventos climáticos extremos, causarão grandes migrações de “exilados do clima”, pessoas que sairão dos locais mais afetados pelas mudanças climáticas (seja por secas, inundações ou falta de alimento) em busca de abrigo em outros países, trazendo um fardo social imenso para essas nações.

VEJA TAMBÉM:
Nós estamos usando as redes sociais para produção de conhecimento útil?

O principal causador do efeito estufa é o CO2 proveniente da queima de combustível fóssil. Por isso, uma da principais frentes de combate ao aquecimento global é a mudança da matriz energética dos países para que as atividades econômicas tenham um impacto menor no clima. Para que isso ocorra, é importante que haja muita inovação para que possamos não apenas atender os consumidores atuais, mas também incluir aqueles que vem ascendendo economicamente.

Essa necessidade de inovação traz consigo muitas oportunidades para empreendedores e empresários. Pesquisando rapidamente na internet, é possível encontrar algumas iniciativas de financiamento e aceleração de negócios sustentáveis, como as linhas da Finep em sustentabilidade e energia, a iniciativa New Ventures e o prêmio “empowering people” da Siemens. Esse último, buscou tecnologias inovadoras e acessíveis com prêmios de cinquenta mil euros.

O Brasil caminha de forma lenta, mas podemos enxergar alguns avanços nas áreas de políticas públicas. Além dos financiamentos, o governo brasileiro liberou a geração doméstica de energia a partir de fontes renováveis, com a possibilidade de integrar o excedente na rede comum. Com isso, o consumidor recebe um crédito na conta de luz que pode ser usado dentro de 36 meses. Apesar da ótima ideia, um dos maiores gargalos aqui é conseguir fornecer a tecnologia que permite isso para as diversas regiões do país.

Para finalizar, gostaria de deixar alguns links para matérias sobre as tecnologias e empresas mais inovadoras de 2013 na área de energia escolhidas pelo site Fast Company e pelo site Business Insider. Aproveito também para colocar o link para as ideias que ganharam o “empowering people awards“, pois, em um mundo em que a base da pirâmide se tornou um segmento de interesse, é importante pensar em produtos que os atinjam. Espero que elas possam servir de inspiração para os empreendedores da área.

Para se aprofundar no assunto:

Factors Affecting Global Climate – Scitable

Plan B 4.0 – mobilizing to save civilization – Lester Brown

A Era do Calor que se aproxima – Jornal Valor Econômico

Entenda a crise dos alimentos – Folha de São Paulo

Inova Sustentabilidade – Finep

Inova Energia – Finep

New Ventures

Empowering People Awards – Siemens

Brasileiro pode ter desconto na conta de luz se gera energia renovável – G1

 

Se você tem perfil empreendedor, irá se enxergar neste texto

Por: Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial e membro do conselho editorial da DVS Editora.

Caro leitor, dedico este texto aos bravios empreendedores brasileiros – válido também aos aspirantes – que sendo fundadores ou não dos seus negócios, e dotados do necessário perfil que a viagem demanda, decidiram avançar pela estrada repleta de bifurcações, lombadas, retas ensolaradas e alguns (muitos) buracos que a vida empresarial oferece para aqueles que decidem vivê-la em um país em desenvolvimento e constante transformação, e que por isso mesmo é repleto de oportunidades, idiossincrasias e paradoxos que apenas os fortes podem e conseguem enfrentar.

E aviso logo de cara, que caso estejam esperando um texto repleto de frases feitas, cobranças socioambientais desmedidas, platitudes, dicas para o sucesso, e modismos com expressões rebatizadas, lamento, mas vou decepcioná-los. Afinal, preciso trazer um pouco de descanso diante do bobajal nosso de cada dia.

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Meu amigo, por mais interessante e vibrante que possa sugerir (e de fato é), a vida empreendedora traz também os seus percalços. Você poderá colher virtuosos e valorosos frutos, mas antes disso enfrentará vales sombrios, dias de solidão, toda ordem de contra-tempos, e muita, mas muita burocracia e regulação. Disso, você provavelmente já sabia.

Para começar, grande parte da cultura reinante não curte muito o seu perfil. Essa coisa de abrir mão de uma vida equilibrada nos primeiros tempos da viagem (e muitas vezes a longo de toda a estrada, não se iluda), de correr inevitáveis riscos quando quase todos fogem do seu enfrentamento, de ter audácia para romper com alguns paradigmas, e desejar construir um sólido patrimônio com inquestionável liquidez financeira, não são características tão bem aceitas em uma sociedade onde o sucesso e a ousadia muitas vezes ainda figuram como ofensa pessoal.

Para ir além das questões relacionadas ao comportamento cultural, não podemos deixar de passar pelo universo fiscal/institucional-normativo, que obviamente sob forte influência do senso comum (impactado por aquela grande parcela da cultura reinante) também não morre de amores por você. A sua ousadia na busca por uma vida independente, não dependendo tanto do estado, e os seus desejos de prosperidade, aliados ao desconhecimento do seu enfrentamento cotidiano, junto com uma pitada de falta de senso de realidade da dinâmica econômico-financeira da sociedade, constituem os ingredientes perfeitos para a desconfiança, a má interpretação e a insistência em um modelo burocrático que fazem o Brasil ocupar a 116ª posição em um universo de 189 economias analisadas no quesito “facilidades no ambiente de negócios”. (Propositadamente, para não tornar o texto longo demais e um pouco triste, não abordei as questões relacionados à nossa frágil infraestrutura logística, e a escassez de mão de obra qualificada).

Como se não bastasse, existe ainda a insegurança jurídica e as imensas dificuldades de se obter um financiamento estruturante ou o capital de crescimento ao seu negócio, e para terminar você ainda precisa ter a paciência em conviver com as obviedades das modinhas de gestão que tentam submeter o mundo empresarial-corporativo à mais absoluta banalização. Sim, não é fácil ser um empreendedor no Brasil.

Mas eu sei que mesmo tendo lido tudo isso, e provavelmente com o casco já bem machucado com o panorama aqui traçado, é bem provável que por mais que concorde – de tão calejado, e tão acostumado – julgue o texto como um amontoado de obviedades já conhecidas. Sim eu aceito isso, e respeito. Você é assim mesmo, destemido, prático, direto ao ponto. E eu gosto de você assim, mas penso que anda quieto demais, na sua luta diária, provavelmente.

Contudo, saiba antes, que aquilo que para você pode ser óbvio, para muitos funciona como “o berro da realidade desconhecida” e isso pode sensibilizar, e quanto mais empatia conquistarmos, melhor será a nossa recompensa. O contrário disso, o enfrentamento resignado e silencioso nos distancia da opinião pública, é contraproducente e nos torna omissos. E como se sabe, a omissão sempre será onerosa.

Para encerrar. Caso esteja me questionando sobre se ainda vale a pena ser um empreendedor no Brasil. A resposta é sim. Vale muito a pena, e continuará valendo, mesmo com todos os inerentes obstáculos.

Mas você precisa se engajar. Coragem e energia não lhe faltam, mas por favor, abandone o silêncio.

A muralha – uma análise econômica voltada ao empreendedorismo

Por: Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial e membro do conselho editorial da DVS Editora.

Caros leitores, este texto é fruto das percepções e conversas obtidas junto a alguns empreendedores – da velha e da nova guarda – e investidores nacionais e estrangeiros acerca do nosso panorama econômico, onde prognósticos, análises e tentativas de adivinhação se engalfinham na mente de quem quer, tenta e luta para apostar na nossa economia, mas que não pode dar ponto sem nó e muito menos desperdiçar dinheiro. De cara afirmo que não são conversas consensuais sob todos os aspectos, mas em um deles há convergência absoluta de opinião. Enfrentamos, todos, uma imensa e aparentemente intransponível muralha. E vencê-la e alcançar o outro lado não é tarefa para amadores.

Demanda meticuloso planejamento, alto nível de preparação, equipes eficientes e líderes competentes e corajosos. Aqui o destemor é a regra, e a saga reúne histórias de fracassos retumbantes, aparentes sucessos em franco declínio ainda não constatados (muitas vezes com chances de recuperação), glórias fugazes e uma leva animadora (porém ainda diminuta) de casos de inquestionável, sólido e sustentável êxito empresarial. Uma verdadeira trincheira cotidiana, onde conhecidos inimigos operam de forma integrada e beligerante. Batalhões e regimentos municiados com massacrante burocracia, legislações conflitantes com impacto direto em elevado grau de insegurança jurídica, baixo nível de capacitação técnica e infraestrutura deficiente acabam por aniquilar os menos preparados e descapitalizados, assim como amedrontar aqueles que intencionavam voluntariamente lutar e apostar para conhecer o outro lado do muro.

Em meio ao furor da batalha, as atenções focalizam aqueles que conseguiram vencer e prosperar e, então, surgem duas inevitáveis indagações. Quem são os culpados pela muralha? Qual o segredo dos vencedores? As respostas são relativamente simples.

Para a primeira, opino que se trata mais de um processo histórico do que da vertente de um ou outro governo, onde a soma das pedras da muralha resulta mais de um aspecto culturalmente atávico do que de uma iniciativa humana pragmaticamente operada. Afinal, governo, sociedade e empresariado compõe o quadro das vítimas.

A resposta para a segunda questão é facilmente observada em bons exemplos. Em resumo, senso crítico aguçado para identificar oportunidades e ameaças, capacidade para prever chuvas e trovoadas quando todos esperam pelo sol, agudo planejamento, forte organização, meritocracia, boa governança em prol da perpetuidade, uma gestão capaz de engajar, e muita, mas muita coragem.

Para finalizar, de nada adianta apontar culpados, mas é chegada a hora de desarmar definitivamente os dispositivos que travam a nossa competitividade e consequentemente diluem a nossa prosperidade como nação.

Até o próximo.

11 dicas para lidar com os riscos durante sua jornada empreendedora

Por: Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial e membro do conselho editorial da DVS Editora.

Caros leitores, deixando o eterno “lugar comum” de lado, de que correr riscos é parte integrante de uma vida normal e de que nada podemos fazer para eliminá-los totalmente, poucas atividades oferecem mais riscos do que o livre empreendedorismo. E aqui é o momento para soterrar outro clichê, o de que empresários e investidores  adoram o risco e o frio na espinha que eles proporcionam. Mentira em estado bruto.

Empreendedores gostam de construir, dar vida a ideias e concretizar sonhos, mas se possível com o mínimo de risco.

Contudo eles são inevitáveis, mas com alguma sensibilidade, pé no chão, e boa dose de senso crítico e de realidade, podemos potencializar a nossa capacidade de prever e consequentemente pular fora de algumas roubadas bem cabeludas.

Seguem algumas dicas que podem ajudar:

1. Redobre a atenção diante de parceiros, sócios ou colaboradores (fornecedores incluídos) acometidos por excesso de otimismo;

2. Sinal amarelo quando os detalhes não estão sendo considerados ou recebendo a devida atenção. É ali que o capeta atua e ele não perdoa os distraídos;

3. Ao conceber um planejamento, monte mais de um cenário pessimista. O absoluto cumprimento de prazos planejados é praticamente uma raridade, e como geralmente sua execução não depende apenas de você (e muitas vezes nem da sua empresa e colaboradores) encare o panorama mais conservador como o mais provável. Ainda assim ocorrerão furos;

4. No âmbito financeiro, trabalhe com a formação de reservas. Desde o início treine e reforce esta cultura. Você frustrará os imprevistos e dormirá mais tranquilo. Mas isso é impossível sem sacrifício, contenção e disciplina;

5. Cenários econômicos são instáveis, mas nesse momento surge o “senso comum” para atrapalhar o discernimento com suas trombetas de euforia. Fique surdo para elas e espere por momentos difíceis no horizonte. O contrário pode ser adotado quando as trombetas silenciarem;

6. Calibre as suas expectativas em relação às pessoas. Colaboradores, novos sócios e parceiros em geral, levam o dobro do tempo esperado para jogar no auge de suas capacidades. O “fora da curva” existe, mas é raro uma andorinha fazer verão;

7. Nunca deixe a percepção da bonança tomar conta dos espíritos da sua equipe. Ela sempre é efêmera e traiçoeira.

8. Gerencie o fluxo de caixa, assim como um piloto observa e lê seus instrumentos. Qualquer passo em falso, pode trazer uma montanha para o curto prazo.

9. Deixe o blá blá blá politicamente correto de lado, e crie barreiras tecnológicas, de processos e de mercado para os seus concorrentes. Eles vão odiar, mas você não está em um concurso de simpatia;

10. Evitar riscos pode ser recomendável, mas muitas vezes não corrê-los será ainda mais perigoso. Coragem e ímpeto são fundamentais para o empreendedor, mas o que devemos evitar sempre é a burrice.

11. Sim, nem tudo vai dar certo. Acostume-se com isso. Trata-se de pura gestão de expectativas.

Até o próximo e boa sorte.

Pequenas empresas se destacam, mas inspiram cuidados

Por: Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial e membro do conselho editorial da DVS Editora.

Caros leitores, desta vez, enquanto o gato aguarda vigilante no telhado, com ou sem audiência, decidindo se mia, dorme de tédio ou desce resignado, fugirei da temática político-macroeconômica. No lugar disso, avançarei naquilo que podemos denominar como a microeconomia do dia-a-dia, mais especificamente no que diz respeito ao caldeirão fervente das pequenas empresas (PE’s), suas vicissitudes, paradoxos e paradigmas.

Em resumo, um universo que de banal não tem nada e é abarrotado de importância, por um motivo muito razoável: sua abrangência. É nesta fervura que se fortalece a grande engrenagem geradora de empregos no Brasil e no mundo, e não é em outro ambiente que se observa, seja em economias mais maduras, emergentes ou bolivarianas (aqui é o momento da carapuça, cada um coloca a que fizer mais sentido), um dos mais férteis e potentes vetores de inovação tecnológica da vida contemporânea.

Mas nem só de business glamour vive uma PE, e com ou sem sex appeal, seus desafios atravessam a força inexorável do tempo, com uma capacidade de perpetuação que intriga gestores, especialistas e livres observadores. Em ambientes mais hostis aos negócios (O nosso país é internacionalmente reconhecido pela hostilidade ao ambiente de negócios), seu equacionamento adquire contornos de sobrevivência, onde a interferência (ou ausência total) do estado, a insegurança jurídica e os paradigmas de gestão e mentalidade aplicados ao funcionamento operacional, concorrem pelo prêmio “quem atrapalha mais”.

Não obstante a bizarra competição, observamos uma crescente resiliência (e fortalecimento) dos pequenos que desafia a lógica, os contratempos, por vezes a própria macroeconomia e invariavelmente soterram algumas banalidades corporativas de cartilha (que raramente sobrevivem a um olhar mais crítico). E não é com pouco senso crítico que os gestores das PE’s são forjados. Ele é vital e parte integrante da condução cotidiana, pelo simples fato de que uma estrutura operacional PE não consegue sobreviver a determinadas ineficiências, e por conta disso não pode se lançar a experimentos bobinhos e outras mazelas corporativas. Mas algumas arestas melhor aparadas seriam rapidamente convertidas em maior robustez econômica, maior potencial de crescimento, e quem sabe, em muitos casos, na obtenção do salvo conduto para figurar entre os médios e grandes.

E no cardápio de arestas, há diversidade para todos os paladares. Desde a dificuldade em se apurar e gerir um fluxo de caixa confiável, passando pela deficiência técnica em construir projeções factíveis, até os descuidos com os padrões contábeis e os controles internos. Há muitas outras dificuldades, mas uma sopa dosada com bom senso, flexibilidade inerente ao pequeno porte, capacidade empresarial, bom respaldo técnico gerencial e uma boa prateleira de produtos ou serviços, pode transformar a aventura do empreendedorismo em uma jornada de realização ímpar, e com a certeza inequívoca da contribuição para um capitalismo melhor e mais saudável. Neste contexto, poucas iniciativas pela sustentabilidade econômico-social seriam mais eficientes.

Até o Próximo.

Plataforma online ajuda a tirar suas ideias do papel

Ajudar pessoas a tirarem suas ideias do papel é a missão da parceria entre Synapseshub, plataforma de fomento ao empreendedorismo e o site Catrata Livre. O projeto promove uma convocatória online e gratuita de ideias para pessoas que desejam desenvolver uma nova empresa.

Ao se cadastrar, os empreendedores passaram a fazer parte de uma comunidade que o ajudará a formatar seus projetos. Ao final de cada mês, as melhores ideias serão transformadas e apresentadas como cases na plataforma, gerando visibilidade e, consequentemente, possibilidades de parcerias e investimentos.

>>> Dê vida às suas ideias, cadastre-se aqui: http://catracalivre.synapseshub.com/



LIVROS QUE AJUDAM SEU NEGÓCIO
– Aproveite e conheça também uma série de livros voltados à empreendedores. São obras consagradas que trazem valiosos insights tanto para quem já possui um negócio quanto para quem ainda irá iniciá-lo. Clique aqui e veja alguns exemplos.

Palestra traz informações valiosas para empreendedores

Se você é um empreendedor em ação, ou está estudando o momento ideal para iniciar um negócio, poderá tirar lições valiosas da palestra “Gestão empreendedora” – oferecida pela FAAP Pós-graduação.

A palestra será ministrada pelo Prof. Victor Mirshawka, diretor cultural da Faap e autor de diversos livros [veja aqui] nas áreas de gestão da qualidade, criatividade, empreendedorismo, estatística, pesquisa operacional, administração pública, liderança e motivação.

INGRESSO SOLIDÁRIO:
Os inscritos deverão levar 1 agasalho em bom estado ou R$10 em benefício da Casa da Criança Santo Amaro, entidade sem fins lucrativos que atende crianças e jovens de 0 a 18 anos em situação de risco.

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Gestão empreendedora

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Participe da “3ª Virada Empreendedora de São Paulo”

O campus da Fundação Getúlio Vargas (FGV), próximo ao metrô Trianon Masp, sedia durante os dias 27 e 28 de abril a “3ª Virada Empreendedora de São Paulo”. O evento, idealizado pela publicitária Ana Fortes, terá 24 horas de palestras, painéis, debates e atividades relacionadas à cultura empreendedora.

– ENCONTRE LIVROS SOBRE EMPREENDEDORISMO

Marketing, inovação, vendas, startups e negociação serão alguns dos temas explorados durante o evento – que tem início marcado para às 14h do dia 27. Com programação focada nas novas tendências de empreendedorismo, o evento terá entre os palestrantes nomes como Gilberto Sarfati (FGV), Victor Lymberopoulos (Mídia Publicitária) e Marcelo Pimenta (Laboratorium).

Evento terá 24h de palestras, debates e atividades interativas

Uma novidade da edição deste ano são as atividades da madrugada em outro local. A partir das 22h, as ações serão realizadas na Escola São Paulo, próxima a FGV. Lá serão realizadas atividades mais interativas, incentivando a prática do networking entre os participantes. A partir das 7h do dia 28, as atividades voltarão para a FGV.

Para participar, os interessados devem adquirir uma das cotas do esquema “Pague o quanto puder”. Estão disponíveis dois valores: R$ 60,00 e R$ 80,00. Mais informações estão disponíveis no site oficial. [Via Catracalivre]

10 ideias para abrir uma empresa com baixo investimento

Empresas baixo custoMicroempreendedores são profissionais que estão dispostos a lutar por uma ideia, possuem o espírito empreendedor, mas não o capital suficiente para começar uma empresa “convencional”, ou até mesmo uma franquia. Porém, isso não significa que não seja possível montar um negócio.

Pessoas com esse perfil precisam usar a criatividade para eliminar todos os gastos possíveis e ainda assim obter um resultado que atraia consumidores. A tarefa não é fácil, para ajudá-lo, Marcos Rezende, do blog Insistimento, listou 10 ótimas ideias de micronegócios que podem ser iniciados com muito pouco capital. Veja a lista:

1. Empresa de delivery de sucos naturais

2. Empresa de salão de beleza masculino com atendimento em casa

3. Empresa de consultoria para lojas virtuais

4. Academia ao ar livre

5. Empresa de coordenação de projetos digitais

6. Empresa de consultoria de RH para pessoas de baixa renda

7. Empresa de entrega de produtos de higiene pessoal e limpeza

8. Empresa de lavagem de carro em casa

9. Site de venda de resíduos de obra

10. Empresa de curso online

Leia a descrição de cada ideia acessando o post original no blog Insistimento.