Autores da DVS Editora participam do CBTD 2014

Em 2014, a DVS Editora participa pela terceira vez consecutiva do CBTD – Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento, o maior do tipo na América Latina, que ocorre na cidade de Santos, de 25 a 28 de novembro.

Neste ano, 5 de nossos autores estão entre os palestrantes do evento, cada um deles tratando de um aspecto diferente dentro do campo do treinamento e desenvolvimento. Confira abaixo:

Flora Alves

Flora Alves apresenta as palestras “As Competências do Instrutor Master” (dia 26, às 9h30), em que abordará o papel do instrutor de treinamento como um facilitador de aprendizagem, e Gamification: Como Criar Experiências de Aprendizagem Engajadoras Focadas em Performance (dia 27, às 9h). Flora é autora do livro Gamification: Como criar experiências de aprendizagem engajadoras. Um guia completo: do conceito à pratica.

 

Branca Barão

Pela oitava vez consecutiva, Branca Barão participa do CBTD. Desta vez, ela apresenta a palestra “Quer Resultados? Foca na Cultura!” (dia 26, às 9h30). Branca propõe que uma “Cultura Organizacional forte e construída conscientemente com o objetivo de gerar um pensamento alinhado faz com que as pessoas não apenas entrem em ação, mas numa mesma direção”. Ela é autora do Best-seller “8 ou 80: Seu melhor amigo e seu pior inimigo moram aí, dentro de você!”.

 

Victor Mirshawka Jr

Na palestra “Performance Inspirada em Princípios” (dia 26, às 11h30), Victor Mirshawka Jr. discute os principais fatores que influenciam a perfomance e a geração de resultados, com ênfase para a ética nos negócios. Victor é autor de inúmeros livros, entre eles “A Roda da Melhoria” e “O Pequeno Livro da Alegria”.

 

Leonardo Marchi

O Sócio-Diretor da Praxis Business apresenta a palestra “Engajando a Equipe por Meio de uma Academia de Vendas” (dia 27, às 15h45). Ele falará sobre a importância do alinhamento de valores entre empresa e colaboradores. Leonardo Marchi é coautor do livro “Gestão Estratégica do Franchising”.

 

Cláudio Queiroz

Gestão da Cultura e RH” (dia 28, às 9h) é o tema da palestra ministrada por Cláudio Queiroz. Ele discutirá qual o papel do líder na gestão da cultura organizacional, especialmente em processos de mudanças. Cláudio é autor dos livros “As Competências das Pessoas” e “O Elo da Gestão de Carreira”, referências na área de gestão de pessoas e recursos humanos.

 

LANÇAMENTOS E SESSÃO DE AUTÓGRAFOS:
Além de contar com palestrantes, teremos um espaço reservado para apresentar nossos lançamentos e promover o contato entre o público e os autores. Confira quem estará presente no estande da DVS Editora para sessões de autógrafos:

Branca Barão, autora do livro “8 ou 80”, dia 26 de novembro, a partir das 10h45.

Lupercio Hilsdorf, autor do livro “Saber Negociar”, dia 26 de novembro, a partir das 15h.

Eduardo Zugaib, autor do livro “A Revolução do Pouquinho”, dia 27 de novembro, a partir das 10h45.

Flora Alves, autora do livro “Gamification”, dia 27 de novembro, a partir das 15h.

DESCONTO:
Para que mais pessoas tenham a oportunidade de participar, em parceria com o CBTD oferecemos um desconto de 30% no valor da inscrição. Basta se inscrever aqui e utilizar o código promocional: B1EC25

Nos vemos lá!

Enxergue os sinais de que você não tem futuro na empresa e saiba como evitar a demissão

Confira a reportagem de Heloisa Noronha publicada no portal UOL. A matéria contou com participação de Branca Barão, que lançará seu livro em breve pela DVS Editora. Leia o texto completo abaixo:

Salvo algumas exceções, em que a decisão final se baseia em comportamentos inadequados no trabalho (como falta de ética, violência física ou verbal), a demissão é uma atitude drástica bastante calculada na maior parte das empresas. Portanto, se você tem a sensação de estar estagnado no emprego, é possível que você já esteja sendo analisado por seus superiores. Mas ainda há chances de mudar o jogo. “Quando a companhia anda mal e precisa fazer cortes, a situação é mais complicada. Porém, há muitos casos em que o colaborador vai sendo ‘queimado’ aos poucos e pode reverter o quadro”, diz Janaina Ferreira, professora do Ibmec de São Paulo. O UOL Comportamento conversou com especialistas em carreiras e identificou as situações que indicam que, em breve, o funcionário pode receber o cartão vermelho. Descubra quais são e veja as dicas que podem mudar os rumos do seu destino profissional.

Enxergue os sinais de que você não tem futuro na empresa e saiba como evitar a demissão

Tensão no ar
Para Branca Barão, especialista em comportamento humano e programação neurolinguística, o primeiro indício é sentir um clima estranho no ar. “Geralmente, os funcionários passam a achar que estão no lugar errado, no momento errado. Se sentem excluídos das conversas, do café, e deixam, aos poucos, de fazer parte dos momentos de descontração na empresa”, diz Branca. Sem saber como agir, os colegas passam a evitá-los socialmente.

Tarefas demais ou de menos
Seu chefe não lhe dá ordens e não se preocupa em cobrar prazos.“Pior ainda é quando o gestor distribui as tarefas diretamente aos seus subordinados ou transfere suas atribuições aos seus colegas, ignorando sua existência”, afirma Janaina Ferreira. É comum que o chefe comece a transferir a esse funcionário tarefas de pouca importância, de assuntos que ele não domina ou passe a exigir metas impossíveis. O objetivo é mesmo que a pessoa não mostre boa performance, o que gera um motivo concreto para reclamar do seu desempenho, dentro e fora da equipe. “Com a minimização dos resultados, os demais começam a fazer ‘brincadeiras’ sobre a importância de seu trabalho para empresa”, diz a coaching Daniela do Lago.

Boicotes estratégicos
O colaborador recebe todo tipo de informação sem importância, mas os dados essenciais não chegam mais até ele. “O profissional começa a se sentir excluído de tarefas importantes. Percebe que suas decisões não são acatadas e precisa brigar para que as coisas aconteçam”, diz Branca Barão. Ele passa a não ser convocado para as reuniões e, se participa de alguma, sua opinião não é solicitada ou é descartada pela chefia. Seus resultados, mesmo que positivos, são invisíveis. Para Daniella Correa, consultora de Recursos Humanos da Catho Online, outro sinal é quando os gestores enchem os outros colegas de elogios, tanto em relação à produtividade, quanto ao comprometimento com a companhia.

Incompatibilidade de ideias ou valores
“As ideias não são aceitas pelo grupo nem pelo superior. O funcionário começa a observar que suas prioridades estão desalinhadas com as do chefe. Isso demonstra falta de sintonia”, afirma a coaching Daniela do Lago. O próprio funcionário também não demonstra mais valores alinhados com os da empresa. “Ele se sente visivelmente incomodado com as atitudes dos demais na organização e não concorda com a forma com que os negócios são conduzidos”, diz Daniela.

Ausência de broncas
Se você cometeu um grande erro e esse fato foi deixado no “vácuo”, sem uma conversa a respeito, isso não significa que a chefia relevou o equívoco. “Pelo contrário: se seu gestor não o chamou para discutir o ocorrido com o objetivo de evitar que novos problemas aconteçam, mau sinal. Pode ser que essa seja a causa, não de um feedback, mas de uma demissão”, diz Branca Barão. Quando a empresa não se preocupa em corrigir enganos de rota de seus colaboradores, é porque, na verdade, não se preocupa com a trajetória que estão firmando.

Equipe em expansão
Para a especialista Daniela do Lago, quando começam a surgir boatos (a maioria tem um fundo de verdade) sobre a contração de mais gente para equipe, é bom ficar de olho: provavelmente alguém vai rodar. “O sinal mais evidente é ver um anúncio confidencial sobre uma vaga que descreve o seu trabalho. Quando a situação chega a esse ponto, não há mais muita coisa a fazer. Prepare-se e espere a notícia chegar”, diz a coaching.

SAIBA REVERTER A SITUAÇÃO
1. Primeiro, questione se você realmente quer reverter esse quadro. “Muitas vezes, quando a situação chega a esse ponto, o profissional já está cansado de seu trabalho e de sua equipe e a demissão pode representar um alívio”, afirma Branca Barão.
2. Confira sempre com seu superior se vocês estão na mesma sintonia, checando as prioridades e o que é mais importante para a empresa.
3. Questione e pergunte regularmente sobre seu desempenho e trabalho. Peça feedback sobre suas ações e esteja aberto para ouvir e aceitar pontos de melhoria.
4. Busque realizar seu trabalho da melhor forma e cumprir as metas, mas, antes de mais nada, preste atenção em seus relacionamentos e saiba ouvir sua liderança.
5. Ser um profissional melhor e permanecer na empresa muitas vezes significa se tornar uma pessoa mais agradável de conviver e gerar menos problemas de relacionamentos.
6. Proponha projetos embasados em pesquisas, estudos e, sobretudo, números.
7. Não fique de boca fechada nas reuniões. Mas evite dizer frases vazias: embase sempre suas opiniões.
8. “Caso receba uma nova proposta para permanecer na organização, é importante que se dedique e sempre leve em conta o que lhe foi apontado”, diz Daniela do Lago. “A partir daí, crie uma nova imagem sobre seu comportamento, postura e comprometimento com os resultados da empresa.”

Incentivar AUTONOMIA nos colaboradores traz benefícios à empresa, diz livro.

– Saiba como a autonomia pode significar sucesso no mundo dos negócios.
– Obra apresenta rica teoria sobre o tema sem desviar o foco do mundo corporativo.
– Autora é psicóloga, com mestrado em Educação e 16 anos de experiência entre o mundo acadêmico e empresarial.

CAPA_Autonomia 360 - livroO que é mais vantajoso para as empresas: um funcionário que apenas obedece às regras ao pé da letra, ou poder contar com colaboradores capazes de analisar cada caso e tomar decisões que levem em conta os valores morais da companhia e a prosperidade do negócio. A escolha da segunda opção de fato parece óbvia, porém, muitas empresas ainda relutam em aceitá-la.

Em Autonomia 360º – Saberes aplicáveis na liderança atual (DVS Editora), a psicóloga Renata Jubram se debruça sobre o tema com arcabouço teórico de pensadores como Gardner, Frankl, Piaget e Kohlberg. A autora esmiúça o desenvolvimento da autonomia no indivíduo, sempre relacionando cada estágio ao comportamento apresentado no ambiente corporativo.

Assim, gradativamente é possível compreender os benefícios ocasionados pelo estímulo da autonomia, tanto para a empresa quanto para o desenvolvimento profissional de seus colaboradores, que irão:

• Aprender a se organizar de forma independente;
• Buscar por si mesmas as soluções para os problemas cotidianos;
• Ter iniciativa para colocar essas soluções em prática;
• Criar produtos e/ou alternativas que favoreçam sua área ou a organização como um todo;
• Tomar decisões sobre uma boa gama de regras que regem seu cotidiano, sem perder o foco do negócio.

Desse modo, o livro torna-se de grande valor sobretudo a pessoas em posição de liderança e profissionais de Recursos Humanos. No entanto, também reserva grandes contribuições a quem, por conta própria ou por estímulo da empresa em que trabalha, se deu conta da importância do desenvolvimento da autonomia. Ao longo do caminho proposto na obra, o tema é abordado sob a ótica da Ética, da Inteligência e da Educação, propondo reflexões e diretrizes para o desenvolvimento dos indivíduos e das organizações.

Sobre a autora
RENATA JUBRAM é psicóloga, com mestrado em Educação, Arte e História da Cultura, pós graduação em Saúde Mental e pós graduação em Psicossomática. É professora do MBA da Universidade Corporativa Anamaco e consultora na área de Liderança. Com 16 anos de experiência entre o mundo acadêmico e corporativo, dedica-se à pesquisa no campo da aprendizagem, da inteligência e do desenvolvimento moral. Seu atual projeto “Escola de Liderança” tem como objetivo levar às organizações uma escola para líderes autônomos. É também autora de “Inteligência ou Inteligências?” e colaboradora do Glossário Paulo Freire, entre outros diversos artigos.

Autonomia 360º
Autor: Renata Jubram
R$ 35,00
Editora: DVS Editora
Páginas: 128
ISBN: 978-85-88329-75-1

Como tomar decisões sobre pessoas

Claudio Fernández-Aráoz é, sobretudo, especialista em gente. Com MBA pela Stanford e sócio da Egon ZehnderInternational – empresa global líder na busca de executivos, ele é dono de um currículo invejável, que só foi capaz de conquistar por saber tomar decisões sobre pessoas.

Por que a habilidade desenvolvida e partilhada por Fernández-Aráoz é tão importante? Basta pensarmos que por trás de toda grande organização o que encontramos são pessoas, e a capacidade de lidar com elas é decisiva para o sucesso da companhia.

No livro “Grandes decisões sobre pessoas” (DVS Editora), Claudio Fernández-Aráoz esmiuça o assunto e ainda dá insights tanto para líderes que precisam preencher cargos importantes em uma empresa, quanto profissionais que desejam se desenvolver em uma determinada direção.

No vídeo abaixo, o autor dá pincela o assunto e introduz você ao tema tão fundamental no mundo corporativo:

Pessoas com autonomia fazem a diferença?

Trecho do livro Autonomia 360º (DVS Editora), de Renata Jubram.

A genialidade de talentosos humoristas inspirou a criação do personagem “porteiro Zé” – uma sátira a um tipo de comportamento característico dos muitos porteiros de prédios. Todo mundo, ao menos uma vez na vida, já se deparou com um “porteiro Zé” em uma atuação que poderia ser classificada, no mínimo, como embaraçosa ou surreal.

O “porteiro Zé” ao iniciar em seu novo emprego recebeu a seguinte ordem: jamais abandonar a portaria, em hipótese alguma. Pois aconteceu que um enorme vazamento causou um transtorno à moradora do terceiro andar. Irritada com a situação, ela pede (praticamente exige) que o “porteiro Zé” vá até seu apartamento prestar “serviços de encanador”. De início, ele titubeia, mas acaba cedendo – a moradora fazia parte do conselho administrativo. E o “porteiro Zé” recebe, então, sua primeira advertência. A reclamação foi feita por um grupo de moradores que na tentativa de entrar no prédio, tanto pela garagem, como pela portaria, passa longo tempo esperando sem saber o motivo pelo qual o porteiro “sumiu”.

Alguns dias se passaram até que ocorre um incêndio no oitavo andar. A moradora interfona desesperada. Está ferida e com dificuldade para se locomover. Ao perceber e que não há tempo para chamar o bombeiro – ela pede ajuda ao “porteiro Zé”, solicitando que suba imediatamente ao seu apartamento. E ele então responde: desculpe, mas tenho ordens para não deixar a portaria. ¬A moradora insiste, expondo a gravidade da situação. E o “porteiro Zé” se mantém irredutível: “Desculpe-me, mas ordens são ordens!”

Em todos os lugares as regras são criadas, sempre, por alguma razão (embora essa razão possa ser controversa) e na maioria das vezes seu intuito é promover um bem-estar comum. A regra “não abandonar a portaria” é uma delas. Toda regra também possui um “espírito”. E esse “espírito” é o que justifica e direciona a aplicação da regra. No exemplo dado, cuja regra é “não abandonar a portaria”, seu “espírito” é, principalmente, zelar pela segurança dos moradores.

Estimule a capacidade de tomar decisões

Autonomia pode significar a capacidade de tomar decisões

Quanto ao “porteiro Zé”, ele representa o estereótipo dos que possuem a seguinte característica: interpretar as regras exatamente “ao pé da letra”, sem penetrar no seu “espírito”. O personagem em questão é alguém que não desenvolveu sua autonomia para lidar com eventos inesperados. Ele obedece cegamente às figuras de autoridade (ou que ele julga ter legítima autoridade) quando deveria estar mais ciente de seu papel. Ao mesmo tempo, faz uso literal da regra quando deveria transgredi-la para ajudar alguém que corre perigo – o que, nesse caso, seria absolutamente legítimo. Logo, como visto, seu desempenho é visivelmente caótico.

Autonomia é um termo abrangente e de modo geral significa: governar a si mesmo. Em sua etimologia, autonomia vem do grego autos, que significa “por si só”, mais nomós, que quer dizer “lei” – o que daria o sentido de “obedecer às próprias leis”. Segundo estudiosos do conceito, a autonomia divide-se basicamente em dois campos: o moral e o intelectual. No campo moral, a autonomia se revela na capacidade de questionar e avaliar a legitimidade das regras de conduta vigentes. No caso, é o aspecto que deixou a desejar na atuação do “porteiro Zé”.

O fato, porém, é que os “porteiros Zés” estão também nas universidades, nas ONGs, nas repartições públicas, enfim, em todos os lugares, inclusive nas empresas de qualquer porte. Eles ocupam as mais diversas posições, em todas as escalas da hierarquia, inclusive os cargos de liderança. Obviamente, de acordo com as especificidades desse cargo, as decisões exigidas são extremamente mais complexas, em comparação ao exemplo dado, mas os critérios adotados podem ser igualmente controversos e equivocados, assim como o são para o “porteiro Zé”.

A justificativa para essa afirmação, segundo pesquisa realizada pelo psicólogo norte-americano Lawrence Kohlberg (uma das referências deste livro), é que predomina – em muitos adultos – uma espécie de raciocínio moral infantilizado. Por algum motivo, ao longo do seu processo de desenvolvimento, faltaram estímulos que permitissem a esses indivíduos uma evolução sob o ponto de vista da autonomia.

Por outro lado, é preciso também admitir que lidar com regras e decidir sobre elas com a devida versatilidade, na urgência das situações, não é tarefa fácil para ninguém. E é por essa razão que, de um jeito ou de outro, existe um “porteiro Zé” dentro de cada um nós. E que se manifesta toda vez que aplicamos uma regra literalmente.

O “porteiro Zé”, na verdade, é uma ATITUDE. É uma forma rígida e infantilizada de se relacionar com as regras.

A dificuldade do “porteiro Zé”, portanto, pode ser a dificuldade de qualquer pessoa, independentemente de sua condição social e de seu grau de escolaridade, diferenciando-se apenas no contexto e no grau de complexidade das decisões. Embora nem todos tenham essa consciência.

Enfim, diante do contexto apresentado, vale retomar a pergunta inicial: Pessoas com autonomia fazem a diferença? Para quem estiver disposto a se aprofundar nesse tema faz sentido ler este livro – embora ele não ofereça soluções imediatistas e nem fórmulas prontas. Isso porque atingir maturidade no campo da autonomia envolve um processo de constante aprimoramento pessoal e profissional, que vai sendo construído passo a passo pelo próprio sujeito. Por essa mesma razão, trilhar o caminho da autonomia só será possível para quem, de fato, compreender o seu verdadeiro sentido e legitimar essa possibilidade.

CAPA_Autonomia 360 - livro