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9 Erros que Sabotam Sua História no Começo (e geram desinteresse no seu Público)

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4 meses atrás
9 Erros que Sabotam Sua História no Começo (e geram desinteresse no seu Público)

Erros no começo de uma história podem destruir até as melhores ideias. Quer descobrir quais são os mais comuns e aprender a prender o público desde a primeira linha? Bora ler. 👇

Sobre o que vamos falar?

  • Domínio da narrativa: aprenda a começar suas histórias de forma envolvente, evitando os erros que afastam o público e comprometem o impacto da mensagem.
  • Precisão na escrita: descubra como eliminar os erros que prejudicam o início de uma boa história e afastam o público.
  • Estrutura que conecta: desenvolva enredos com ritmo, emoção e propósito, despertando interesse desde a primeira linha.
  • Aprendizado que evolui com você: o Kit Storytelling da DVS Editora reúne técnicas práticas para quem deseja dominar o início das histórias, evitar erros que geram desinteresse e conquistar leitores com narrativas mais envolventes.

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Você já começou a contar uma história, seja em um texto, uma apresentação, vídeos para YouTube ou redes sociais, ou até em uma conversa, e percebeu que as pessoas simplesmente se desconectaram?

Isso acontece com mais frequência do que parece.

Não é que a história seja ruim, mas muitos criadores e profissionais cometem erros sutis que destroem o envolvimento logo no começo.

Um início morno, personagens sem propósito ou excesso de informações são o bastante para afastar o público, mas não apenas isso. O início é o ponto mais decisivo de toda narrativa. É ali que o leitor ou espectador decide se continua ou se vai embora.

Neste artigo, você vai descobrir os 9 erros mais comuns que sabotam uma história logo no começo e aprender como evitá-los para conquistar o público desde a primeira frase, seja em textos, vídeos ou conversas.

Veja o que você irá conhecer neste artigo:

  • Erro 1: Desconsiderar o público-alvo
  • Erro 2: Personagens superficiais
  • Erro 3: Começar de forma morna
  • Erro 4: Excesso de detalhes ou informações irrelevantes
  • Erro 5: Narrativa desconexa
  • Erro 6: Falta de autenticidade
  • Erro 7: Falta de conflito
  • Erro 8: Não explorar emoções
  • Erro 9: Final sem propósito
  • Conclusão: evite os erros e aprenda com o Kit de Storytelling da DVS Editora


Erro 1: Desconsiderar o público-alvo

Um dos erros mais comuns no início de qualquer história é esquecer para quem ela está sendo contada. Muitos criadores começam cheios de ideias, mas falam apenas do que eles acham interessante. E quando a narrativa não parte do olhar do público, ela se torna genérica, impessoal e fácil de ignorar.

Toda boa história nasce da empatia. Entender quem vai receber a mensagem é o que define o tom, o ritmo e até o vocabulário. É o que separa uma história que toca o público de outra que passa despercebida. Quando o contador de histórias conhece o público, ele não fala para as pessoas, mas com elas.

No livro 5 Lições sobre Storytelling: O Best Seller, há uma ideia simples e poderosa: antes de pensar na trama, pense em quem vai vivê-la e isso vale também para quem vai ouvi-la. Histórias eficazes refletem as dores, os sonhos e as experiências do público, fazendo com que cada palavra soe familiar e verdadeira.

Ignorar o público é como começar uma conversa sem saber com quem se está falando. O resultado pode até soar bonito, mas não cria conexão

Erro 2: Personagens superficiais

Nenhuma história conquista o público quando os personagens parecem vazios ou artificiais. São eles que carregam a emoção e o propósito da narrativa. Quando não têm identidade, propósito ou verdade, o leitor não se conecta e rapidamente perde o interesse.

Um bom personagem não precisa ser heróico ou extraordinário. Ele precisa ser autêntico. Precisa ter medos, contradições e desejos que façam o público se reconhecer nele. É essa semelhança que cria empatia e faz com que a história pareça real.

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Personagens marcantes não são os perfeitos, mas os que revelam suas imperfeições. São aqueles que mostram o conflito entre o que sentem e o que fazem, entre o que dizem e o que escondem. Essa dualidade é o que os torna humanos e memoráveis.

Personagens superficiais transformam qualquer história em algo distante. Já personagens com identidade e profundidade tornam até o enredo mais simples inesquecível.

Erro 3: Começar de forma morna

Nada afasta mais o público do que um começo sem energia. Quando a história demora para acontecer, o leitor ou espectador perde o interesse antes mesmo de entender do que se trata. A atenção é o primeiro bem que uma boa narrativa precisa conquistar, e isso acontece nos primeiros segundos.

Começar de forma morna é desperdiçar a chance de gerar curiosidade. Histórias eficazes começam com movimento, com uma pergunta que instiga ou uma situação que desperta emoção. É o que faz o público querer saber o que vem a seguir.

Há um princípio essencial para isso: uma história deve começar no ponto em que algo muda. É nesse instante de virada que a audiência sente que vale a pena continuar.

Um bom início não precisa explicar tudo, mas precisa provocar algo. Pode ser uma cena de conflito, uma frase inesperada ou um sentimento que pede resposta. O importante é que a história comece viva.

Erro 4: Excesso de detalhes ou informações irrelevantes

Um dos erros mais comuns no começo de uma história é querer explicar tudo. Muitos criadores se perdem em descrições longas, justificativas e informações que não acrescentam nada ao que realmente importa. O resultado é um início pesado, que cansa e dispersa o público antes mesmo da história começar.

O leitor não quer saber de tudo, quer entender o essencial. Cada detalhe precisa servir a um propósito: construir o clima, desenvolver o personagem ou avançar a trama. Tudo o que não cumpre uma dessas funções enfraquece a narrativa e faz a atenção se perder.

Se está gostando deste artigo, leia também:

  • O que é Storytelling e como ele pode ajudar as vendas do seu negócio
  • Jornada do Herói: 12 passos para contar uma boa história
  • Como fazer storytelling: 5 técnicas que todo iniciante precisa saber
  • Exemplos de storytelling para engajar o seu conteúdo

Exemplos de excessos que sabotam a história logo no início:

  • Descrições de cenário longas demais, que explicam cada objeto, cor e textura sem relação com a ação.
  • Históricos completos dos personagens, antes de o público entender quem eles são e por que deve se importar.
  • Diálogos explicativos, usados para “contar” o que o leitor já poderia perceber pela cena.
  • Explicações técnicas ou conceituais, que interrompem o ritmo e tiram a naturalidade da história.
  • Introduções cheias de contexto, que tentam justificar tudo antes mesmo de gerar curiosidade.


Uma boa história não é sobre dizer mais, mas sobre dizer o suficiente. É deixar espaço para que o público imagine, participe e complete as lacunas com a própria experiência. Esse equilíbrio entre o que se revela e o que se guarda é o que mantém a curiosidade viva.

Erro 5: Narrativa desconexa

Mesmo uma boa ideia pode se perder quando a história não tem um fio condutor claro. Quando as cenas não se conectam ou os acontecimentos parecem aleatórios, o público se confunde e deixa de acompanhar o raciocínio. Uma narrativa desconexa faz o leitor se perguntar o tempo todo onde a história quer chegar.

Toda boa narrativa segue uma lógica interna, mesmo quando é complexa. O público precisa sentir que existe um caminho sendo percorrido, uma relação entre causa e consequência. Quando os eventos não têm sequência natural ou parecem jogados ao acaso, a história perde coerência e força emocional.

Para evitar isso, é importante ter clareza sobre três pontos:

  • O que o personagem quer (o objetivo da jornada).
  • O que o impede de conseguir (os conflitos e obstáculos).
  • O que muda no final (a transformação que dá sentido à história).


Quando esses elementos estão alinhados, o público sente que cada parte tem um motivo para existir. A história flui, o interesse cresce e o leitor segue conectado até o fim.

Erro 6: Falta de autenticidade

Histórias que tentam soar perfeitas demais perdem a força. Quando tudo parece ensaiado, polido e sem vulnerabilidade, o público sente que há algo artificial ali. A autenticidade é o que faz uma narrativa parecer verdadeira, mesmo quando é ficção.

Ser autêntico não significa expor tudo, mas deixar transparecer humanidade. É mostrar falhas, dúvidas e contradições. É permitir que o leitor veja as imperfeições que tornam a história crível. Quando o público percebe que há verdade nas emoções, ele se identifica.

O erro está em tentar copiar o estilo de outros autores, acreditando que isso tornará a história melhor. A verdade é que toda boa narrativa carrega a marca de quem a escreve. Encontrar a própria voz é o que diferencia uma história genérica de uma história com personalidade.

A autenticidade é o elo entre quem conta e quem ouve. Sem ela, a história até pode ser bem escrita, mas não será lembrada.

Erro 7: Falta de conflito

Nenhuma história se sustenta sem conflito. É ele que cria tensão, movimento e expectativa. Quando tudo dá certo desde o início, a narrativa se torna previsível e o público perde o interesse.

O conflito é o que dá sentido à jornada. Ele pode ser externo, como um obstáculo, um rival ou uma situação difícil, ou interno, quando o personagem precisa enfrentar seus próprios medos, crenças e contradições. Em ambos os casos, é o conflito que revela quem ele realmente é.

Sem conflito, não há transformação. O leitor quer ver o personagem em ação, tomando decisões, errando, aprendendo e mudando com o que acontece. O desafio é o que faz o público se envolver e querer saber como a história termina.

O conflito é o coração da narrativa. É o que mantém a história viva, mesmo quando o enredo é simples.

Erro 8: Não explorar emoções

Uma história sem emoção é apenas uma sequência de fatos. O público pode até entender o que está acontecendo, mas não sente nada, e sem sentir, não se envolve. São as emoções que transformam uma narrativa comum em uma experiência memorável.

Explorar emoções não é exagerar no drama, mas compreender o que o público deve sentir em cada momento. Medo, curiosidade, esperança, alegria ou empatia, cada uma delas pode ser usada para conduzir o leitor pela jornada.

Exemplos de histórias que falham por falta de emoção:

  • Relatos frios e descritivos, que contam o que aconteceu, mas não mostram o que o personagem sentiu.
  • Textos técnicos ou formais demais, que soam corretos, mas não despertam empatia.
  • Personagens apáticos, que não demonstram medo, dúvida ou entusiasmo diante dos acontecimentos.
  • Conflitos resolvidos sem tensão, que impedem o público de torcer ou se envolver emocionalmente.

Quando o autor coloca sentimento nas ações e decisões dos personagens, o leitor passa a viver cada cena junto com eles. É isso que faz o público rir, se emocionar, torcer ou se indignar.

Boas histórias não informam. Elas fazem o público sentir. E é essa reação que as torna impossíveis de esquecer.

Erro 9: Final sem propósito

Nada decepciona mais o público do que uma história que termina sem motivo. Depois de acompanhar toda a jornada, o leitor espera uma conclusão que faça sentido, que traga uma mudança, uma resposta ou uma reflexão. Quando o final é vazio ou desconectado do que foi contado, a sensação é de frustração.

O propósito do final não é apenas encerrar, mas dar significado à experiência. Ele é o ponto em que o personagem e o público entendem por que tudo aconteceu. Mesmo que o desfecho seja inesperado, precisa parecer inevitável.

Um bom final fecha o ciclo iniciado nas primeiras linhas. Mostra o resultado da transformação, recompensa a curiosidade e deixa uma marca emocional. Quando a história termina sem propósito, o leitor sente que a jornada não valeu a pena.

O final é a última oportunidade de permanecer na memória de quem lê ou assiste. E, nas boas histórias, é justamente onde o impacto começa.

Conclusão: evite os erros e aprenda com o Kit de Storytelling da DVS Editora

Evitar os erros que sabotam uma história é o primeiro passo para quem quer escrever de forma envolvente e conquistar leitores de verdade. Cada detalhe, desde o início até o desfecho, faz diferença na forma como o público se conecta com a narrativa.

Aprender a contar boas histórias é um processo que exige prática e, principalmente, técnica. Dominar os elementos que dão ritmo, emoção e autenticidade transforma a escrita em uma ferramenta poderosa de comunicação e influência.

O Kit de Storytelling da DVS Editora reúne três obras essenciais para quem deseja dominar essa arte e usar o poder das histórias em qualquer contexto:

  • 5 Lições sobre Storytelling: O Best Seller: ensina a criar narrativas que conquistam o leitor do início ao fim.
  • 5 Lições sobre Storytelling: Fatos, Ficção e Fantasia: aprofunda o uso de diferentes formas narrativas para dar mais autenticidade e impacto à sua escrita.
  • 5 Lições sobre Storytelling: Persuasão, Negociação e Vendas: revela como o storytelling pode ser usado também para influenciar, persuadir e ampliar resultados em outras áreas da vida.

Com esse kit, você terá acesso a métodos práticos e exemplos inspiradores para escrever com confiança, evitar os erros mais comuns e dar vida às suas ideias com clareza e emoção.

Essa pode ser a virada de chave para transformar o ato de escrever em uma habilidade sólida, criativa e inesquecível.

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Os Melhores Livros de Storytelling: Para criar estratégias e vender mais

O Storytelling tem o poder de atrair e prender a atenção das pessoas e de desenhar imagens mentais que são capazes de influenciar suas decisões. Por isso, se for utilizado de forma inteligente e estratégica, ele pode ser decisivo para os resultados da sua campanha de vendas. Hoje, trouxemos três sugestões de livros sobre storytelling que vão abrir sua mente e te dar uma noção estratégica de como usar o storytelling para vender muito.  

5 Lições de Storytelling - O Best-Seller

James McSill, um dos maiores consultores literários do mundo, compila suas principais ideias sobre a construção de histórias de sucesso e apresenta de forma didática em seu livro 5 Lições de Storytelling, o Best-Seller. O autor, reconhecido mundialmente pela sua competência no assunto, mostra que uma pessoa, ao se deparar com certas histórias e de acordo com o contexto, pode ser profundamente influenciado por elas. Clique abaixo para comprar o livro.

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5 Lições de Storytelling - Fatos, Ficção e Fantasia

Ainda reunindo e apresentando o conhecimento que acumulou em mais de 30 anos de experiência, James McSill escreve 5 Lições de Storytelling - Fatos, Ficção e Fantasia, um dos principais livros sobre Storytelling já produzidos. Desta vez, ele une aplicações do storytelling no entretenimento, no mundo dos negócios e na vida pessoal. Assim, a obra traz uma perspectiva completa de como usar o poder das histórias em todos os cenários possíveis. Clique abaixo para adquirir o livro.

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5 Lições de Storytelling - Persuasão, Negociação e Vendas

Explorando mais o aspecto persuasivo e direto do storytelling, McSill também traz 5 Lições de Storytelling - Persuasão, Negociação e Vendas. Fórmulas de vendas e persuasão repetidas se tornam cada vez mais limitadas: é preciso ir além. Em um cenário onde a atenção e a preferência do público são cada vez mais disputados, é necessário se diferenciar e fazer algo único, mas eficiente. Repetir aquilo que milhares de pessoas já fizeram tornou-se arriscado. Assim, em mais um de seus livros sobre storytelling, James McSill te convida a inovar e a fazer algo único, que diferencie a sua empresa de todo o resto. Você pode conferir mais sobre o livro, clicando aqui.

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De todas as formas de comunicação usadas ao longo do tempo, o storytelling, de longe, se mostra como a mais poderosa. Há milhares de anos, diferentes povos usam o poder das histórias para disseminar suas culturas. Além de ter sido o pilar de civilizações, o storytelling pode ser parte fundamental de qualquer estratégia de vendas – principalmente da sua. Por isso, todos estes quatro livros sobre storytelling podem ser adquiridos, juntos, no nosso Kit Storytelling:
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Categorias: Storytelling
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