Storytelling

5 maiores erros de escritores iniciantes que devem ser evitados

Os erros de escritores iniciantes podem arruinar até a melhor ideia. Quer saber como evitá-los e evoluir na escrita? Bora ler. 👇

Sobre o que vamos falar?

  • Fundamentos da narrativa: conhecer os erros mais comuns ajuda o escritor iniciante a estruturar melhor sua história e manter a coerência da trama.
  • Disciplina criativa: evitar falhas ligadas ao processo de escrita e revisão fortalece o hábito de escrever com consistência.
  • Profissionalismo na escrita: corrigir deslizes gramaticais e de formatação transmite credibilidade e aproxima o autor de seus leitores.
  • Domínio do Storytelling: o Kit de Storytelling oferece técnicas práticas para transformar ideias em narrativas envolventes, ajudando escritores iniciantes a superar seus erros e evoluir de forma mais rápida.

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Se você deseja escrever um livro envolvente, precisa estar atento a alguns deslizes que quase todo autor comete no início da jornada.

Esses erros comuns de escritores iniciantes podem parecer pequenos, mas são capazes de comprometer a qualidade da narrativa, afastar leitores e até desanimar o próprio escritor.

É comum acreditar que basta ter boas ideias ou inspiração para escrever bem. No entanto, a prática mostra que a escrita exige disciplina, planejamento e revisão constante.

Quando esses cuidados não são seguidos, surgem histórias sem profundidade, personagens sem motivação, textos confusos e livros que nunca chegam a ser concluídos.

A boa notícia é que todos esses erros podem ser identificados e corrigidos. Neste artigo, você vai conhecer os 5 maiores erros de escritores iniciantes que devem ser evitados e aprender como corrigi-los para dar mais força à sua escrita e conquistar leitores.

Veja o que você irá conhecer neste artigo:


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Erro 1: Erros de conteúdo e estrutura que travam a narrativa

Erro 1: Erros de conteúdo e estrutura que travam a narrativa

Um dos primeiros desafios de quem começa a escrever é organizar as ideias de forma coerente.

Muitos iniciantes acabam se perdendo justamente aqui, criando histórias que parecem interessantes no começo, mas que rapidamente se tornam confusas ou pouco envolventes.

Entre os principais erros de conteúdo e estrutura estão:

Falta de pesquisa

Sem uma boa base de informações, o texto perde credibilidade. Um romance histórico sem fidelidade à época, por exemplo, soa artificial e faz o leitor abandonar a leitura.

A solução é simples: pesquisar, tomar notas e buscar referências confiáveis antes de começar a escrever.

Além disso, a pesquisa não serve apenas para dar realismo à trama, mas também para enriquecer os detalhes que tornam a narrativa mais viva.

Mesmo em histórias de fantasia ou ficção científica, estudar sobre mitologia, ciência ou cultura pode oferecer recursos valiosos para criar mundos coerentes e personagens mais consistentes.

Superlotação da narrativa

É comum o escritor iniciante tentar colocar todas as ideias em um único livro.

O resultado são personagens demais, subtramas desnecessárias e uma história que se perde no excesso. O ideal é manter o foco no arco principal e só incluir elementos que realmente contribuam para a evolução da trama.

Uma boa forma de evitar isso é organizar um esboço da história antes de escrever, definindo quem são os personagens centrais e quais conflitos realmente importam.

Assim, cada cena terá um propósito e ficará mais fácil perceber quando algo está apenas ocupando espaço sem acrescentar valor à narrativa.

Conflito e motivação dos personagens

Histórias sem conflito ou personagens sem motivação parecem vazias.

O leitor precisa acompanhar desafios, escolhas difíceis e transformações ao longo do caminho. Por isso, é essencial trabalhar objetivos claros para cada personagem e obstáculos que gerem tensão e movimento na narrativa.

Um bom exercício é se perguntar o que cada personagem deseja e o que está disposto a fazer para conquistar isso.

Quanto mais difícil for o caminho, mais envolvente será a leitura. O conflito é a energia que move a trama, e a motivação é o que dá sentido às decisões que cada personagem toma.

Evitar esses erros de conteúdo e estrutura é fundamental para criar histórias que prendem a atenção e despertam emoção no leitor. Quando a base está bem construída, a narrativa flui de forma natural e ganha força para se tornar memorável.

Erro 2: Os principais erros no processo de escrita e revisão

Erro 2: Os principais erros no processo de escrita e revisão

Muitos escritores iniciantes acreditam que a escrita é um ato único, como se a primeira versão fosse suficiente.

Na prática, escrever é um processo que exige persistência, revisão e disciplina. Ignorar essas etapas é um dos erros mais comuns e que mais prejudicam a evolução literária.

Não revisar o manuscrito

O primeiro rascunho nunca é a versão final.

Um texto não revisado está cheio de repetições, falhas de clareza e até incoerências na narrativa. Revisar é lapidar as ideias, cortar excessos e dar ritmo ao que foi escrito.

Uma boa estratégia é realizar revisões em etapas: primeiro olhando a estrutura da história, depois o estilo e só por último os aspectos gramaticais. Esse processo permite aprimorar o texto de forma mais consciente, evitando que detalhes importantes passem despercebidos.

Não persistir na escrita

Muitos começam com entusiasmo, mas param diante das primeiras dificuldades. Escrever exige constância, mesmo nos dias em que a inspiração não aparece.

Quem escreve apenas quando se sente motivado dificilmente conclui um manuscrito.

A disciplina pode ser construída com metas pequenas e alcançáveis, como escrever durante 20 minutos por dia ou concluir uma cena por semana.

Aos poucos, essa prática cria ritmo e reduz a ansiedade de “precisar” produzir muito de uma vez. O segredo está na consistência, não na velocidade.

Divulgar o trabalho prematuramente

É tentador mostrar o manuscrito logo no início, mas isso pode ser um erro grave.

Compartilhar um texto ainda imaturo pode gerar críticas desmotivadoras ou até fazer o autor perder a vontade de continuar. Além disso, muitas ideias ainda não estão bem resolvidas nas primeiras versões.

O ideal é amadurecer a obra em ciclos de revisão antes de apresentá-la a alguém. Quando chegar o momento certo, escolha leitores de confiança, como revisores profissionais, grupos de escrita ou beta readers comprometidos.

Assim, o retorno será útil, construtivo e não apenas uma opinião solta que pode desviar o foco do seu projeto.

Concluir um livro não depende apenas de ter boas ideias, mas de cuidar do processo de escrita como um todo.

Revisar com atenção, persistir mesmo sem inspiração e escolher o momento certo para mostrar o texto são atitudes que diferenciam quem apenas começa a escrever de quem realmente evolui como autor.

Quanto mais consciência o escritor tiver dessas etapas, maior será a qualidade do manuscrito final e mais preparado ele estará para dar os próximos passos rumo à publicação.

Erro 3: Erros gramaticais e de formatação que afastam o leitor

Erro 3: Erros gramaticais e de formatação que afastam o leitor

Uma boa ideia pode perder toda a força se for mal apresentada. Mesmo que a trama seja envolvente, erros de gramática e problemas de formatação interrompem a fluidez da leitura e passam a impressão de descuido.

O leitor sente dificuldade em se conectar com a história e, muitas vezes, desiste de continuar a leitura.

Inconsistência no tempo verbal

Misturar tempos verbais sem necessidade é um dos erros mais comuns.

Alternar entre passado e presente, por exemplo, sem intenção estilística, confunde o leitor e gera estranhamento. Esse tipo de falha costuma surgir porque o autor não revisou com atenção suficiente.

Uma forma prática de corrigir isso é definir previamente em qual tempo verbal a narrativa será conduzida e manter a consistência até o fim.

Durante a revisão, é importante reler com calma cada trecho, identificando mudanças desnecessárias e ajustando o fluxo para que a leitura seja contínua.

Excesso de adjetivos

Adjetivos são úteis para enriquecer descrições, mas quando usados em excesso deixam o texto pesado e repetitivo.

O que deveria ser um recurso para destacar qualidades acaba tornando a escrita cansativa, como em frases longas cheias de termos que não acrescentam nada novo.

O ideal é escolher os adjetivos que realmente têm impacto e eliminar os que apenas enfeitam a frase.

Substituir descrições genéricas por ações ou detalhes concretos também ajuda a dar mais força à narrativa, sem depender de palavras redundantes.

Excesso de texto e frases longas

Outro erro comum é alongar frases mais do que o necessário.

Frases cheias de vírgulas e períodos intermináveis dificultam a leitura e tiram o ritmo da narrativa. Isso faz com que o leitor perca a atenção e precise reler para entender.

A solução é simplificar. Escrever frases curtas e diretas mantém o texto fluido e cria uma cadência mais agradável. Revisar o manuscrito em voz alta é uma boa técnica para perceber se a leitura soa natural ou se a frase precisa ser quebrada em partes menores.

Cenários que o autor desconhece

Descrever lugares sem conhecê-los bem gera passagens artificiais e pouco convincentes. O leitor percebe quando a ambientação não é autêntica, o que prejudica a imersão na história.

Esse erro é frequente quando o autor escolhe cenários complexos ou distantes sem buscar referências sólidas.

A solução é pesquisar detalhadamente os locais descritos ou optar por cenários mais familiares. Mesmo em obras de ficção, trazer elementos reais ou estudados com cuidado dá mais credibilidade e ajuda o leitor a se sentir dentro da narrativa.

Cuidar da gramática e da formatação não é apenas questão de estética, mas de respeito ao leitor. Um texto claro, consistente e bem estruturado permite que a história brilhe sem obstáculos.

Corrigir esses erros garante uma leitura envolvente e profissional, aumentando as chances de conquistar e manter o público.

Erro 4: Atitudes e crenças que limitam escritores em início de carreira

Erro 4: Atitudes e crenças que limitam escritores em início de carreira

Muitos problemas de escrita não estão apenas no texto, mas na mentalidade do autor.

Crenças equivocadas e atitudes pouco produtivas acabam limitando o desenvolvimento e atrasando a evolução. Reconhecer esses padrões é essencial para superá-los e criar uma rotina literária saudável.

Não saber seu lugar na literatura

Muitos iniciantes acreditam que precisam escrever como os grandes autores para serem reconhecidos. Tentam imitar estilos consagrados ou atender a todos os gêneros ao mesmo tempo.

O resultado é um texto sem identidade, que soa forçado e pouco autêntico.

O caminho mais seguro é descobrir a própria voz. Isso se faz por meio da prática, da leitura variada e da aceitação de que não há problema em começar pequeno, em um nicho específico. O leitor valoriza a originalidade muito mais do que a cópia.

Evitar conflitos nas histórias

Alguns escritores têm receio de inserir problemas ou desafios em suas tramas, acreditando que isso pode afastar o leitor.

Porém, sem conflito não há história. São os obstáculos que geram tensão, despertam curiosidade e fazem os personagens evoluírem.

Quando um personagem enfrenta dilemas reais, o leitor se envolve emocionalmente e torce por ele. Por isso, aprender a trabalhar conflitos de forma natural é essencial para que a narrativa mantenha ritmo e intensidade até o fim.

Querer ocupar o lugar do narrador

É comum encontrar textos em que o autor interfere demais, dando opiniões, explicando cada detalhe ou tentando conduzir a interpretação do leitor.

Esse excesso tira a autonomia da narrativa e quebra a imersão.

O narrador deve ser um fio condutor invisível, permitindo que a história se explique por si mesma.

Confiar nos personagens e no enredo é fundamental para que o leitor viva a experiência, em vez de sentir que está ouvindo uma palestra.

Escrever só quando inspirado

Esperar pela inspiração é uma armadilha que mantém muitos escritores estagnados. A escrita precisa de disciplina, não apenas de momentos criativos.

Estabelecer metas simples e uma rotina de escrita ajuda a criar constância. A inspiração surge no processo, e não o contrário.

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Achar que vender um livro é fácil e rápido

Muitos iniciantes acreditam que basta terminar um manuscrito para alcançar o sucesso. Essa ilusão gera frustração quando percebem que a realidade envolve muito mais esforço.

Publicar um livro é só o começo.

Construir uma carreira literária exige tempo, divulgação consistente, construção de público e estudo do mercado.

Ter essa clareza ajuda o escritor a manter os pés no chão e a perseverar no longo prazo.

Não estudar o mercado literário

Ignorar como funciona o mundo editorial é um erro grave. Sem conhecer editoras, estratégias de publicação e perfis de leitores, o escritor corre o risco de investir energia sem resultados.

Pesquisar tendências, entender os gêneros que têm espaço e observar como outros autores promovem seus livros é parte essencial da jornada. Conhecer o mercado não limita a criatividade, mas dá ferramentas para transformá-la em carreira.

Escrever não é apenas dominar a técnica, mas também adotar uma postura madura diante da literatura. Mudar crenças limitantes e assumir atitudes mais profissionais abre espaço para evolução constante e para a construção de uma carreira sólida como escritor.

Erro 5: Como evitar os erros de escritores iniciantes e evoluir na prática

Erro 5: Como evitar os erros de escritores iniciantes e evoluir na prática

Reconhecer os erros mais comuns é apenas o primeiro passo. O que realmente faz diferença é aprender a corrigi-los e criar hábitos que fortalecem a escrita.

Muitos iniciantes desanimam porque acreditam que talento é suficiente, mas a verdade é que evolução depende de prática, estudo e disciplina.

Quanto mais o escritor investe em sua formação e no aprimoramento do texto, maiores são as chances de concluir obras consistentes e conquistar leitores fiéis.

Estabeleça uma rotina de escrita

A maioria dos manuscritos abandonados tem uma causa simples: falta de consistência. Escrever apenas quando surge inspiração não é suficiente para avançar.

Criar uma rotina de escrita, mesmo que com metas pequenas como uma página por dia ou 20 minutos de foco, ajuda a transformar a prática em hábito.

Essa constância diminui a ansiedade, aumenta a produtividade e dá ritmo ao processo criativo. Com o tempo, o autor percebe que escrever não é esperar o momento certo, mas fazer do momento certo uma escolha diária.

Revisar por etapas é mais eficiente

Muitos iniciantes tentam revisar tudo de uma vez e acabam se frustrando.

A revisão funciona melhor quando é organizada em camadas: primeiro a estrutura geral da história, depois a evolução dos personagens e diálogos e, por último, a correção gramatical e de estilo.

Esse método evita a sensação de estar sempre “patinando” no texto. Em cada etapa, o foco é claro e direcionado. Além disso, dividir o processo ajuda a identificar problemas que passariam despercebidos se o autor tentasse resolver tudo ao mesmo tempo.

Ler como um escritor, não apenas como leitor

Ler é essencial para qualquer escritor, mas ler com olhar crítico faz toda a diferença. Isso significa observar como outros autores constroem diálogos, apresentam conflitos ou descrevem cenários. Ao analisar essas escolhas, o escritor amplia seu repertório e aprende técnicas que podem ser aplicadas na própria escrita.

Por exemplo, ao ler um romance policial, é possível identificar como a tensão é construída pouco a pouco. Já em uma crônica, o foco pode estar na simplicidade do cotidiano. Cada leitura se torna um exercício prático, e não apenas entretenimento.

Domine as técnicas de storytelling

A criatividade é importante, mas sozinha não garante boas histórias.

Conhecer técnicas de storytelling permite estruturar narrativas que realmente prendem o leitor.

Conceitos como jornada do herói, desenvolvimento de personagens, viradas de enredo e clímax dão consistência e emoção à trama.

Ao aplicar essas ferramentas, o escritor deixa de contar histórias soltas e passa a criar experiências completas, que despertam curiosidade, empatia e envolvimento.

É essa combinação de criatividade com técnica que transforma boas ideias em narrativas memoráveis.

Busque feedback qualificado

Mostrar seu manuscrito para qualquer pessoa pode gerar comentários superficiais ou até desmotivadores. O feedback realmente valioso vem de quem entende de escrita: grupos literários, leitores críticos ou revisores profissionais.

Esse retorno não serve apenas para apontar erros, mas também para destacar acertos e dar clareza sobre o que funciona na narrativa.

Com a visão externa, o escritor aprende a enxergar o próprio texto sob novas perspectivas e evolui de forma mais rápida e consistente.

Evite os erros e aprenda com o Kit de Storytelling da DVS Editora

Evite os erros e aprenda com o Kit de Storytelling da DVS Editora

Evitar os erros de escritores iniciantes é um passo essencial para quem deseja evoluir na escrita e conquistar leitores.

Mas não basta apenas reconhecer os problemas: é preciso aprender técnicas, estudar exemplos e colocar em prática métodos que fortalecem sua narrativa.

Quanto mais conhecimento você adquirir, mais preparado estará para transformar boas ideias em histórias que realmente prendem a atenção.

E é aqui que entra o Kit de Storytelling da DVS Editora. Reunindo três livros fundamentais, ele mostra como aplicar a arte de contar histórias em diferentes contextos:

Com esse kit, você terá acesso a técnicas práticas e insights valiosos para escrever com mais segurança e criatividade, deixando para trás os erros mais comuns de quem está começando.

Essa pode ser a virada de chave que faltava para transformar o sonho de escrever em uma realidade sólida e consistente.

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Os Melhores Livros de Storytelling: Para criar estratégias e vender mais

Livros de Storytelling: Quais são os melhores livros sobre storytelling? O Storytelling tem o poder de atrair e prender a atenção das pessoas e de desenhar imagens mentais que são capazes de influenciar suas decisões. Por isso, se for utilizado de forma inteligente e estratégica, ele pode ser decisivo para os resultados da sua campanha de vendas. Hoje, trouxemos três sugestões de livros sobre storytelling que vão abrir sua mente e te dar uma noção estratégica de como usar o storytelling para vender muito.  

5 Lições de Storytelling - O Best-Seller

5 Lições de Storytelling - O Best-Seller James McSill, um dos maiores consultores literários do mundo, compila suas principais ideias sobre a construção de histórias de sucesso e apresenta de forma didática em seu livro 5 Lições de Storytelling, o Best-Seller. O autor, reconhecido mundialmente pela sua competência no assunto, mostra que uma pessoa, ao se deparar com certas histórias e de acordo com o contexto, pode ser profundamente influenciado por elas. Clique abaixo para comprar o livro.

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5 Lições de Storytelling - Fatos, Ficção e Fantasia

5 Lições de Storytelling - Fatos, Ficção e Fantasia Ainda reunindo e apresentando o conhecimento que acumulou em mais de 30 anos de experiência, James McSill escreve 5 Lições de Storytelling - Fatos, Ficção e Fantasia, um dos principais livros sobre Storytelling já produzidos. Desta vez, ele une aplicações do storytelling no entretenimento, no mundo dos negócios e na vida pessoal. Assim, a obra traz uma perspectiva completa de como usar o poder das histórias em todos os cenários possíveis. Clique abaixo para adquirir o livro.

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5 Lições de Storytelling - Persuasão, Negociação e Vendas

5 Lições de Storytelling - Persuasão, Negociação e Vendas Explorando mais o aspecto persuasivo e direto do storytelling, McSill também traz 5 Lições de Storytelling - Persuasão, Negociação e Vendas. Fórmulas de vendas e persuasão repetidas se tornam cada vez mais limitadas: é preciso ir além. Em um cenário onde a atenção e a preferência do público são cada vez mais disputados, é necessário se diferenciar e fazer algo único, mas eficiente. Repetir aquilo que milhares de pessoas já fizeram tornou-se arriscado. Assim, em mais um de seus livros sobre storytelling, James McSill te convida a inovar e a fazer algo único, que diferencie a sua empresa de todo o resto. Você pode conferir mais sobre o livro, clicando aqui.

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De todas as formas de comunicação usadas ao longo do tempo, o storytelling, de longe, se mostra como a mais poderosa. Há milhares de anos, diferentes povos usam o poder das histórias para disseminar suas culturas. Além de ter sido o pilar de civilizações, o storytelling pode ser parte fundamental de qualquer estratégia de vendas – principalmente da sua. Por isso, todos estes quatro livros sobre storytelling podem ser adquiridos, juntos, no nosso Kit Storytelling:
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