O antiempreendedorismo

fevereiro 29, 2016 em Plataforma Brasil

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial e membro dos conselhos editoriais da DVS Editora e da Revista Criática.

Meus caros, nem só de donos dos próprios negócios sobrevive o espírito empreendedor. Ele está presente na raiz da inventividade humana, no exercício da livre iniciativa sob qualquer aspecto, e como não podia deixar de ser, na atuação profissional em organizações e empresas de todo tipo.

Esta vitalidade de transformar sonhos e anseios em realidade e coisas concretas, permeia o imaginário idealizado de qualquer colaborador que se preze. Não é de outra forma que se desenvolve uma equipe comprometida, dotada de senso de iniciativa e realização, tão necessário para encarar a competitividade, cada vez mais forte e complexa.

Contudo, como sempre, entre o sonho e a realidade existe uma estrada de distância.

Empreendedorismo Falha

O fato é que de nada adianta uma equipe realizadora e corajosa, sem uma cultura organizacional que invista na mesma aposta. Neste caso, muitas vezes, este desejo pode não passar de simples retórica – daquelas que eventualmente se escutam nos eventos corporativos e nas festas de confraternização de final de ano ou em outras comemorações semelhantes.

Transformar colaboradores em empreendedores nos seus campos de atuação dentro da empresa, demanda mais do que bons propósitos e registros em apresentações corporativas, mas sobretudo exige um clima corporativo fértil para o desenvolvimento de uma mentalidade que pode ser fatalmente massacrada com a falta de alguns cuidados. Uma questão de DNA.

Então, caso seja você um executivo ou colaborador, que deseja colocar para fora o seu empreendedorismo a serviço da organização onde trabalha e em benefício da sua própria realização, não se iluda. Algumas características corporativas, se não confrontadas e modificadas, podem sepultar para sempre qualquer ambiente digno de um empreendedor.

Vamos lá:
01. Liderança disfuncional. Independentemente de uma estrutura vertical com comandos claros, ou matricial com multiplicidade de coordenação, o que interessa mesmo, é que líderes, chefes, diretores, encarregados, supervisores, ou qualquer outra coisa semelhante (o título do cargo é absolutamente irrelevante) estejam preparados para lidar com o senso de iniciativa, voluntarismo e autodeterminação típicos das pessoas empreendedoras – o que significa bom senso, autoconfiança, desprendimento e elevada maturidade profissional;

02. Não existe um planejamento claro com objetivos, metas e ações. Essa situação fatalmente transformará o ambiente em uma baderna generalizada, onde a atuação de um colaborador pode se chocar diretamente com a atuação de outro (e ambos sendo bons empreendedores) neutralizando o resultado geral. É necessário que se tenha uma direção clara para ser seguida, possibilitando convergir esforços e energia criadora;

03. A dominância da retórica inflamada. É a insistência demasiada nas modinhas de gestão e na manutenção da ditadura do politicamente correto. O resultado disso é a transformação de um combustível profissional fortemente realizador em pura encenação. Preocupados com a própria sobrevivência no emprego, os colaboradores imersos neste tipo de cenário tendem a atuar como caixa de ressonância da “ordem” vigente. Deixam de lado a originalidade, escondem a criatividade e a iniciativa, e claro, torcem para uma boa oportunidade surgir para que possam cair fora dali o mais rápido possível;

04. A instabilidade pela instabilidade. Não se discute aqui a necessidade de ajustes, adaptações e calibragens recorrentes em função da competitividade e das inevitáveis batalhas mercadológicas, mas a mudança pela mudança, ou o transformar pelo transformar, por si só, acabam por gerar uma rotina cansativa, sugadora de energia e muito chata.

A lista até poderia ser maior, mas creio que ela garante um bom mapeamento do DNA contrário ao empreendedorismo.
Até o próximo.

Não seja “mais um”

fevereiro 16, 2016 em Plataforma Brasil

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial e membro dos conselhos editoriais da DVS Editora e da Revista Criática.

Escrevo essa matéria após ter assistido o filme sobre Steve Jobs, o legendário empresário norte americano, fundador da Appel.

Muito se propaga sobre a genialidade de Jobs em conduzir a Apple ao primeiro lugar nos quesitos inovação tecnológica e conceito de produto. Fala-se muito também sobre sua capacidade empreendedora, sua coragem para encarar o fracasso inicial na própria Apple, com uma retumbante demissão (Período no qual dedicou sua veia empreendedora para fundar a Pixar, a partir da aquisição de uma empresa falida).

Sem sombra de dúvida uma lenda para o empreendedorismo. Mas ao acompanhar a cobertura sobre seu falecimento, lendo e escutando os discursos que realizou para estudantes e outros públicos, penso que consegui extrair o que chamaria de um “DNA”, ou seria uma linha mestra de conduta exclusivamente inclinada para aqueles que desejam fazer algo de especial com suas vidas.

Diferente

Desta forma, expresso abaixo com as minhas palavras, aquilo que consegui compreender a partir do legado comportamental do mítico empresário:

01) Não se iluda, as pedras do caminho surgirão. Muito mais importante do que o batido blá, blá, blá sobre aprendizado e superação, entenda que se desejar um lugar ao sol deve estar preparado para persistir, e prosseguir com o que lhe restou de confiança e recursos por um bom período, antes de ver a luz ao final do túnel.

02) Seja original, sem ser iludido. Saiba reproduzir de forma rentável e aplicável aquilo que de alguma forma já funciona, mas aos poucos construa o seu espaço próprio, os seus conceitos, o seu produto ou serviço;

03) Tenha e cultive a sua personalidade. Saiba fugir do senso comum e, sem perder o sendo crítico, mas convicto de seus argumentos e conceitos, tenha a coragem de pensar por conta própria e defender leoninamente suas crenças, sem se preocupar em ser aceito ou com “narizes torcidos”, comentários depreciativos, ou risadas sarcásticas.

04) Se deseja inovar, esteja preparado para toda a descrença que originalmente surgirá ao seu redor;

05) Trabalhe com foco no realizar, que significa em termos empresariais construir algo que se sustente economicamente, mas menos preocupado com os ganhos financeiros imediatos que podem migrar para o seu bolso;

06) Não se apegue aos modismos de gestão. Desenvolva um estilo próprio, sem se importar com o aval dos “especialistas”, e caso conclua que em determinado momento ou estágio é necessário ser controlador e centralizador, simplesmente haja como tal e ponto final;

07) Não perca tanto tempo na busca de reconhecimento ou da percepção alheia sobre sua luta empresarial. Isso raramente acontecerá, e saiba desde já que erguer um negócio lucrativo e inovador, que confronta padrões pré-estabelecidos e conceitos vigentes, trará desafetos, inimigos, detratores e muitas críticas antes de dar certo.

Por último, sugiro aprender a lidar com a solidão.

Um abraço e até o próximo.

Desmistificando o planejamento estratégico

fevereiro 1, 2016 em Plataforma Brasil

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial e membro dos conselhos editoriais da DVS Editora e da Revista Criática.

Meus caros, sabemos muito bem que o momento não é dos mais entusiasmantes, e de que muitas vezes as complicações cotidianas são tão extensas que parar para pensar em um sofisticado planejamento estratégico pode soar algo excêntrico demais. Contudo ouso discordar deste pensamento comum, defendendo que a embora seja sempre uma ferramenta importante de gestão, operar a partir de um bom planejamento em tempos de crise pode trazer arco extenso de vantagens.

Em resumo não se trata de sofisticação desnecessária e muito menos de frescura corporativa, mas de uma necessidade objetiva tanto para quem não quer se perder em meio ao vendaval, como para quem não pode deixar de explorar oportunidades únicas de crescimento, muitas geradas justamente por conta de épocas tumultuadas.

Neste contexto, existem bons manuais, boa literatura especializada e excelentes pensadores, mas de nada adianta se não houver disciplina e energia executória para fazer surgir na vida real e nos números financeiros/ operacionais aquilo que se planejou.

Planejamento

Então, para trocar em miúdos, destaco abaixo algumas dicas básicas que abordam desde a fase de concepção do documento até a execução. Vamos lá:

01. Estabeleça conquistando o engajamento daquilo que denomino como o “núcleo duro” do empreendimento (sócios e colaboradores fieis), os aspectos daquilo que a empresa deseja ser em um horizonte longo (algo em torno de 3 anos). Alguns manuais chamam isso de “visão”. Por favor, aplique o nome que quiser;

02. Deixe claro a cadeia de objetivos a serem conquistados para cada um desses aspectos, em um conceito onde um conjunto de pequenos objetivos atingidos, resultam no atingimento de um objetivo maior. Isso precisa estar explicitado de forma clara, cristalina e quantificável;

03. Estabeleça um conjunto de ações para que a cadeia de objetivos se transforme em realidade palpável. Aqui é hora de entrar no detalhe do detalhe. Em seguida estabeleça responsabilidades entre os executores, e cronogramas negociados entre a o “núcleo duro” e os demais colaboradores. (Para quem se espanta na diferenciação entre a direção “núcleo duro” e o restante, deixo claro que não estou preocupado em ser politicamente correto.);

04. A distribuição de responsabilidades de execução do conjunto de ações e seu cronograma precisa respeitar uma lógica realista e ser fruto de negociação. Caso contrário a gravidade ou importância de seu cumprimento perde força, a partir da compreensão comum de que justamente por ser rigoroso em excesso, logo não deve ser cobrado ou “levado tão a sério”. É importante a nítida percepção de que não cumprir a tarefa no prazo estabelecido/ combinado é sim algo grave.

05. Estabeleça um sistema de recompensas, que garanta prêmio não para quem cumpre o combinado (isso é obrigação), mas para quem consegue superar essa realidade;

06. Estabeleça um conjunto de rotinas de acompanhamento e monitoria, a partir de métricas claras e descomplicadas.

07. Opere com simplicidade, clareza e objetividade.

Boa sorte, e até o próximo.

Livro traz textos motivadores e energizantes

janeiro 19, 2016 em Daniel C. Luz, Plataforma Brasil

Autor dos best-sellers Insight e Fênix, Daniel C. Luz apresenta seu lançamento: Recarregando a Bateria Humana.

O livro Recarregando a Bateria Humana (DVS Editora), de Daniel C. Luz, autor dos best-sellers Insight e Fênix, reúne dezenas de textos motivadores escritos com a finalidade de prover a energia mental necessária para a busca de objetivos pessoais e profissionais. Daniel C. Luz toca em assuntos pertinentes ao dia a dia de todos, de maneira inspiradora.

“Escrevi este livro para todos que precisam de força para encarar os obstáculos que se colocam entre você e seus objetivos”, comenta o autor. Apesar de não conhecer os detalhes da vida de cada leitor, Daniel C. Luz possui sensibilidade única na percepção da experiência humana para oferecer, por meio de seu livro, uma mensagem estimulante para que todos continuem suas jornadas com mais perseverança e objetividade.

Com centenas de milhares de cópias vendidas de seus livros anteriores, Daniel C. Luz se tornou referência quando o assunto é influenciar pessoas positivamente. Tanto por meio de seus livros quanto em programas de desenvolvimento corporativo para inúmeras empresas, ajudando essas organizações a atingirem níveis superiores de desempenho.

Reconhecido por seus leitores como um escritor otimista e inspirador, o autor busca compartilhar essas qualidades por meio de seus textos, especialmente para pessoas que estejam atravessando momentos difíceis, mas também para aquelas que simplesmente se veem estagnadas e precisam de um fio condutor que mantenha suas baterias carregadas.

Daniel C. Luz enxerga seu livro exatamente como sendo este pequeno “fio” que, comparando o corpo humano a um automóvel, transporta a eletricidade para manter a bateria carregada, cheia de energia. “Um dos mais simples componentes, mas com imensa importância para fazer o sistema entrar e continuar em movimento”, explica.

O livro é dividido entre textos mais longos – todos eles finalizados por uma mensagem direta pensada para dar a início no processo de recarga – e mais curtos, dentro de uma seção intitulada Carga Rápida, repleta de textos para promover uma reflexão instantânea. Recarregando a Bateria Humana apresenta também frases de grandes pensadores e personalidades que marcaram suas épocas.

Sobre o autor:
Daniel C. Luz: É especialista em Gestão de Pessoas e Transformação Cultural. É autor de diversos títulos que influenciaram positivamente a vida de milhares de pessoas, incluindo os best-sellers Insight e Fênix – Renascendo das Cinzas. Daniel é professor de cursos de pós-graduação em diversas instituições de ensino, entre elas o Centro Paula Souza, além de colunista de várias publicações nacionais e internacionais. É vencedor de quatro prêmios TOP RH promovidos pela ADVB e do prêmio Destaque RH promovido pela editora Gestão & RH, entre outros.

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Recarregando a Bateria Humana
Autor: Daniel C. Luz
Editora: DVS Editora
Páginas: 240
ISBN: 978-85-8289-097-4
Preço: R$39

Reflexões sobre a economia para 2016

janeiro 18, 2016 em Plataforma Brasil

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial e membro dos conselhos editoriais da DVS Editora e da Revista Criática.

Meus caros, passado o período de festas, e depois de um ano tão animado e feliz como foi o de 2015, pensei que seria salutar começar 2016 com algumas reflexões importantes.

Esteja você empolgado (vejam, períodos de crise podem sim representar a abertura de oportunidades, e isso não é um clichê chinês) ou aturdido com os acontecimentos, ventos e as decisões que emanam de Brasília, o fato é que teremos de sobreviver.

Mais do que isso, enquanto a sobrevivência vai se impondo, vale a pena repensar alguns tópicos atemporais, sempre válidos tanto para a bonança, quanto para a derrocada.

Contudo, para deixar bem claro, sim, tenho lado bem definido, e embora não me classifique como um liberal radical, defendo aqui assumidamente a doutrina a partir de uma narrativa liberalizante – com força para se perpetuar ao longo do tempo – que empodere o universo privado, que na minha concepção se estende do banqueiro e grande industrial, à Dona Silvia que é manicure e decidiu abrir o seu salãozinho em uma portinha na comunidade em que vive (e ela também massacrada pela burocracia, pelas chatices, burrices e incompetências sempre presentes na ação stalinista do autoritarismo de grande parte dos agentes públicos no Brasil – em todas as esferas e independentemente da legenda governante de plantão, para deixar bem claro).

Sim, sim, existem exceções, naturalmente. E elas são honradíssimas, e também raríssimas.

E para os politicamente corretos e bons mocinhos de plantão, deixo um tapa, afirmando que acredito piamente que neste arco extenso da sociedade civil, Dona Silvia, donos de bancos e de indústrias são igualmente importantes, necessários e merecedores de atenção, sem absolutamente nenhuma distinção).

(Aqui vale uma observação sobre 4º parágrafo, a expressão “empodere” é mesmo meio chatinha. Na verdade nem acredito que escrevi isso, até porque não gosto desse papo de empoderar forçosamente. Considero um mimo excessivo, e acredito que poder e voz ativa se conquistam em combate e ponto final. Mas dessa vez vou mantê-la lá em cima, já que a iniciativa privada no Brasil cada vez mais se identifica com uma minoria oprimida).

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E para encerrar (começando 2016), deixo abaixo algumas reflexões:

01. A empolgação econômica, descuidada, sem critério e desprovida de senso crítico sempre conduz ao caos;

02. O Estado brasileiro é “macunaímico” e incompetente na raiz (em outras grandes nações isso não é diferente), logo, qualquer processo de desenvolvimento que dependa de suas canetadas – dadas a passos de tartaruga, em meio a abonos, férias faltas recorrentes ao trabalho, e erros sem justificativa – provavelmente não dará em nada. No máximo ajudará a maquiar ou produzir fases curtas, e sem sustentação no longo prazo, de progresso e bonança aparente.

03. Empresários e empreendedores precisam parar com o cafonismo do bom mocismo politicamente correto de uma vez por todas e ser apenas bons e corretos cidadãos. Neste contexto, segue-se apenas a legislação em vigor (sempre atento e lutando para que as exigências excessivas sejam atenuadas), mas sem se exceder com outras questões sócio ambientais. Em resumo, que tal fazermos o dever de casa? Ou, que tal pararmos de nos preocupar com o “macaco prego”, e no lugar disso cuidar bem dos nossos próprios funcionários? Melhor que isso, que tal não focar em programas sócio ambientais além de nossas próprias e pesadas obrigações, e em substituição focar esforços cobrando que a principal empresa de controle estatal de distribuição de água e saneamento de determinada região, não permita o desperdício de água de mais de 30%?

04. A proteção a setores industriais pode muitas vezes contribuir para a degeneração destes mesmos setores, mimando-os e diluindo o gênio inventivo de empreendedores que muito provavelmente cresceriam em situações adversas, com mais potência e capacidade de competição, caso não estivessem vivendo em uma redoma estatal de reserva mercadológica.

05. O mundo privado precisa aprender a contar essencialmente com o investimento e com o financiamento estruturado de origem privada, com agentes privados e cobradores de resultados e eficiência, deixando o fomento público para os setores estratégicos nacionais, a partir de um criterioso planejamento de produção de efeitos colaterais positivos em cadeia setorial. E tudo sob rigorosa e estrita vigilância civil. (Ajuda muito para evitar desvios de dinheiro, roubos. Essas coisas raras de acontecer, com a grana originada nos cofres públicos);

06. O empresariado e a sociedade civil precisam berrar alto contra a elevação de tributos. As ineficiências estatais precisam ser resolvidas dentro do orçamento público já existente. Fica muito fácil produzir bobagens recorrentemente, inchando a máquina pública e depois descarregando o problema em cima do seu bolso. Que cortem na própria carne.

07. Um empresariado sem voz ativa e desorganizado será sempre refém do humor do Estado e suas eventuais maluquices;

08. Muitas vezes, quando a oposição não existe ou não funciona – lembrando que ela é parte essencial da engrenagem das boas e prósperas sociedades modernas democráticas -, o maior aliado rumo a um ponto de inflexão ou caminho de solução, pode ser a própria capacidade do governo de plantão de produzir besteiras (o que não nos protege de vivenciar períodos duros e sofridos até o “ponto de inflexão” chegar);

09. Sim, deixando os clichês de lado, crise é oportunidade (mas isso não afasta a dor);

10. Construiremos dias melhores, certamente. Não é hora de esmorecer.

Feliz 2016! Até o próximo.

11 frases inspiradoras para você começar o ano com tudo!

dezembro 18, 2015 em Posts

Começo de ano é época de reavaliação. Por isso, reunimos aqui 11 frases inspiradoras para ajudar você a recarregar as baterias e começar 2016 com tudo. Todas elas são extraídas de livros publicados pela DVS Editora. Clique nos links e saiba mais sobre cada uma das obras. Vamos lá:


01. Extraído do livro: “O pequeno livro da alegria”, de Victor Mirshawka Jr (clique aqui para comprar)


02. Extraído do livro: “Insight”, de Daniel C. Luz (clique aqui para comprar)


03. Extraído do livro: “Fênix”, de Daniel C. Luz (clique aqui para comprar)


04. Extraído do livro: “O pequeno livro da alegria”, de Victor Mirshawka Jr (clique aqui para comprar)


05. Extraído do livro: “Fênix”, de Daniel C. Luz (clique aqui para comprar)


06. Extraído do livro: “Como ser feliz”, de Liggy Webb (clique aqui para comprar)


07. Extraído do livro: “8 ou 80″, de Branca Barão (clique aqui para comprar)


08. Extraído do livro: “8 ou 80″, de Branca Barão (clique aqui para comprar)


09. Extraído do livro: “Diário de um motociclista sobre empreendedorismo”, de Dwain Deville (clique aqui para comprar)


10. Extraído do livro: “Como”, de Dov Seidman (clique aqui para comprar)


11. Extraído do livro: “A revolução do pouquinho”, de Eduardo Zugaib (clique aqui para comprar)

Arruinando uma sociedade com 7 tiros no pé

dezembro 15, 2015 em Plataforma Brasil

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial e membro dos conselhos editoriais da  DVS Editora e da Revista Criática.

Meus caros, já abordamos nos nossos textos a importância e a complexidade envolvida na escolha e construção de uma sociedade. Em meio a riscos naturais do processo e o êxito nas boas escolhas, uma certeza: é impossível crescer sozinho e os sócios são fundamentais.

Desta forma, o tema que abordamos hoje está mais ligado na manutenção do modelo societário no que necessariamente na sua estruturação. Sim, você pode trazer o melhor parceiro, e dentro das mais transparentes e pacificadas condições, mas nada sobreviverá se uma conduta construtiva não estiver presente no dia a dia de trabalho, ou se cuidados especiais para gerenciar as diferenças (quase sempre muito bem vindas) não forem adotados.

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Sabemos que neste campo há sempre muito o que se fazer, e no fundo, todos os “sócios” sabem bem como proceder para garantir uma parceria profissional saudável, então para contribuir com o processo (talvez de forma ainda mais objetiva), hoje navegaremos pelo caminho inverso, apresentando tudo aquilo que não se deve fazer.

Vamos lá:

01. Deixar a vaidade dar o tom do relacionamento societário. Por mais natural que seja a vaidade entre humanos, não condicioná-la a um patamar razoável pode ser muito destrutivo;

02. Não atuar com transparência e clareza do que diz respeito as suas atividades e/ou informações apuradas ou controladas que sejam inerentes ao seu escopo de atividades. Uma sociedade se constrói pelo compartilhamento constante;

03. Exercer uma atitude excessivamente controladora e asfixiante. É o tipo de atitude , que geralmente movida por pura insegurança, resulta no estrangulamento das melhores relações profissionais;

04. Alimentar a concepção de que a sua maneira de ser e de agir são as mais corretas e de que nada que seja alheio ou diferente disso possa funcionar. Você pode perfeitamente ter total confiança no seu próprio modelo de conduta, mas assumir que este seja o único viável pode ser um erro fatal.

05. Não trabalhar com escopos definidos de responsabilidade e apostar na crença de que o caos constrói. O problema aqui é que o caos, geralmente, só produz o próprio caos.

06. Não praticar o diálogo constante para tratar as diferenças. Pode até tomar um certo tempo, e pode também consumir muito da sua escassa paciência, mas tenha a certeza de que problemas escondidos para baixo do tapete, acabam por consumir muito mais tempo e energia do que se pode imaginar, e pior, de forma silenciosa e sem alarmes.

07. Discussões pesadas e desautorização pública diante dos outros colaboradores entre sócios. Poucas atitudes poderiam ser mais destrutivas (para sócios e para a equipe). Tratem as diferenças em conversas reservadas e dotados de frieza e muita paciência.

Por último, destaco que tudo o que recomendo realmente consome tempo e trabalho, mas experimente viver uma sociedade problemática e ai sim verá o que é tempo consumido e energia para solucionar complicações.

Boa sorte

Quando o tempo é sutilmente desperdiçado

dezembro 2, 2015 em Plataforma Brasil

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial e membro dos conselhos editoriais da  DVS Editora e da Revista Criática.

Meus caros, não é fácil a vida dos empreendedores, ainda mais no ambiente de negócios do Brasil, sempre tão descomplicado, desburocratizado, com regras tão claras e total segurança jurídica, e como se não bastasse, com um ritmo econômico tão previsível (aqui vale uma exceção: esta crise sim, era absolutamente previsível).

É isso, empreender pode valer muito a pena, mas não é desafio para qualquer um. E em meio aos obstáculos, muitos deles inerentes a empreitada, e tantos outros que não precisavam existir, sempre há a guerra contra o tempo perdido, ou melhor, a luta para se potencializar o recurso mais caro e escasso do qual dispomos.

Relógio

Contudo, existem no cotidiano situações onde a sua perda é óbvia e ululante, bastando apenas alguma percepção e disciplina, mas o grande desafio é identificar as circunstancias veladas, que nos roubam o tempo aos poucos, mas em larga escala, eventualmente com consequências desastrosas.

Neste contexto, listamos algumas situações que merecem grande atenção:

01. Sempre que um interlocutor tem fixação em persuadir com frases de efeito e jogos de expressões sem muito fundamento;

02. Megalômanos raramente são atentos aos riscos e complicações que seus projetos e empreendimentos envolvem, por conta disso, uma parceria com esse “tipo” merece redobrada atenção;

03. Uma sequência de reuniões de trabalho, onde deveria haver menos retórica e mais profundidade nos detalhes e na execução, mas que são tomadas por promessas vazias e generalidades;

04. As modinhas de gestão, com seus clichês e chavões;

05. Listas de ações sem prazo definido e responsabilidades específicas;

06. Conversas importantes sobre remuneração e contrapartidas em uma determinada negociação ou estruturação de parcerias, que são proteladas por abordar aspectos espinhosos;

07. Procrastinar a elaboração de contratos que formalizam relações que estão andando bem, justamente por abordarem temas difíceis;

08. Projetos sem planejamento de execução que aborde os detalhes.

Até o próximo.

4 perfis destrutivos ao empreendedorismo

novembro 16, 2015 em Plataforma Brasil

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial e membro dos conselhos editoriais da  DVS Editora e da Revista Criática.

Todos sabemos sobre a importância das pessoas para qualquer empreendimento ou projeto dignos de serem chamados assim, sabemos também no quanto o mundo corporativo idealiza padrões de comportamento que nada tem haver com seres humanos de carne e osso. Conhecemos também os rótulos que insistem em tornar excessivamente simples, algo complexo como a psicologia humana de um profissional.

SUGESTÕES DE LEITURA:
+ Esses livros ajudam você a se tornar um empreendedor de sucesso.

Mas neste texto quero fugir de tudo isso, de todo o bobajal corporativo com seus modismos inúteis, e também da perda de tempo em acreditar na existência do profissional perfeito, que só existe nas ficções, filmes e em algumas palestras.

Empreendedorismo - pressimas práticas

Aqui quero tratar de gente normal e seus respectivos perfis, todos absolutamente reais e fáceis de encontrar no dia-a-dia, mas que devem ser evitados.

Vamos lá:

Perfil 1 – Desonesto Bandidinho

Ele pensa que é muito esperto. Na verdade tem certeza absoluta de que é o mais esperto da empresa. Ele não trabalha, mas faz constantes jogos de performance para provar a necessidade da manutenção do seu emprego. Não só não trabalha com aplicação, mas também não toma decisões, da mesma forma que é desleal com colegas, subordinados e superiores. Ele tem verdadeira adoração pelas iniciativas antiéticas e a dissimulação é o seu modelo operacional cotidiano favorito, repleto de frases feitas e embromação.

 

Perfil 2 – Alpinista Corporativo

Primo irmão do Desonesto Bandidinho, sua conduta não chega a ser desonesta, mas costumeiramente induz seus contratantes ao erro, uma vez que visa única e exclusivamente a sua ascensão profissional, que em sua ótica se traduz em uma baia melhor, em símbolos corporativos fúteis de status concedidos por seus chefes, ou mesmo no convite cedido pela empresa para participar da palestra de algum guru qualquer. No lugar de buscar realização e reconhecimento legítimo acompanhado de crescimento profissional sólido e recompensa financeira, ele busca apenas a superficialidade, pois em sua ótica estreita, parecer ser é melhor do que ser efetivamente. As características mais latentes para identifica-lo são a bajulação insistente de superiores hierárquicos e a sua própria instabilidade, uma vez que raramente fica mais de um ano e meio em cada emprego.

 

Perfil 3 – Enrolador Convicto

Esse, ao menos, não tem nenhum parentesco com o Desonesto Bandidinho, atuando com convicção e lutando para preservar sua condição embromatória. A sua falta de energia produtiva acompanhada de total insegurança para tomar decisões e assumir riscos, acaba por forjar um comportamento dissimulador constante, que objetiva confundir o interlocutor ao longo dos processos de trabalho. Ele é geralmente bem

humorado, sua apresentação pessoal é impecável e sorri com facilidade, sempre desarmando as constantes cobranças de seus pares, subalternos e superiores. Ao contrário do Alpinista Corporativo, costuma trabalhar na mesma empresa e na mesma função por longos períodos de tempo.

 

Perfil 4 – Bravo Impaciente

Entre estes estão as vítimas do loucura corporativa produzida em alguns ambientes de trabalho. Por conta disso, muitas vezes são vítimas do próprio sistema. Entretanto há os que envergam esse perfil com orgulho e satisfação, na falsa crença de que desta forma serão mais respeitados e ouvidos. Com o tempo são gradativamente deixados de lado, transformando-se de profissionais reconhecidos em problemas a serem resolvidos.

 

Por fim desejo que sejam cuidadosos na contratação, sem cair na ilusão dos perfis perfeitos e irreais, mas ao mesmo tempo evitando transforma sua empresa em um manicômio.

Boa sorte, e boas escolhas.

Fãs ou clientes nas redes sociais: o que é melhor para sua marca?

novembro 3, 2015 em Plataforma Brasil

Por: Rafael Tanaka, blogueiro, roteirista, especialista em redes sociais e articulista da Plataforma Brasil Editorial.

Clientes ou fãs? Está aí uma pergunta difícil. O que é melhor para você ou para sua marca? Alguém que apenas compre ou alguém que vista a camisa da sua empresa? Pense bem e responda do fundo da sua cabeça.

Recentemente li o artigo “O que importa é ter fãs” de Gisela Castro, onde ela mesmo ressalta a importância e a diferença de clientes e fãs nas redes sociais de empresas. Neste contexto, ela conclama a moldarmos um novo modelo de comunicação. Não apenas contar com a buscar de clientes, mas olhar para parceiros e fãs, que contribuam de alguma maneira gerando direta ou indiretamente conteúdo para sua marca.

Considerando este cenário, precisamos apontar alguns aspectos essenciais:

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Aspecto 1: O termo “fãs” existe há muito tempo, desde antes da internet ser o que é ou do surgimento das redes sociais. Se você gostava de uma banda ou de um canal em particular, você poderia ser considerado um fã.

Pessoas que se identificam com algo ou uma pessoa que admiram e procuram de alguma forma compartilhar esse sentimento são também fãs. Desta forma podemos concluir que o conceito é atemporal, e respeita um DNA de comportamento todo próprio e estabelecido muito antes da revolução digital.

Aspecto 2: Para diferenciar uma comunidade de um grupo de fãs basta observarmos a participação ativa destes grupos, como encontros, comentários, compartilhamentos de conteúdos nas redes sociais, (onde também existem os superativos, que não se restringem apenas a comentários ou eventos, mas que de alguma maneira geram conteúdo como vídeos, textos e eventualmente até criam blogs ou sites especializados na marca ou pessoa).

Em resumo, os fãs geram conteúdo sem que para isso seja necessário que a marca ou o produto alvo de tanta admiração necessitem estimular tal movimento. Trata-se portanto de uma manifestação voluntária, ancorada e lastreada no genuíno reconhecimento/ encantamento.

Aspecto 3: Atualmente apera-se o conceito de “conversa mútua”, que viabilizado pela interatividade proporcionada pelas redes sociais permite uma linha direta de trocas ágeis entre os fãs e o seu alvo.

Nesta dinâmica existe o compartilhamento de gostos, avaliações, dificuldades e críticas relacionadas, permitindo aos gestores da marca uma constante calibragem de posicionamento, além de ajustes da experiência proporcionada aos seus consumidores. Esta realidade, traz no seu rastro o perigo de que qualquer deslize pode ser fatal e custar caro em termo de gestão de reputação.

Neste caso, sempre vale uma relação sincera, de genuíno interesse – uma vez que a perfeição é falsa e demanda humildade na hora de reconhecer equívocos e falhas, sempre acompanhadas das medidas corretivas que virão, naturalmente.  Afinal de contas, fãs ativos e engajados podem muito bem atuar como embaixadores da marca ou produto, potencializando seus efeitos em um largo arco de alcance.

SUGESTÕES DE LEITORA:
+ Monitoramento e métricas de mídias sociais.
+ O estrategista em mídias sociais.

Um bom exemplo: O lendário skatista e empreendedor Tony Hawk agradeceu nas redes sociais –  especialmente a seus fãs que o seguem no Facebook ( 6,1 milhões de fãs) e no Twitter (4,1 milhões de fãs) – pela virada que teve em seus negócios nos últimos anos.

Diferenciando-se de outros skatistas, ele foi um dos poucos que abraçou as redes sociais como meio de comunicação e marketing, assumindo que a interação com os fãs e as suas sugestões, foram responsáveis por alavancar a sua carreira e a criação de novos produtos.

As empresas, marcas ou pessoas que entendem este ponto de vista e ajustam sua operação nas redes sociais a esta realidade, passam a não mais enxergar clientes apenas como clientes, mas como fãs em potencial, com grande capacidade de atrair ainda mais clientes (e mais fãs).

Até o próximo.

8 características que identificam o empreendedorismo de conveniência

outubro 22, 2015 em Plataforma Brasil

Por: Gustavo Chierighini, publisher da Plataforma Brasil Editorial e membro dos conselhos editoriais da DVS Editora e da Revista Criática.

Antes de tudo uma definição: O empreendedorismo de conveniência se estabelece quando o sujeito está empresário. Algo circunstancial, sem muita ou nenhuma convicção, geralmente de olho no elenco de vantagens e benefícios de se tornar dono do seu próprio tempo e nariz. E em épocas de crise, muitas vezes operando em compasso de espera para se recolocar no mercado de trabalho.

Via de regra, esse tipo de empreendedor toca seus negócios atolados em saudosismos corporativos. As fofocas de corredor, os joguinhos políticos, a competição pela competição, o 13º salário, as férias remuneradas, as novas modinhas de gestão.

Evidentemente que não existe nenhum demérito em ser empregado em uma empresa. Eu mesmo fui durante um bom tempo e posso afirmar que o aprendizado que obtive não tem preço. Mas assim como a vida de empresário, a vida de um executivo competente exige características próprias, e estômago (haja estômago).

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Tudo passa por uma questão de perfil. Conheço muitas pessoas que não enxergam o menor prazer em correr os riscos que um negócio próprio oferece, e isso precisa ser respeitado. Da mesma forma, conheço muita gente que sonha em abandonar seus empregos para tocarem empreendimentos próprios, e que detestam viver sob a liderança de alguém. Há ainda aqueles que atuam como executivos, mas tentam a todo custo e sacrifício empreender dentro dos seus próprios empregos.

O problema ocorre quando há a incompatibilidade de perfis, ou seja: executivos convictos, mas ocasionalmente tentando se transformar em empresários, ou empreendedores fanáticos, mas desprovidos dos seus negócios, cumprindo rotinas corporativas.

Pensando nisso montamos uma lista de autoanálise para ajudar na identificação dos sintomas do empreendedorismo de conveniência, que podem estar gritando dentro de você.

Vamos lá:

01. Você detesta a ideia de gastar significativamente menos do que ganha para com isso formar um capital de segurança;

02. Os jogos políticos corporativos fazem falta ao seu cotidiano;

03. A sensação de exercer poder e liderança sobre pessoas e equipes é algo de extrema relevância para a sua satisfação profissional;

04. Lhe incomoda a ideia de persistir em um projeto por vários anos, movido por crença realista, sonho e responsabilidade assumida;

05. A relativa estabilidade que um emprego formal oferece, são de grande importância para a sua saúde psicológica profissional;

06. Benefícios incorporados ao seu pacote de remuneração e recompensa, tais como: carro; reembolso escolar para seus filhos e outros agregados de comodidade, são fundamentais para o seu equilíbrio financeiro;

07. Seus estímulos profissionais são em grande parte alimentados pela perspectiva de mudança recorrente de missão, desafios e responsabilidades;

08. Você sofre com longas jornadas de trabalho solitário, sem colegas para lhe acompanhar no almoço ou para escutar o desabafo de suas aflições.

Vou concluir com uma frase, das mais batidas e comuns, mas apropriada como poucas para encerrar esse texto: “o sábio sempre reconhece suas limitações”

Boa sorte, e boas escolhas.

Picking an ideal Forecasting Practice

outubro 14, 2015 em uncategorized

Picking an ideal Forecasting Practice

The forecast for the future developing running a business is referred as opportunity forecasting. And so, industry forecasting includes guessing foreseeable future internet business circumstances much like the revenues, expenditures, cash and profits generally flows among others. Internet business forecasting originated from the need of the company to manipulate tomorrow events quite looking for dependant on possibility. Leia o resto desta entrada →